{"id":122892,"date":"2020-03-03T13:30:35","date_gmt":"2020-03-03T16:30:35","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=122892"},"modified":"2020-03-03T11:05:37","modified_gmt":"2020-03-03T14:05:37","slug":"para-onde-vai-meu-lixo-quantidade-recolhida-no-carnaval-liga-alerta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/para-onde-vai-meu-lixo-quantidade-recolhida-no-carnaval-liga-alerta\/","title":{"rendered":"Para onde vai meu lixo? Quantidade recolhida no Carnaval liga alerta"},"content":{"rendered":"<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-60901\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>O Carnaval j\u00e1 passou, mas deixou uma reflex\u00e3o: para onde vai o lixo gerado na festa? Se o leitor nunca fez essa pergunta, talvez seja hora, afinal foram quase 200 toneladas de res\u00edduo recicl\u00e1vel coletadas s\u00f3 no per\u00edodo da folia, em Salvador &#8211; 65,5 toneladas a mais que o ano passado. Sem contar nos 110 kg de lixo retirados do mar da orla da Barra apenas na Quarta-Feira de Cinzas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/f\/6\/csm_20200229LF2111_5e49d4afd1.jpg\" width=\"639\" height=\"319\" \/><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Na verdade, o Carnaval \u00e9 s\u00f3 um pretexto para refletir sobre o processo de descarte correto desse res\u00edduo que \u00e9 gerado o ano inteiro. De quem \u00e9 a responsabilidade? \u201c\u00c9 toda uma cadeia: poder p\u00fablico com sua obriga\u00e7\u00e3o, comunidade com sua consci\u00eancia\u201d, defende o presidente da Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), Marcus Passos, 46 anos.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">A Limpurb \u201ctem obriga\u00e7\u00e3o, sim\u201d, acrescenta Passos, mas a popula\u00e7\u00e3o tem que ter a consci\u00eancia de descartar o res\u00edduo da forma correta. \u201cN\u00e3o \u00e9 que a Limpeza Urbana n\u00e3o queira ter trabalho, mas descartar da forma incorreta pode provocar entupimento, alagamento e deslizamento de encosta\u201d, cita Passos. E para quem separa o lixo em casa, existe uma coleta seletiva que funcione?<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"suadiversao_300x250_01\" data-google-query-id=\"CIC384-2_ucCFR0FuQYdYRoFqg\">\n<p class=\"bodytext\">Depende. O presidente da Limpurb explica que Salvador ainda n\u00e3o tem uma estrutura de coleta seletiva direcionada pela Limpeza Urbana, mas existem cooperativas que realizam esse tipo de servi\u00e7o. \u201cA gente n\u00e3o tem como abra\u00e7ar a cidade inteira\u201d, pondera Passos. Ou seja, para o lixo recicl\u00e1vel ter o destino correto, \u00e9 necess\u00e1rio que o \u00a0condom\u00ednio entre em contato com as cooperativas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Outra op\u00e7\u00e3o \u00e9 o pr\u00f3prio cidad\u00e3o levar seu lixo em um dos pontos de entrega volunt\u00e1ria espalhados pela cidade. Al\u00e9m dos containers azuis que recebem qualquer material recicl\u00e1vel, Salvador tem apenas um Ecoponto, no Itaigara, onde \u00e9 poss\u00edvel depositar recicl\u00e1veis, entulhos, \u00f3leo de cozinha, eletr\u00f4nicos e materiais usados como sof\u00e1 e geladeira. O segundo Ecoponto da capital ser\u00e1 inaugurado nos pr\u00f3ximos dias, em Itapu\u00e3.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/correio-cdn1.