{"id":123661,"date":"2020-03-17T13:30:16","date_gmt":"2020-03-17T16:30:16","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=123661"},"modified":"2020-03-16T21:21:48","modified_gmt":"2020-03-17T00:21:48","slug":"ararinhas-azuis-4-filhotes-foram-mandadas-para-a-alemanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/ararinhas-azuis-4-filhotes-foram-mandadas-para-a-alemanha\/","title":{"rendered":"Ararinhas-azuis: quatro filhotes de criadouro cient\u00edfico foram mandadas para a Alemanha"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-123662\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Quatro filhotes de ararinhas-azuis (<i>Cyanopsitta spixii<\/i>), dois machos e duas f\u00eameas com cerca de 180 dias de vida, foram enviadas para a Alemanha h\u00e1 uma semana, domingo, no dia 8 de mar\u00e7o. De acordo com Ugo Vercillo, analista ambiental da Coordena\u00e7\u00e3o de A\u00e7\u00f5es Integradas para Conserva\u00e7\u00e3o de Esp\u00e9cies do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), as aves v\u00e3o compor o plantel alem\u00e3o e mesclar a gen\u00e9tica das popula\u00e7\u00f5es do Brasil e Alemanha. \u201cIsto \u00e9 um processo regular para manter o\u00a0<i>pool<\/i>\u00a0gen\u00e9tico. No criadouro do Brasil tem animais emprestados pela Alemanha e Catar, assim como na Alemanha tem animais emprestados pelo Brasil e Catar\u201d.<\/p>\n<p>A quatro aves nasceram em 2019 na\u00a0<a href=\"https:\/\/pt-br.facebook.com\/criadourofazendacachoeira\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Fazenda Cachoeira<\/a>, um criadouro cient\u00edfico com fins conservacionistas no interior de Minas Gerais. S\u00e3o dois machos e duas f\u00eameas. As aves sa\u00edram da Fazenda Cachoeira para o Aeroporto do Gale\u00e3o e, de l\u00e1, foram enviadas para a Alemanha, onde est\u00e3o em quarentena. Ugo Vercillo explicou que o envio das aves para a Alemanha segue as cl\u00e1usulas de um contrato: \u201cO\u00a0<i>Loan Agreement\u00a0<\/i>(contrato de empr\u00e9stimo, em portugu\u00eas) trata da propriedade dos animais. Ele estipula que, no caso de filhotes gerados por casais mistos de aves da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.act-parrots.org\/?lang=en\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Association for the Conservation of Threatend Parrots<\/a>\u00a0(ACTP) e do Brasil, os filhotes \u00edmpares s\u00e3o do Brasil e os pares da ACTP. Na Fazenda Cachoeira tem, pelo menos, dois animais da\u00a0<a href=\"http:\/\/awwp.alwabra.com\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Al-Wabra Wildlife Preservation Centre<\/a>\u00a0(AWWP) e um da ACTP, que s\u00e3o pais destes animais\u201d. Vercillo complementa que, assim como os quatro filhotes foram enviados para a Alemanha, j\u00e1 vieram animais da Alemanha para o Brasil. \u201cEm 2015,\u00a0<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/sao-paulo\/noticia\/2015\/03\/casal-de-ararinhas-azuis-nascido-na-alemanha-chega-sp.html\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">dois filhotes<\/a>\u00a0vieram para o Brasil. Inclusive estes que chegaram s\u00e3o pais dos filhotes que nasceram em 2019\u201d, informou o analista.<\/p>\n<p>De acordo com o ICMBio, anualmente, 70% de todos os filhotes produzidos s\u00e3o enviados para o Centro de Reprodu\u00e7\u00e3o e Reintrodu\u00e7\u00e3o em Cura\u00e7\u00e1 para serem reintroduzidos na Caatinga. Este processo \u00e9 importante para que as aves, tanto as que ser\u00e3o soltas quanto as que ficar\u00e3o em cativeiro para reprodu\u00e7\u00e3o, tenham a m\u00e1xima diversidade gen\u00e9tica poss\u00edvel. Com isso, se minimizam os riscos de endocruzamento (acasalamento de indiv\u00edduos que s\u00e3o geneticamente pr\u00f3ximos) das ararinhas-azuis, o que poderia comprometer o processo de reintrodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Situa\u00e7\u00e3o das ararinhas alem\u00e3s<\/b><\/p>\n<figure id=\"attachment_76332\" class=\"wp-caption alignright\" style=\"width: 640px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-76332\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-76332\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/quarentena.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/quarentena.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/quarentena-300x225.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-76332\" class=\"wp-caption-text\">T\u00e9cnicos com roupa apropriada para manter as ararinhas em seguran\u00e7a. Foto: ACTP.<\/figcaption><\/figure>\n<p>O ICMBio informou que, antes de viajar, as 52 ararinhas-azuis foram testadas individualmente para todas as doen\u00e7as necess\u00e1rias, seguindo o protocolo sanit\u00e1rio brasileiro e o programa de cativeiro. Os resultados de alguns testes foram positivos para a bact\u00e9ria\u00a0<i>Mycoplasma\u00a0<\/i>sp.<i>,<\/i>\u00a0comumente associada a doen\u00e7as cr\u00f4nicas. Contudo, a variedade encontrada n\u00e3o \u00e9 considerada patog\u00eanica, ou seja, n\u00e3o leva ao desenvolvimento de doen\u00e7as. Por isso, os especialistas consideraram as ararinhas-azuis seguras para viajar para o Brasil. Segundo Vercillo, o\u00a0<i>Mycoplasma<\/i>\u00a0\u201cpode ser encontrado no trato digest\u00f3rio das aves, e n\u00e3o caracteriza nenhuma doen\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Assim que chegaram ao pa\u00eds, as ararinhas foram enviadas para o Centro de Reprodu\u00e7\u00e3o e Reintrodu\u00e7\u00e3o em Cura\u00e7\u00e1, e foram admitidas em quarentena, sob a supervis\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (MAPA) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (IBAMA). No dia 10 de mar\u00e7o, servidores do MAPA visitaram as instala\u00e7\u00f5es do quarenten\u00e1rio para recolher as \u00faltimas amostras para o testes de doen\u00e7as. \u201cOs exames realizados pelo MAPA s\u00e3o para New Castle e Influenza\u201d, informou Vercillo. Ambas s\u00e3o enfermidades virais altamente contagiosas que acometem as aves, sendo a primeira uma desordem respirat\u00f3rio-nervosa (pneumoencefalite) e a segunda uma gripe que ocasiona s\u00e9rias les\u00f5es nos sistemas respirat\u00f3rio, digestivo, nervoso e reprodutivo das aves. Os t\u00e9cnicos n\u00e3o encontraram quaisquer anormalidades nos exames das 52 aves.