{"id":122681,"date":"2020-02-28T13:30:06","date_gmt":"2020-02-28T16:30:06","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=122681"},"modified":"2020-02-28T12:30:06","modified_gmt":"2020-02-28T15:30:06","slug":"os-sinais-que-indicam-nova-alta-da-dengue-no-brasil-em-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/os-sinais-que-indicam-nova-alta-da-dengue-no-brasil-em-2020\/","title":{"rendered":"Os sinais que indicam nova alta da dengue no Brasil em 2020"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-112976\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>No mesmo m\u00eas em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um novo tipo de coronav\u00edrus surgido na China, um velho conhecido dos brasileiros deu sinais de que vai infectar ainda mais pessoas em 2020: o v\u00edrus da dengue, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.<\/p>\n<p>O mais recente boletim epidemiol\u00f3gico do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade com dados sobre a dengue aponta que o n\u00famero de casos prov\u00e1veis da doen\u00e7a \u2014 aqueles que s\u00e3o notificados \u00e0 pasta pelos Estados \u2014 cresceram 19% nas cinco primeiras semanas do ano em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2019.<\/p>\n<p>Foram notificados 94.149 casos prov\u00e1veis at\u00e9 a quinta semana do ano (mais precisamente de 29\/12\/2019 a 01\/02\/2020), ante 79.131 no mesmo per\u00edodo no ano passado.<\/p>\n<p>Neste in\u00edcio de 2020, h\u00e1 a confirma\u00e7\u00e3o de que pelo menos 14 pessoas morreram por dengue no\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/topics\/15f1bcf6-b6ab-48e8-b708-efed41e43d31\">pa\u00eds<\/a>. A compara\u00e7\u00e3o de \u00f3bitos com 2019 ainda \u00e9 incerta, j\u00e1 que os n\u00fameros ainda podem mudar bastante conforme chegam os resultados de an\u00e1lises laboratoriais e \u00e0 medida que os Estados e munic\u00edpios enviam seus informes ao minist\u00e9rio. Os dados do boletim atual, por exemplo, ainda n\u00e3o computam os casos e as mortes registrados a n\u00edvel local em fevereiro.<\/p>\n<p>Mas o minist\u00e9rio j\u00e1 trabalha com um cen\u00e1rio de aumento de casos de dengue para este ano, e alguns munic\u00edpios e Estados pelo pa\u00eds decretaram alerta para uma epidemia de dengue \u2014 que \u00e9 definida quando h\u00e1 uma taxa de 300 casos confirmados de doen\u00e7a para cada 100 mil habitantes.<\/p>\n<p>Hoje, o pa\u00eds tem em m\u00e9dia uma incid\u00eancia de 44,8 casos prov\u00e1veis para cada 100 mil habitantes, valor que tamb\u00e9m \u00e9 maior do que o registrado no boletim de mesmo per\u00edodo do ano passado (26,3 casos por 100 mil; a compara\u00e7\u00e3o entre boletins de diferentes anos deve ser feita com cautela, j\u00e1 que h\u00e1 muitas altera\u00e7\u00f5es e atualiza\u00e7\u00f5es de n\u00fameros depois que eles s\u00e3o publicados).<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o varia drasticamente dentro do pa\u00eds, e tr\u00eas Estados j\u00e1 dispararam com mais de 200 casos por 100 mil habitantes: Acre (taxa de 281,65\/100 mil); Mato Grosso do Sul (249,98\/100 mil) e Paran\u00e1 (220,75\/100 mil).