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/a\/2\/csm_20200229LF2113_f9bb272636.jpg\" width=\"640\" height=\"319\" \/><\/p>\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o Pa\u00eds Tropical, da artista argentina Lula Cicala, foi criada a partir do lixo coletado no mar (Foto: Dimus\/Divulga\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Frustra\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n\u201cO que nos deixa frustrado \u00e9 quando a gente separa o lixo em casa e v\u00ea o gari juntar tudo em um caminh\u00e3o de lixo. \u00c9 a mesma coleta feita h\u00e1 30 anos: pega tudo, joga no caminh\u00e3o e leva para o aterro\u201d, critica Edmundo G\u00f3es, 43 anos, morador de Periperi. Sua frustra\u00e7\u00e3o era maior ainda na \u00e9poca em que o caminh\u00e3o de lixo n\u00e3o conseguia chegar na rua onde mora, porque \u201c\u00e9 uma viela\u201d. Por causa disso, Edmundo cansou de ver os vizinhos tocando fogo no lixo um do outro.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Pensa que ele se acomodou? Pelo contr\u00e1rio. Se juntou com amigos do bairro e formou a ONG Movimento do Sub\u00farbio Ferrovi\u00e1rio, para pensar em solu\u00e7\u00f5es para os problemas da regi\u00e3o, como a ineficiente coleta de lixo. \u201cA gente vivia em uma comunidade carente que tinha todas as mazelas. Nossos amigos eram os traficantes, ent\u00e3o a gente queria dar outro rumo para nossas vidas. Criamos a ONG para reivindicar as coisas que faltavam no Sub\u00farbio\u201d, explica Edmundo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Frustra\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n\u201cO que nos deixa frustrado \u00e9 quando a gente separa o lixo em casa e v\u00ea o gari juntar tudo em um caminh\u00e3o de lixo. \u00c9 a mesma coleta feita h\u00e1 30 anos: pega tudo, joga no caminh\u00e3o e leva para o aterro\u201d, critica Edmundo G\u00f3es, 43 anos, morador de Periperi. Sua frustra\u00e7\u00e3o era maior ainda na \u00e9poca em que o caminh\u00e3o de lixo n\u00e3o conseguia chegar na rua onde mora, porque \u201c\u00e9 uma viela\u201d. Por causa disso, Edmundo cansou de ver os vizinhos tocando fogo no lixo um do outro.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Pensa que ele se acomodou? Pelo contr\u00e1rio. Se juntou com amigos do bairro e formou a ONG Movimento do Sub\u00farbio Ferrovi\u00e1rio, para pensar em solu\u00e7\u00f5es para os problemas da regi\u00e3o, como a ineficiente coleta de lixo. \u201cA gente vivia em uma comunidade carente que tinha todas as mazelas. Nossos amigos eram os traficantes, ent\u00e3o a gente queria dar outro rumo para nossas vidas. Criamos a ONG para reivindicar as coisas que faltavam no Sub\u00farbio\u201d, explica Edmundo.<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"bodytext\"><strong>110\u00a0<\/strong>Kg de res\u00edduos submarinos foram coletados na orla da Barra, apenas na Quarta-Feira de Cinzas, pela Ambev e Ag\u00eancia MAP<\/p>\n<\/blockquote>\n<p class=\"bodytext\">Ele e oito volunt\u00e1rios passaram, ent\u00e3o, a realizar a coleta de lixo que n\u00e3o chegava em algumas ruas. Al\u00e9m disso, come\u00e7aram a educar os vizinhos sobre as consequ\u00eancias da queimada de res\u00edduos e a realizar atividades educativas nas escolas, com crian\u00e7as. \u201cA gente v\u00ea que a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 o caminho de tudo. \u00c0s vezes a pessoa faz uma coisa por n\u00e3o saber. Entendemos que o problema podia ser resolvido pelo di\u00e1logo\u201d, lembra Edmundo, que estudou at\u00e9 o segundo grau.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">As a\u00e7\u00f5es da ONG chamaram tanto a aten\u00e7\u00e3o que abriram caminho para a cria\u00e7\u00e3o da Cooperativa de Catadores do Paraguary (Cooperguary), que hoje atua em parceria com a prefeitura e tem Edmundo como presidente. Durante o Carnaval desse ano, por exemplo, a Cooperguary coletou cerca de 16 toneladas de latinhas de alum\u00ednio e oito toneladas de pl\u00e1stico.