{"id":122229,"date":"2020-02-20T14:00:29","date_gmt":"2020-02-20T17:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=122229"},"modified":"2020-02-19T21:36:17","modified_gmt":"2020-02-20T00:36:17","slug":"carnaval-da-gordofobia-ativistas-em-prol-de-desvincular-corpo-gordo-a-doenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/carnaval-da-gordofobia-ativistas-em-prol-de-desvincular-corpo-gordo-a-doenca\/","title":{"rendered":"Carnaval da gordofobia: ativistas em prol de desvincular corpo gordo \u00e0 doen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-122230\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/gordofobia-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/gordofobia-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/gordofobia.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Nesta \u00e9poca de carnaval, \u00e9 comum vermos\u00a0<strong>corpos mais expostos<\/strong>. Com isso, v\u00e1rios tipos de viol\u00eancia aparecem: ass\u00e9dio e cr\u00edticas aos corpos fora de um determinado padr\u00e3o de beleza.<\/p>\n<p>O carnaval \u00e9 um momento ir\u00f4nico, de subvers\u00e3o de valores. Temos visto, nos \u00faltimos anos,\u00a0<strong>corpos gordos caindo na folia sem censura<\/strong>, mas n\u00e3o sem receberem cr\u00edticas e serem alvo de preconceito.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o veio \u00e0 tona mais uma vez, este ano, no qual as pol\u00eamicas\u00a0<strong>pochetes<\/strong>\u00a0viraram acess\u00f3rio carnavalesco. O adere\u00e7o virou ofensa para muita gente ao ser confeccionado com uma imagem de uma barriga gorda, trazendo \u00e0 tona a discuss\u00e3o sobre a\u00a0<strong>gordofobia<\/strong> na nossa sociedade.<\/p>\n<div class=\"responsive-container\">\n<div class=\"SandboxRoot env-bp-350\" data-twitter-event-id=\"0\">\n<div id=\"twitter-widget-0\" class=\"EmbeddedTweet EmbeddedTweet--cta js-clickToOpenTarget\" lang=\"pt\" data-click-to-open-target=\"https:\/\/twitter.com\/MidiaNINJA\/status\/1228797828807503872\" data-iframe-title=\"Tweet do Twitter\" data-scribe=\"page:tweet\" data-twitter-event-id=\"1\">\n<div class=\"EmbeddedTweet-tweetContainer\">\n<div class=\"EmbeddedTweet-tweet\">\n<blockquote class=\"Tweet h-entry js-tweetIdInfo subject expanded\" cite=\"https:\/\/twitter.com\/MidiaNINJA\/status\/1228797828807503872\" data-tweet-id=\"1228797828807503872\" data-scribe=\"section:subject\">\n<div class=\"Tweet-body e-entry-content\" data-scribe=\"component:tweet\">\n<p class=\"Tweet-text e-entry-title\" dir=\"ltr\" lang=\"pt\">Via <a class=\"PrettyLink profile customisable h-card\" dir=\"ltr\" href=\"https:\/\/twitter.com\/caiorevela\" data-mentioned-user-id=\"2447940036\" data-scribe=\"element:mention\"><span class=\"PrettyLink-prefix\">@<\/span><span class=\"PrettyLink-value\">caiorevela<\/span><\/a>: tem uma galera tentando me ofender dizendo que vai usar essa \u201cpochete Caio Revela\u201d no Carnaval. Descobri que ela foi lan\u00e7ada em 2017 e que chegou ao mercado como uma \u201cbizarrice fashion\u201d. Pra mim tem outro nome: GORDOFOBIA.<\/p>\n<div class=\"Tweet-card\">\n<article class=\"MediaCard\n\n           customisable-border\" dir=\"ltr\" data-scribe=\"component:card\"><\/p>\n<div class=\"MediaCard-media\" data-scribe=\"element:photo\">\n<div class=\"MediaCard-widthConstraint js-cspForcedStyle\" data-style=\"max-width: 800px\">\n<div class=\"MediaCard-mediaContainer js-cspForcedStyle MediaCard--roundedTop MediaCard--roundedBottom\" data-style=\"padding-bottom: 56.2500%\"><a class=\"MediaCard-mediaAsset NaturalImage\" href=\"https:\/\/twitter.com\/MidiaNINJA\/status\/1228797828807503872\/photo\/1\"><img loading=\"lazy\" class=\"NaturalImage-image\" title=\"Ver imagem no Twitter\" src=\"https:\/\/pbs.twimg.com\/media\/EQ2RGh0WsAAUMfh?format=jpg&amp;name=small\" alt=\"Ver imagem no Twitter\" width=\"640\" height=\"360\" data-image=\"https:\/\/pbs.twimg.com\/media\/EQ2RGh0WsAAUMfh\" data-image-format=\"jpg\" \/><\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/blockquote>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2>Gordofobia x press\u00e3o est\u00e9tica<\/h2>\n<p><a href=\"https:\/\/www.greenme.com.br\/viver\/costume-e-sociedade\/8465-gordofobia-gordofobico\/\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"internal\">Gordofobia<\/a>\u00a0\u00e9 um\u00a0<strong>julgamento preconceituoso acerca de um corpo gordo<\/strong>, tomando-o como repugnante ou, at\u00e9 mesmo, doente, explica Adriano Segal, psiquiatra do Centro Especializado em Obesidade e Diabetes do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.hospitaloswaldocruz.org.br\/imprensa\/noticias\/precisamos-falar-de-gordofobia\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Hospital Alem\u00e3o Oswaldo Cruz<\/a>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do preconceito, uma pessoa gorda enfrenta uma<strong>\u00a0s\u00e9rie de exclus\u00f5es sociais vexat\u00f3rias<\/strong>, que v\u00e3o desde a dificuldade em encontrar um assento em transportes p\u00fablicos ou uma roupa.