<\/p>\n<p>No entanto, a tend\u00eancia de alta da dengue neste ano s\u00f3 poder\u00e1 ser confirmada nos pr\u00f3ximos meses \u2014 historicamente, o n\u00famero de doentes cresce a partir de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Especialistas e representantes de governos entrevistados pela BBC News Brasil atribuem a tend\u00eancia de alta da dengue em 2020 a uma combina\u00e7\u00e3o de fatores: primeiro e talvez mais importante, um novo ciclo poderoso de circula\u00e7\u00e3o do sorotipo 2 ( existem 4 sorotipos do v\u00edrus da dengue, uma classifica\u00e7\u00e3o que corresponde \u00e0 resposta de diferentes anticorpos no infectado); soma-se a isso condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas particulares nos \u00faltimos meses e fatores culturais e comportamentais da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Mais 8 mil doentes em uma semana no Paran\u00e1<\/h2>\n<p>Mapas de casos da doen\u00e7a deixam claro o destaque em uma faixa do pa\u00eds que come\u00e7a no Acre, passa pelo Centro-Oeste e por parte do Sudeste, terminando no Paran\u00e1. Estados do Nordeste, como Para\u00edba e Pernambuco, tiveram poucos casos em compara\u00e7\u00e3o com unidades de outras regi\u00f5es.<\/p>\n<p>No Paran\u00e1, os dados do crescimento da dengue impressionam. Em fevereiro do ano passado, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade apontou que o Estado tinha 14 doentes por 100 mil habitantes; j\u00e1 hoje, esse n\u00famero chega a 220,7 \u2014 alta de 1.471% na incid\u00eancia na compara\u00e7\u00e3o entre boletins dos dois per\u00edodos.<\/p>\n<p>Desde agosto, quando o Estado passou a contar um novo per\u00edodo epidemiol\u00f3gico, foram confirmados quase 35 mil casos da doen\u00e7a. S\u00f3 na \u00faltima semana, foram 8,2 mil novos doentes. Ainda de acordo com o governo estadual, 14 pessoas morreram de dengue neste ano \u2014 por serem fornecidos pelo Estado, esses dados s\u00e3o mais atualizados do que os compilados pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>&#8220;Nesse momento, estamos com um quadro de curva ascendente da doen\u00e7a. A tend\u00eancia \u00e9 de uma situa\u00e7\u00e3o de piora impactante, pois o per\u00edodo de maior incid\u00eancia ainda vai come\u00e7ar em mar\u00e7o&#8221;, diz Ivana Belmonte, coordenadora de vigil\u00e2ncia ambiental da Secretaria de Sa\u00fade do Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Segundo ela, a altera\u00e7\u00e3o do tipo de v\u00edrus circulante \u00e9 uma das explica\u00e7\u00f5es para o aumento da dengue no Estado e em boa parte do Brasil. De 2010 ao ano passado, a grande maioria das pessoas que teve dengue no Paran\u00e1 foi infectada pelo tipo 1 da doen\u00e7a. J\u00e1 a partir de agosto de 2019, o sorotipo 2 foi respons\u00e1vel por 83% das infec\u00e7\u00f5es por dengue no Estado.<\/p>\n<p>Uma pessoa pode ter os quatro sorotipos da doen\u00e7a, mas uma vez ocorrida a infec\u00e7\u00e3o por um deles, adquire-se imunidade permanente para este tipo.<\/p>\n<p>&#8220;Quando voc\u00ea pega o tipo 1, fica imunizado contra ele. Por isso que, depois de uma alta, o n\u00famero de casos tende a diminuir por um per\u00edodo. Por\u00e9m, quando o sorotipo circulante se altera para o 2, as pessoas n\u00e3o est\u00e3o imunizadas e acabam contraindo a doen\u00e7a. \u00c9 isso o que est\u00e1 acontecendo no Paran\u00e1 e em outros lugares&#8221;, explica Belmonte.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Sorotipo 2 da dengue avan\u00e7a no pa\u00eds<\/h2>\n<p>De fato, segundo informa\u00e7\u00f5es enviadas pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade \u00e0 BBC News Brasil, a participa\u00e7\u00e3o do sorotipo 2 no n\u00famero de casos de dengue cresceu nos \u00faltimos cinco anos no pa\u00eds, chegando em 2019 ao maior percentual: 65,6% dos casos, seguido pelo sorotipo 1 (30,4%) e sorotipo 4 (3,9%). Os dados para 2019 s\u00e3o preliminares e, para 2020, n\u00e3o est\u00e3o dispon\u00edveis ainda.