{"id":120664,"date":"2020-01-25T12:00:15","date_gmt":"2020-01-25T15:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=120664"},"modified":"2020-01-24T20:28:53","modified_gmt":"2020-01-24T23:28:53","slug":"desmate-de-fragmento-da-mata-atlantica-eleva-temperatura-local","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/desmate-de-fragmento-da-mata-atlantica-eleva-temperatura-local\/","title":{"rendered":"Desmate de fragmento da Mata Atl\u00e2ntica eleva temperatura local"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-120665\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a>Estudo feito por pesquisadores das universidades de S\u00e3o Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp) revela que, se um fragmento de Mata Atl\u00e2ntica de aproximadamente um hectare tiver 25% de sua \u00e1rea desmatada, a temperatura local aumenta 1\u00ba C. Se todo o pequeno remanescente for desflorestado, portanto, o impacto na temperatura m\u00e1xima local pode chegar a 4\u00ba C. Os dados foram <strong><a href=\"https:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0225443\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">divulgados<\/a><\/strong>\u00a0na revista\u00a0<em>PLOS ONE<\/em>.<\/p>\n<p>\u201cConseguimos detectar efeitos clim\u00e1ticos de aquecimento causado pelo desmatamento de florestas nessa escala de fragmentos da Mata Atl\u00e2ntica, muito comuns no Sudeste do pa\u00eds\u201d, disse \u00e0\u00a0<strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/299\/humberto-ribeiro-da-rocha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Humberto Ribeiro da Rocha<\/a><\/strong>, professor do Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG) da USP e coordenador do trabalho.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o foi conduzida no \u00e2mbito de dois projetos: um vinculado ao Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas Globais (<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/93095\/investimentos-pro-climaticos-inteligentes-em-bacias-de-montanhas-tropicais-da-america-do-sul-climat\/?q=2015\/50682-6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">PFPMCG<\/a><\/strong>) e outro ligado ao Programa\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/81891\/ecofor-biodiversidade-e-funcionamento-de-ecossistemas-em-areas-alteradas-pelo-homem-nas-florestas-a\/?q=2012\/51872-5\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">BIOTA-FAPESP<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>De acordo com Rocha, j\u00e1 havia evid\u00eancias cient\u00edficas de que o desmatamento de florestas tropicais promove o aquecimento do ar em escala local, mas baseadas em medidas de grandes \u00e1reas desmatadas, obtidas principalmente de estudos feitos na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o havia uma informa\u00e7\u00e3o detalhada sobre o efeito do desmatamento em pequenos fragmentos, nem estudos que levassem em conta diferentes n\u00edveis de antropiza\u00e7\u00e3o [mudan\u00e7as por a\u00e7\u00e3o humana]\u201d, disse Rocha, membro da coordena\u00e7\u00e3o do PFPMCG.<\/p>\n<p>A fim de suprir essa lacuna, os pesquisadores analisaram a rela\u00e7\u00e3o entre o grau de desmatamento e o aquecimento da temperatura local em remanescentes da Mata Atl\u00e2ntica situados na Serra do Mar, no litoral norte de S\u00e3o Paulo, por meio de estimativas da temperatura da superf\u00edcie terrestre (LST, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>Essas estimativas da temperatura superficial s\u00e3o feitas a partir de dados de emiss\u00e3o de fluxos de calor (t\u00e9rmicos) em todo o globo, registrados continuamente por sensores \u00f3pticos no infravermelho, como os acoplados aos sat\u00e9lites do Programa Landsat, da ag\u00eancia espacial americana, a Nasa.<\/p>\n<p>Com base nesses dados, foi calculada uma m\u00e9dia anual de temperatura superficial de dezenas de milhares de amostras de \u00e1reas da Mata Atl\u00e2ntica com aproximadamente um hectare e com cobertura florestal vari\u00e1vel do n\u00edvel total at\u00e9 o desmatamento integral. Os fragmentos florestais tamb\u00e9m apresentavam diferentes graus de antropiza\u00e7\u00e3o, com varia\u00e7\u00e3o de 1%.