<\/p>\n<p>Em\u00a0<strong>defesa da diversidade corporal<\/strong>, ativistas v\u00eam chamando a aten\u00e7\u00e3o para esse tipo de preconceito discutindo-o e, tamb\u00e9m, mostrando os seus pr\u00f3prios corpos.<\/p>\n<p>Um desses ativistas \u00e9 a jornalista e youtuber\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/alexandrismos\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Alexandra Gurgel<\/a>, que desde crian\u00e7a enfrenta o preconceito por ser gorda e a press\u00e3o por ter um corpo que n\u00e3o se encaixa em um padr\u00e3o de beleza. Ela contou \u00e0\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cartacapital.com.br\/diversidade\/contra-a-gordofobia-movimento-corpo-livre-ganha-forca-na-internet\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Carta Capital<\/a>\u00a0que fez a sua<strong>\u00a0primeira dieta quando tinha apenas 9 anos.<\/strong>\u00a0A partir de ent\u00e3o, passou a odiar o seu corpo e a perceb\u00ea-lo como um problema.<\/p>\n<p>O resultado dessa\u00a0<strong>viol\u00eancia social<\/strong>\u00a0foi que ela desenvolveu\u00a0<strong>bulimia e anorexia<\/strong>, al\u00e9m de ter se submetido a uma lipoaspira\u00e7\u00e3o. Mas o pior aconteceu em 2012, quando ela tentou o suic\u00eddio, tamanha a sua insatisfa\u00e7\u00e3o por nunca conseguir atingir o tal padr\u00e3o de beleza corporal. Ao chegar a esse limite, Alexandra conta que:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEssa situa\u00e7\u00e3o me fez pensar que tinha algum motivo para eu estar aqui. E viva. Foi isso que me levou ao \u2018corpo livre\u2019\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<p>No ano seguinte, ainda em recupera\u00e7\u00e3o, a jornalista criou um canal no Youtube para\u00a0<strong>discutir a gordofobia e o movimento \u201ccorpo livre\u201d<\/strong>, que hoje conta com cerca de 600 mil seguidores.<\/p>\n<p>Essa discuss\u00e3o nasceu no pa\u00eds com as maiores taxas de obesidade mundialmente, os Estados Unidos, onde o\u00a0<strong>conceito \u201cbody positive\u201d<\/strong>\u00a0come\u00e7ou a ser usado para<strong>\u00a0desconstruir a imposi\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o ancorado em um corpo \u201cperfeito\u201d<\/strong>, a fim de que as pessoas passassem a se amar da forma como elas se apresentam ao mundo.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cUm corpo livre \u00e9 um corpo que entende o contexto social em que estamos inseridos, que n\u00e3o \u00e9 culpa nossa. Que come\u00e7a a se amar, a viver, dan\u00e7ar, andar, caber nos lugares e etc.\u201d, explica Alessandra.<\/p><\/blockquote>\n<p>Diferentemente da gordofobia, que \u00e9 uma quest\u00e3o sobre a dificuldade de acessos a um corpo gordo, a\u00a0<strong>press\u00e3o est\u00e9tica \u00e9 a imposi\u00e7\u00e3o de um padr\u00e3o de beleza tido como \u201cideal\u201d<\/strong>. Em geral, esse tipo de press\u00e3o social \u00e9 muito mais forte sobre as mulheres, que passam a sua vida tentando ser magras.<\/p>\n<p>O tipo de ativismo feito por Alexandra tem ganhado cada vez mais popularidade nas redes sociais, nas quais ambos os temas, gordofobia e press\u00e3o est\u00e9tica, v\u00eam incentivando as pessoas ao debate, que inclui, ainda, a\u00a0<strong>associa\u00e7\u00e3o do corpo gordo a um problema patol\u00f3gico.<\/strong><\/p>\n<div class=\"youtube responsive-container\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"N\u00e3o \u00e9 pq a sua amiga \u00e9 BONITA que voc\u00ea \u00e9 FEIA\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-6F8P6VCgXU?feature=oembed\" width=\"500\" height=\"281\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<p>Isso significa que\u00a0<strong>corpos gordos s\u00e3o julgados como doentes<\/strong>, n\u00e3o apenas pelo crivo social como, tamb\u00e9m, m\u00e9dico. Nas redes sociais, h\u00e1 v\u00e1rios relatos de pessoas gordas que sofrem\u00a0<strong>preconceito, mascarado de cuidado<\/strong>, por parte de profissionais de sa\u00fade.