<\/p>\n<p>&#8220;No fim de 2018, o tipo 2 do v\u00edrus da dengue voltou a circular depois de 10 anos e vem encontrando popula\u00e7\u00f5es suscet\u00edveis \u00e0 doen\u00e7a desde ent\u00e3o&#8221;, explicou o minist\u00e9rio em nota enviada \u00e0 reportagem.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/E02A\/production\/_111068375_combate_a-dengue_em-capinas_guarda-municipal10.jpg\" alt=\"Em garagem de uma casa, agente de sa\u00fade segura e olha para pote de \u00e1gua, buscando larvas de mosquito\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">CARLOS BASSAN\/ PREFEITURA DE CAMPINAS<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Idealizadora da campanha &#8217;10 minutos contra o Aedes&#8217; lembra que maioria dos criadouros do mosquito est\u00e1 dentro da casa das pessoas<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>A\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.co.uk\/portuguese\/topics\/e6628cd5-c2d2-421f-a04d-7de92a105ba1\">bi\u00f3loga<\/a>\u00a0Denise Valle, pesquisadora do Laborat\u00f3rio de Biologia Molecular de Flaviv\u00edrus do Instituto Oswaldo Cruz (IOC\/Fiocruz) e idealizadora da campanha &#8220;10 minutos contra o Aedes&#8221;, explica que, em 2019, o sorotipo 2 j\u00e1 puxou para o alto o n\u00famero de casos de dengue em v\u00e1rios Estados. No entanto, para v\u00e1rios outros lugares, a chegada deste tipo de v\u00edrus \u00e9 uma novidade e, por isso, os n\u00fameros para 2020 devem ser altos tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>&#8220;Em 2019, o sorotipo 2 circulou muito, mas n\u00e3o circulou em todas as regi\u00f5es do Brasil. Al\u00e9m disso, estamos tendo um ver\u00e3o muito molhado, com bastante chuva \u2014 o que tamb\u00e9m colabora para aumentar a quantidade de criadouros&#8221;, aponta.<\/p>\n<p>Valle explica que o pa\u00eds \u00e9 &#8220;hiperend\u00eamico para a dengue, com per\u00edodos epid\u00eamicos&#8221; \u2014 o que significa, com &#8220;end\u00eamico&#8221;, que as infec\u00e7\u00f5es ocorrem o ano todo, apesar de crescerem no ver\u00e3o; e, com &#8220;hiper&#8221;, que h\u00e1 mais de um sorotipo circulando. A pesquisadora destaca tamb\u00e9m que, por ter dimens\u00f5es continentais, o pa\u00eds tem padr\u00f5es diferentes de contamina\u00e7\u00e3o por Estado e at\u00e9 dentro de uma mesma cidade.<\/p>\n<p>Mas, para a bi\u00f3loga, \u00e9 digno de nota o que vem sendo observado no Sul nos \u00faltimos anos, simbolizado neste 2020 com a presen\u00e7a do Paran\u00e1 entre os Estados brasileiros com mais casos.<\/p>\n<p>&#8220;O Brasil tem dengue o tempo todo, mas o Sul, com clima mais frio, \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) maior e cidades melhor estruturadas, vinha atrasando a instala\u00e7\u00e3o do\u00a0<i>Aedes aegypti<\/i>. Hoje vemos uma consolida\u00e7\u00e3o da instala\u00e7\u00e3o da dengue na regi\u00e3o Sul tamb\u00e9m&#8221;, aponta Valle.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">&#8216;N\u00e3o d\u00e1 para ficar esperando o poder p\u00fablico limpar o seu quintal&#8217;<\/h2>\n<p>Apesar de apontar para a import\u00e2ncia do saneamento e da urbaniza\u00e7\u00e3o no controle do mosquito\u00a0<i>Aedes aegypti\u00a0<\/i>\u2014 que tamb\u00e9m transmite zika e chicungunha \u2014, Valle chama a aten\u00e7\u00e3o para o papel das pessoas no combate \u00e0 dengue e outras doen\u00e7as.<\/p>\n<p>&#8220;O Aedes \u00e9 um mosquito dom\u00e9stico. De cada 10 criadouros, 8 est\u00e3o dentro da casa das pessoas&#8221;, destaca.