<\/p>\n<p>Os c\u00e1lculos, feitos durante o doutorado da pesquisadora\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/701412\/raianny-leite-do-nascimento-wanderley\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Raianny Leite do Nascimento Wanderley<\/a><\/strong>, sob orienta\u00e7\u00e3o de Rocha, indicaram que as \u00e1reas com menor cobertura florestal apresentam temperaturas mais altas. Cada aumento de 25% na retirada da cobertura vegetal nativa resultou no aquecimento de 1\u00ba C na temperatura local, chegando a 4\u00ba C no caso de desmatamento total.<\/p>\n<p>\u201cEsse padr\u00e3o detectado \u00e9 interpretado como uma caracteriza\u00e7\u00e3o de impacto da perda de cobertura florestal no microclima do ambiente\u201d, disse Rocha.<\/p>\n<p><strong>Impactos na floresta<\/strong><\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, os fragmentos de Mata Atl\u00e2ntica abrangidos pelo estudo, situados em maior altitude, t\u00eam proporcionalmente maior quantidade de carbono estocado no solo em compara\u00e7\u00e3o com \u00e1reas da Amaz\u00f4nia. Dessa forma, o desmatamento dessas \u00e1reas pode comprometer o balan\u00e7o de carbono da floresta.<\/p>\n<p>\u201cA Mata Atl\u00e2ntica, que hoje est\u00e1 em equil\u00edbrio ou talvez esteja marginalmente absorvendo carbono da atmosfera, pode passar a ser uma fonte emissora\u201d, ponderou\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/283\/carlos-alfredo-joly\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Carlos Joly<\/a><\/strong>, professor da Unicamp e um dos autores do estudo.<\/p>\n<p>O aumento da temperatura nesses fragmentos de floresta afeta mais a respira\u00e7\u00e3o do que a fotoss\u00edntese das plantas. Esse efeito tamb\u00e9m contribui para a libera\u00e7\u00e3o de maiores quantidades de carbono da floresta para a atmosfera, afirmou Joly, que \u00e9 membro da coordena\u00e7\u00e3o do BIOTA-FAPESP.<\/p>\n<p>\u201cA combina\u00e7\u00e3o desses dois processos cria uma sinergia mal\u00e9fica para aumentar as emiss\u00f5es de carbono da floresta para a atmosfera\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>De acordo com Joly, ainda n\u00e3o se sabe se os efeitos do aumento da temperatura nos fragmentos de Mata Atl\u00e2ntica em raz\u00e3o do desmatamento s\u00e3o iguais em todas as esp\u00e9cies de \u00e1rvores.<\/p>\n<p>Normalmente, s\u00e3o as esp\u00e9cies pioneiras \u2013 que sobrevivem em condi\u00e7\u00f5es desfavor\u00e1veis devido \u00e0 alta capacidade reprodutiva \u2013 que apresentam maior capacidade de resistir a mudan\u00e7as de temperatura, explicou o pesquisador.<\/p>\n<p>\u201cAinda n\u00e3o temos condi\u00e7\u00f5es de prever em quanto tempo, mas no longo prazo certamente o aumento da temperatura em fragmentos de Mata Atl\u00e2ntica causado pelo desmatamento pode influenciar, de forma diferenciada, a sobreviv\u00eancia de esp\u00e9cies de \u00e1rvores na floresta\u201d, disse.<\/p>\n<p>\u201cPode ser que ocorra uma diminui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies t\u00edpicas de uma floresta madura e aumente a propor\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies de maior plasticidade, que, em geral, s\u00e3o as pioneiras ou secund\u00e1rias iniciais.\u201d<\/p>\n<p><strong>Fun\u00e7\u00f5es comprometidas<\/strong><\/p>\n<p>Considerada uma das florestas mais ricas e amea\u00e7adas do planeta, a Mata Atl\u00e2ntica ocupa hoje 15% do territ\u00f3rio brasileiro, em regi\u00e3o que abrange 72% da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Dados recentes do\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.sosma.org.br\/projetos\/atlas-da-mata-atlantica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Atlas da Mata Atl\u00e2ntica<\/a><\/strong>\u00a0indicam que foram perdidos 113 quil\u00f4metros quadrados (km2) do bioma entre 2017 e 2018. O monitoramento \u00e9 feito de forma cont\u00ednua pela Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos impactos na biodiversidade, o desmatamento, ainda que em escala pequena, compromete importantes servi\u00e7os ecossist\u00eamicos prestados pela Mata Atl\u00e2ntica, entre eles a regula\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica, ressaltam os autores.