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga Vanessa Tomasini, especialista em comportamento alimentar, relata que o\u00a0<strong>perfil de seus pacientes s\u00e3o mulheres insatisfeitas com o corpo delas.<\/strong>\u00a0Foi por isso que ela decidiu criar o projeto \u201cVoc\u00ea Tem Fome de Qu\u00ea?\u201d. Com o objetivo de levar a assist\u00eancia dada em seu consult\u00f3rio para mais pessoas, ela criou um canal no Youtube no qual compartilha sua experi\u00eancia profissional.<\/p>\n<blockquote><p>\u00a0\u201cAs mulheres t\u00eam uma\u00a0<strong>baixa autoestima<\/strong> por causa do corpo. Elas acreditam que seus valores est\u00e3o \u00fanica e exclusivamente no corpo. Atendo mulheres que s\u00e3o bem-sucedidas na carreira, mas n\u00e3o se amam apenas por causa do f\u00edsico\u201d, comenta a psic\u00f3loga.<\/p><\/blockquote>\n<p>Vanessa alerta sobre a\u00a0<strong>diversidade dos corpos e a inviabilidade, pois, de buscar e manter-se em um padr\u00e3o<\/strong>. Ela d\u00e1 como exemplo a modelo Gisele B\u00fcndchen, s\u00edmbolo mundial de beleza, que tem uma irm\u00e3 g\u00eamea diferente dela.\u00a0<strong>A beleza \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o social<\/strong>\u00a0que pode ser desfeita, se n\u00e3o nos deixarmos cair na armadilha do estere\u00f3tipo.<\/p>\n<p>Quando passamos a entender que\u00a0<strong>nenhum corpo \u00e9 igual a outro<\/strong>, porque n\u00e3o existem pessoas iguais, damos espa\u00e7o \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de que\u00a0<strong>a beleza \u00e9 muito mais ampla e diversa \u2013\u00a0<\/strong>e nosso olhar passa a agradecer por poder enxergar muito mais a beleza existente na diversidade da realidade.<\/p>\n<h2>Autocuidado<\/h2>\n<p>Claro que ningu\u00e9m est\u00e1 fazendo uma ode \u00e0 obesidade e \u00e0 displic\u00eancia, mas\u00a0<strong>a pr\u00e1tica do autocuidado \u00e9 muito mais abrangente do que fazer dieta e ir para a academia.<\/strong><\/p>\n<p>O endocrinologista da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Carlos Eduardo Seraphim,\u00a0destaca que\u00a0<strong>a obesidade \u00e9 definida pelo IMC<\/strong>\u00a0<strong>acima de 30 kg\/m2<\/strong>\u00a0(IMC= peso\/altura<sup>2<\/sup>), mas que existem outros fatores a serem levados em conta.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cIMC n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico fator. Temos que levar outros crit\u00e9rios em conta, como a circunfer\u00eancia abdominal, a rela\u00e7\u00e3o cintura\/altura, a quantidade de gordura visceral, etc\u201d, explica.<\/p><\/blockquote>\n<p>Seraphim destaca, ainda, que estudos t\u00eam mostrado que\u00a0<strong>fatores gen\u00e9ticos<\/strong>\u00a0interferem na obesidade, e n\u00e3o apenas a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O especialista fala da import\u00e2ncia de\u00a0<strong>tratar a obesidade sem preconceitos<\/strong>:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cSe me perguntar qual \u00e9 a sa\u00edda, acredito que devemos\u00a0<strong>tratar as quest\u00f5es de sa\u00fade na obesidade com respeito e sem discrimina\u00e7\u00e3o.<\/strong>\u00a0N\u00e3o \u00e9 papel do m\u00e9dico estabelecer um ideal de beleza ou de peso ao paciente, embora eu saiba que infelizmente ocorre. Ainda mais, h\u00e1 todo um\u00a0<strong>segmento de \u2018mercado\u2019 e charlatanismo<\/strong>\u00a0que se aproveitam da fragilidade emocional de algumas pessoas para vender curas milagrosas. Gosto da express\u00e3o\u00a0<strong>\u2018o seu melhor peso\u2019<\/strong>, quer dizer, tentar chegar em um peso mais seguro para a sa\u00fade do indiv\u00edduo, em que ele se sinta mais disposto, menos cansado, com melhor sono, etc. Para isso temos recursos com dieta\/nutricionistas, atividade f\u00edsica\/profissionais de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e medicamentos\/endocrinologistas\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<h2>O peso que n\u00e3o pesa<\/h2>\n<p><strong>O \u201cmelhor peso\u201d \u00e9 aquele que n\u00e3o pesa<\/strong>, \u00e9 aquele no qual uma pessoa se sente confort\u00e1vel sendo quem \u00e9, e isso s\u00f3 acontece quando nos aceitamos pelo que somos, seja em rela\u00e7\u00e3o ao nosso corpo, seja em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quilo em que acreditamos e que nos faz bem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nesta \u00e9poca de carnaval, \u00e9 comum vermos\u00a0corpos mais expostos. 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