<\/p>\n<p>Ivana Belmonte tamb\u00e9m menciona quest\u00f5es clim\u00e1ticas, como o aumento das chuvas em determinadas regi\u00f5es, al\u00e9m de quest\u00f5es culturais para explicar o avan\u00e7o da dengue no Paran\u00e1 neste ano.<\/p>\n<p>&#8220;A cultura da elimina\u00e7\u00e3o de criadouros do mosquito ainda \u00e9 pequena no Brasil. \u00c9 preciso sensibilizar ainda mais a popula\u00e7\u00e3o de que o risco \u00e9 real, de que voc\u00ea ou um parente pode morrer de dengue&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Segundo ela, munic\u00edpios do Paran\u00e1 t\u00eam feito mutir\u00f5es para verificar e eliminar criadouros do\u00a0<i>Aedes aegypti<\/i>, mas, mesmo assim, os dados de cont\u00e1gio t\u00eam subido.<\/p>\n<p>&#8220;Os servidores fazem checagens a cada dois meses em resid\u00eancias, mas isso precisa partir das pessoas tamb\u00e9m. N\u00e3o d\u00e1 para voc\u00ea ficar esperando o poder p\u00fablico limpar o seu quintal&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Santa Catarina, embora ainda n\u00e3o tenha tido um aumento significativo dos casos de dengue em 2020, j\u00e1 projeta uma alta nos pr\u00f3ximos meses. O n\u00famero de focos do mosquito \u2014 quando as cidades identificam criadouros do\u00a0<i>Aedes aegypti<\/i>\u00a0\u2014 cresceu 54% at\u00e9 15 de fevereiro, chegando a mais de 7.600 pontos. O \u00faltimo boletim epidemiol\u00f3gico tamb\u00e9m aponta que 100 dos 295 munic\u00edpios de Santa Catarina enfrentam uma &#8220;infesta\u00e7\u00e3o&#8221; de\u00a0<i>Aedes aegypti<\/i>.<\/p>\n<p>&#8220;Pela proximidade com o Paran\u00e1 e a circula\u00e7\u00e3o de turistas, enxergamos um cen\u00e1rio de crescimento da dengue&#8221;, diz Tharine Dal Cim, bi\u00f3loga da Secretaria de Sa\u00fade de Santa Catarina. &#8220;N\u00f3s tivemos ver\u00f5es mais quentes e invernos menos rigorosos. Normalmente, o inverno mais frio controla a prolifera\u00e7\u00e3o do mosquito. Mas as temperaturas mais amenas, e o fato de o Aedes estar se adaptando a essas condi\u00e7\u00f5es, t\u00eam feito aumentar os focos no Estado&#8221;.<\/p>\n<p>Para a bi\u00f3loga, parte da regi\u00e3o Sul ainda n\u00e3o est\u00e1 acostumada a enfrentar a dengue, pois, no imagin\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o, Estados mais frios s\u00e3o livres da doen\u00e7a \u2014 a temperatura alta de fato \u00e9 um fator importante na prolifera\u00e7\u00e3o dos mosquitos, mas isso n\u00e3o blinda a regi\u00e3o Sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&#8220;As pessoas pensam que aqui n\u00e3o tem dengue, que ela s\u00f3 atinge o Sudeste e Nordeste. Ent\u00e3o, acaba existindo um descuido com a prolifera\u00e7\u00e3o do mosquito&#8221;, diz Dal Cim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No mesmo m\u00eas em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":112976,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/dengue.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"No mesmo m\u00eas em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122681"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=122681"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/122681\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/112976"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=122681"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=122681"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=122681"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}