<\/p>\n<p>\u201cA floresta \u00e9 important\u00edssima para manter as temperaturas mais amenas em escalas local e regional. A mudan\u00e7a em seu funcionamento pode comprometer essa fun\u00e7\u00e3o\u201d, disse Joly.<\/p>\n<p>O abastecimento de \u00e1gua tamb\u00e9m pode ser impactado. A Mata Atl\u00e2ntica abriga sete das nove maiores bacias hidrogr\u00e1ficas do pa\u00eds, que s\u00e3o as cabeceiras de rios que abastecem reservat\u00f3rios respons\u00e1veis por quase 60% da produ\u00e7\u00e3o da energia hidrel\u00e9trica e fornecem \u00e1gua para 130 milh\u00f5es de habitantes do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cA Mata Atl\u00e2ntica n\u00e3o produz \u00e1gua, mas protege as nascentes e permite o armazenamento nos reservat\u00f3rios para consumo, gera\u00e7\u00e3o de energia, irriga\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e pesca, entre outras atividades\u201d, apontou Joly.<\/p>\n<p>Por estar situada em \u00e1reas extremamente \u00edngremes, como as encostas, a floresta ajuda a evitar deslizamentos de terra, muito comuns em per\u00edodos de chuvas intensas.<\/p>\n<p>\u201cA remo\u00e7\u00e3o ou a mudan\u00e7a no funcionamento desses fragmentos de floresta pode diminuir muito essa prote\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou Joly.<\/p>\n<p>Segundo o pesquisador, o Estado \u00e9 o maior indutor do desmatamento na Mata Atl\u00e2ntica, hoje reduzida a 12,4% da \u00e1rea original, em raz\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o de obras de infraestrutura, como rodovias e gasodutos. O bioma tamb\u00e9m tem sofrido com a expans\u00e3o urbana, que envolve a constru\u00e7\u00e3o de favelas e de condom\u00ednios de alto padr\u00e3o.<\/p>\n<p>Por ser um dos biomas mais amea\u00e7ados na Am\u00e9rica do Sul, a Mata Atl\u00e2ntica tem sido foco nos \u00faltimos anos de um grande n\u00famero de estudos voltados \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o, feitos, em grande parte, por pesquisadores vinculados ao programa\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.fapesp.br\/biota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">BIOTA-FAPESP<\/a><\/strong>, ressaltou Joly.<\/p>\n<p>A maior iniciativa de restaura\u00e7\u00e3o do bioma \u00e9 coordenada pelo\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.fapesp.br\/biota\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pacto da Mata Atl\u00e2ntica<\/a><\/strong>\u00a0\u2013 movimento surgido na sociedade civil voltado a restaurar e conservar a floresta.<\/p>\n<p>\u201cExiste hoje expressivo conhecimento acumulado sobre restaura\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica. \u00c9 l\u00f3gico que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel recuperar tudo o que foi perdido, mas ao menos parte das fun\u00e7\u00f5es da floresta podemos restaurar\u201d, avaliou Joly.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<em>Relationship between land surface temperature and fraction of anthropized area in the Atlantic forest region, Brazil<\/em>\u00a0(DOI: 10.1371\/journal.pone.0225443), de Raianny L. N. Wanderley, Leonardo M. Domingues, Carlos A. Joly e Humberto R. da Rocha, pode ser lido na revista\u00a0<em>PLoS One<\/em>\u00a0em\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0225443\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/journals.plos.org\/plosone\/article?id=10.1371\/journal.pone.0225443<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo feito por pesquisadores das universidades de S\u00e3o Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp)<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":120665,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/amazonia-5.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Estudo feito por pesquisadores das universidades de S\u00e3o Paulo (USP) e Estadual de Campinas (Unicamp)","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120664"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=120664"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120664\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/120665"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=120664"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=120664"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=120664"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}