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201c\u00c9 muito res\u00edduo retirado no Carnaval\u201d, refor\u00e7a o presidente da cooperativa que d\u00e1 v\u00e1rios destinos para o lixo. O papel\u00e3o, por exemplo, \u00e9 prensado e vendido para uma ind\u00fastria de Sergipe. J\u00e1 a latinha de alum\u00ednio \u00e9 prensada at\u00e9 ficar \u201cparecendo cubo de gelo\u201d e levada por uma carreta para o Rio de Janeiro ou S\u00e3o Paulo, onde \u00e9 refeita. A latinha, explica Edmundo, \u201ctem muito alum\u00ednio e \u00e9 f\u00e1cil da ind\u00fastria reabsorver\u201d.<\/p>\n<p>Entre os pr\u00f3ximos planos do presidente da Cooperguary, est\u00e1 convencer a prefeitura a contratar as cooperativas para uma coleta seletiva mais eficaz. \u201cChega de fazer essa coleta de enterrar o lixo. A gente tem que dar um destino correto, porque temos responsabilidade sobre nosso lixo\u201d, defende. \u201cO que a gente faz com o meio ambiente, todo mundo sofre. Cada um tem que fazer sua parte, independente de apontar o dedo. Culpar os outros \u00e9 f\u00e1cil\u201d, opina.<\/p>\n<p><strong>200\u00a0<\/strong>Toneladas de lixo recicl\u00e1vel foi a quantidade de material coletado pela Limpurb neste Carnaval<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Arte<\/strong><br \/>\nPensando em dar uma utilidade ao lixo gerado em casa, a artista pl\u00e1stica argentina Lula Cicala, 30, resolveu ir al\u00e9m da separa\u00e7\u00e3o ecologicamente correta. Pintora por ess\u00eancia, passou a se expressar de outras formas s\u00f3 para poder reutilizar o lixo coletado no dia a dia. \u201cNos lugares onde morei, nunca vi coleta seletiva\u201d, justifica Lula, que mora no Brasil h\u00e1 sete anos e est\u00e1 em Salvador h\u00e1 um ano.<\/p>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<div id=\"div-gpt-ad-1563386375579-0\" data-google-query-id=\"CL3n8JC2_ucCFWQG1AodHvEIBQ\">\n<p class=\"bodytext\">O resultado pode ser visto na exposi\u00e7\u00e3o Pa\u00eds Tropical, que re\u00fane obras feitas com material reciclado e est\u00e1 em cartaz no Centro Cultural Solar Ferr\u00e3o, no Pelourinho, at\u00e9 maio. O papel usado nas obras, por exemplo, Lula pegou em uma gr\u00e1fica que ia jogar fora. \u00a0J\u00e1 a maioria dos pl\u00e1sticos, canudos, sacolas e isopores, a artista recolheu nas praias de Salvador. \u201cAlgumas coisas peguei do meu lixinho tamb\u00e9m\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Seu principal objetivo \u00e9 que as pessoas vejam que aquele material que \u00e9 \u201cvendido como descart\u00e1vel\u201d, tem uma vida \u00fatil depois do uso. \u201cQuando a gente come\u00e7a a pensar no lixo, \u00e9 uma coisa infinita. Separar o lixo \u00e9 muito importante e a gente tem que fortalecer isso. Mas as pessoas n\u00e3o se responsabilizam, n\u00e3o pensam \u2018aquele lixo que a gente joga fora, vai para onde?\u2019. A gente coloca a sacola na porta e pensa que fez sua parte\u201d, provoca a artista.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/correio-cdn2.cworks.cloud\/fileadmin\/_processed_\/6\/c\/csm_exposicao_pais_tropical_cred_Dimus_divulgacao5_a2e450b76f.jpg\" width=\"639\" height=\"479\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"single-publicidade\">\n<p class=\"bodytext\">Ent\u00e3o, quem for conferir sua exposi\u00e7\u00e3o, vai encontrar uma instala\u00e7\u00e3o em cores neon que recria o fundo do mar, com tartarugas e toda a flora encontrada no oceano. A instala\u00e7\u00e3o Recanto das Tartarugas foi apresentada pela primeira vez no Projeto Tamar, durante o evento comemorativo da soltura de 35 milh\u00f5es de tartarugas no Brasil, em 2018, no Santu\u00e1rio Ecol\u00f3gico da Praia de Pipa, em Natal.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">\u201cQueria fazer uma coisa atrativa e l\u00fadica para incentivar as pessoas a fazerem arte, coisas legais\u201d, explica Lula. \u201cN\u00e3o quero criticar ningu\u00e9m, quero convidar as pessoas a se inspirarem, a irem para o lado do bem. Elas precisam se sensibilizar de algum jeito. \u00c9 uma coisa que vai demorar, mas que se consegue. Olha quanta coisa linda a gente pode fazer com o lixo?