<\/p>\n<p>Segundo Vercillo, h\u00e1 apenas um quarenten\u00e1rio de aves no Brasil, a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.agricultura.gov.br\/assuntos\/sanidade-animal-e-vegetal\/saude-animal\/transito-animal\/estacao-quarentenaria-de-cananeia-eqc#section-4\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Esta\u00e7\u00e3o Quarenten\u00e1ria de Canan\u00e9ia<\/a>\u00a0(EQC), no litoral sul de S\u00e3o Paulo. Contudo, o ICMBio conseguiu, junto ao MAPA, autoriza\u00e7\u00e3o para que o Ref\u00fagio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul funcione como quarenten\u00e1rio nessa situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica. \u201cO nosso centro de reprodu\u00e7\u00e3o servir\u00e1 de quarenten\u00e1rio especial, espec\u00edfico para esse transporte das ararinhas, pois o quarenten\u00e1rio de S\u00e3o Paulo n\u00e3o suportaria as 52 aves e a autoriza\u00e7\u00e3o do MAPA foi fundamental para que a a\u00e7\u00e3o continuasse como previsto\u201d.<\/p>\n<p>Ao chegarem ao Centro, cada ave foi retirada da caixa de transporte e teve a leitura dos\u00a0<i>chips<\/i>\u00a0realizada. Em seguida foram liberadas no avi\u00e1rio, mantendo o isolamento em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente externo e a outros animais pelo prazo da quarentena que, segundo Vercillo, \u00e9 de 21 dias. \u201cQualquer transfer\u00eancia de um animal traz o risco de sa\u00fade sanit\u00e1ria. Todo animal carrega consigo potenciais pat\u00f3genos e quando ocorre um transporte, ocorre o risco de transportar pat\u00f3genos de um lugar para o outro, por isso \u00e9 necess\u00e1rio que as aves fiquem em quarentena, aumentando a biosseguran\u00e7a de toda a opera\u00e7\u00e3o. Este \u00e9 um procedimento padr\u00e3o para a entrada de qualquer animal\u201d, informou Vercillo. O analista comparou a quarentena das aves aos procedimentos que v\u00eam sendo realizados para mitigar a pandemia de Coronav\u00edrus: \u201cSe voc\u00ea acompanhou a m\u00eddia sobre os brasileiros que estavam na China e voltaram, \u00e9 a mesma coisa. As pessoas foram testadas antes de sa\u00edrem do pa\u00eds e depois, quando chegaram, passaram 14 dias em quarentena numa base da For\u00e7a A\u00e9rea Brasileira, onde novos exames foram feitos para confirmar a aus\u00eancia do v\u00edrus, antes da libera\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><b>Depois da quarentena<\/b><\/p>\n<figure id=\"attachment_76331\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-76331\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-76331\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/actp_post11-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-76331\" class=\"wp-caption-text\">Ararinhas azuis adultas em quarentena em Cura\u00e7\u00e1 (BA). Foto: ACTP.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ap\u00f3s os 21 dias de quarentena e depois que todos os exames necess\u00e1rios sejam feitos, ser\u00e1 iniciado o per\u00edodo de aclimata\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o em viveiro das aves que estiverem mais preparadas para a soltura, prevista para 2021. Ao longo deste per\u00edodo, os animais passar\u00e3o por processo de adapta\u00e7\u00e3o ao clima mais quente da Caatinga e aos diferentes hor\u00e1rios de atividade, j\u00e1 que o sol se p\u00f5e e nasce em momentos completamente diferentes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Alemanha. Ser\u00e3o formados casais com algumas das aves para reprodu\u00e7\u00e3o, enquanto outras ser\u00e3o postas em grandes viveiros para desenvolver massa muscular.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s esse per\u00edodo, as aves ser\u00e3o postas em um grande avi\u00e1rio de 75 metros de comprimento. Nesse momento, as ararinhas passar\u00e3o por treinamentos para aprenderem a viver em vida livre. Uma das formas de trein\u00e1-las \u00e9 pareando-as com indiv\u00edduos de maracan\u00e3s-verdadeiras (<i>Primolius maracana<\/i>), que possui h\u00e1bitos semelhantes aos das ararinhas-azuis, para que elas aprendam com as outras aves como procurar comida, locais de pouso e descanso e como se defender de predadores e outros perigos naturais, por exemplo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quatro filhotes de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii), dois machos e duas f\u00eameas com cerca de 180<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":123662,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/arara_azul.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quatro filhotes de ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii), dois machos e duas f\u00eameas com cerca de 180","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123661"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=123661"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123661\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/123662"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=123661"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=123661"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=123661"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}