\u201d, reflete.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Para se inspirar<\/strong><br \/>\nO qu\u00ea: Exposi\u00e7\u00e3o Pa\u00eds Tropical, com obras da artista Lula Cicala feitas com material reciclado<br \/>\nOnde: Galeria Solar Ferr\u00e3o (Rua Maciel de Baixo, 43, Pelourinho | 3116-6743)<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: De ter\u00e7a a sexta, das 10h \u00e0s 17h; e aos s\u00e1bados, das 13h \u00e0s 17h. At\u00e9 02\/05<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<h3><strong>Descarte seu lixo<\/strong><\/h3>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Ecoponto<\/strong><br \/>\nRecebe res\u00edduos recicl\u00e1veis (papel, papel\u00e3o, vidro, etc.), restos de constru\u00e7\u00e3o civil (entulho de at\u00e9 2 m3\/dia\/transportador), materiais i- naproveit\u00e1veis (sof\u00e1, fog\u00e3o, geladeira etc.) e poda de \u00e1rvore. End.: Rua\u00a0Wanderley Pinho, 710, Itaigara (atr\u00e1s do Hiper Posto). Em breve, o segundo Ecoponto de Salvador ser\u00e1 inaugurado em Itapu\u00e3.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Pontos de Entrega Volunt\u00e1ria (PEV)\u00a0<\/strong><br \/>\nS\u00e3o os containers azuis, distribu\u00eddos em diversos bairros, que fazem parte do Programa de Coleta Seletiva da prefeitura. Neles, qualquer pessoa pode depositar os res\u00edduos secos separados em casa, como garrafas PET e latas de alum\u00ednio.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Localize<\/strong><br \/>\nPara saber a localiza\u00e7\u00e3o dos PEVs e do Ecoponto, acesse o site www.coletaseletiva.salvador.ba.gov.br ou baixe o aplicativo Coleta Seletiva Salvador, nas plataformas Android e IOS. Nas duas ferramentas est\u00e1 dispon\u00edvel o mapa dos pontos de descarte.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Vale Luz Coelba\u00a0<\/strong><br \/>\nRecebe res\u00edduos em troca de descontos na conta de energia. S\u00e3o aceitos: papel e papel\u00e3o, pl\u00e1sticos, metal, \u00f3leo vegetal, azeites e eletr\u00f4nicos. Postos fixos: Salvador Shopping e Salvador Norte Shopping. Veja unidades m\u00f3veis no site: servicos.coelba.com.br.<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Programa So+ma Vantagens<\/strong><br \/>\nLatas de alum\u00ednio, vidro, papel\u00e3o, garrafa PET e sucatas s\u00e3o trocados por pontos. Estes d\u00e3o direito a alimentos, servi\u00e7os ou cursos profissionalizantes. End.: Periperi (P\u00e7a. da Revolu\u00e7\u00e3o), de segunda a sexta, das 8h \u00e0s 17h, e s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 12h; e Paripe (R. Chile de Paripe, 170), de segunda a sexta, das 8h \u00e0s 17h, e s\u00e1bado, das 9h \u00e0s 12h.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Carnaval j\u00e1 passou, mas deixou uma reflex\u00e3o: para onde vai o lixo gerado na<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":60901,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2017\/03\/lixo_carnaval.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O Carnaval j\u00e1 passou, mas deixou uma reflex\u00e3o: para onde vai o lixo gerado na","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122892"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=122892"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122892\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60901"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=122892"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=122892"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=122892"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}