{"id":119617,"date":"2020-01-08T08:00:52","date_gmt":"2020-01-08T11:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=119617"},"modified":"2020-01-07T18:08:29","modified_gmt":"2020-01-07T21:08:29","slug":"guia-retrata-a-rica-biodiversidade-das-aguas-e-ilhas-cariocas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/guia-retrata-a-rica-biodiversidade-das-aguas-e-ilhas-cariocas\/","title":{"rendered":"Guia retrata a rica biodiversidade das \u00e1guas e ilhas cariocas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-119618\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quem frequenta as praias mais famosas do Rio de Janeiro, Ipanema e Copacabana, n\u00e3o imagina a riqueza que se esconde nas \u00e1guas oce\u00e2nicas que banham a metr\u00f3pole carioca. Boa parte dessa rica biodiversidade pode ser vista nas p\u00e1ginas do rec\u00e9m-lan\u00e7ado \u201c<a href=\"http:\/\/ilhasdorio.org.br\/publicacoes\/livros\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho das Ilhas do Rio<\/a>\u201d. A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado do trabalho de quase uma d\u00e9cada do Projeto Ilhas do Rio e traz um invent\u00e1rio com 302 esp\u00e9cies marinhas que ocorrem em 12 ilhas do litoral carioca, com destaque para o arquip\u00e9lago das Ilhas Cagarras.<\/p>\n<p>Quando virou unidade de conserva\u00e7\u00e3o, em 2010, o conjunto de 6 ilhas (Palmas, Comprida, Cagarra e Redonda, Filhote da Cagarra e Filhote da Redonda) que comp\u00f5em o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.wikiparques.org\/wiki\/Monumento_Natural_das_Ilhas_Cagarras\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Monumento Natural das Ilhas Cagarras (RJ)<\/a>, pouco se sabia sobre as esp\u00e9cies que ocorriam por ali. Em parceria com\u00a0<a href=\"http:\/\/ilhasdorio.org.br\/\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">o Ilhas do Rio<\/a>, que teve in\u00edcio no ano seguinte \u00e0 cria\u00e7\u00e3o (2011), come\u00e7ou o esfor\u00e7o de levantamento da fauna e flora da zona costeira carioca. O guia de 360 p\u00e1ginas, ricamente ilustrado com fotos e mapas, \u00e9 a materializa\u00e7\u00e3o desse esfor\u00e7o e um passo adiante na miss\u00e3o de, atrav\u00e9s do conhecimento, refor\u00e7ar a import\u00e2ncia da prote\u00e7\u00e3o desses ambientes.<\/p>\n<p>\u201cO Projeto Ilhas do Rio nasceu quase junto com o Monumento Natural (<a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/dicionario-ambiental\/29141-o-que-e-um-monumento-natural\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"internal\">MoNa<\/a>) das Ilhas Cagarras e construiu uma parceria muito forte com o ICMBio, \u00f3rg\u00e3o gestor da unidade. Toda essa sinergia se reflete no conhecimento cient\u00edfico, na educa\u00e7\u00e3o ambiental e na conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e dos ambientes. O arquip\u00e9lago das Cagarras \u00e9 um s\u00edmbolo para o Rio de Janeiro, emoldura o horizonte da praia e \u00e9 a primeira unidade de conserva\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o integral marinha da cidade \u2013 isso \u00e9 muito significativo. Essas ilhas fazem parte do cotidiano do carioca e saber que nelas existem mais de 600 esp\u00e9cies de animais e plantas marinhas e terrestres s\u00f3 faz agregar valor e despertar no cidad\u00e3o o amor e a vontade de conservar aquilo\u201d, conta o pesquisador do Ilhas do Rio, Fernando Moraes, que tamb\u00e9m \u00e9 um dos 19 autores do livro.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 a mensagem do livro e do projeto para sociedade: vamos conhecer, vamos apoiar a ci\u00eancia, a educa\u00e7\u00e3o, as unidades de conserva\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 um bem difuso, \u00e9 um bem comum, isso \u00e9 de todos n\u00f3s\u201d, completa o bi\u00f3logo. Al\u00e9m do arquip\u00e9lago de Cagarras, o livro retrata a biodiversidade encontrada em outras 6 ilhas cariocas: as Ilhas Rasa e Cotunduba e os arquip\u00e9lagos das Tijucas e Maric\u00e1s.<\/p>\n<p>O livro conta com centenas de fotografias submarinas, uma fina sele\u00e7\u00e3o das mais de 20 mil que se acumularam no banco de imagem do projeto ao longo dos seus quase 10 anos de atua\u00e7\u00e3o. Ao todo, o guia traz 302 esp\u00e9cies: s\u00e3o 17 algas, 158 invertebrados, 116 peixes, 5 aves e 6 cet\u00e1ceos; entre esp\u00e9cies comuns, raras, amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o e at\u00e9 mesmo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/dicionario-ambiental\/28867-o-que-e-uma-especie-endemica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"internal\">end\u00eamicas<\/a>. Uma das ilustres presen\u00e7as no guia \u00e9 a esponja-carioca (<i>Latrunculia janeirensis<\/i>), que ocorre nas Ilhas Redonda e Rasa, e \u00e9 reconhecida como vulner\u00e1vel no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Amea\u00e7ada de Extin\u00e7\u00e3o, publicado em 2018 pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/dicionario-ambiental\/27802-pra-que-serve-o-instituto-chico-mendes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"internal\">ICMBio<\/a>. Dif\u00edcil de ser visualizada pela sua colora\u00e7\u00e3o marrom-esverdeada, a esponja n\u00e3o leva o carioca no nome \u00e0 toa, pois s\u00f3 \u00e9 encontrada no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Entre as descobertas surpreendentes feitas pelos pesquisadores est\u00e1 a\u00a0<i>Ralpharia sanctisebastiani<\/i>, esp\u00e9cie que n\u00e3o era encontrada na natureza desde a d\u00e9cada de 1980. \u201c\u00c9 um hidrozo\u00e1rio, um primo dos corais, para falar de forma bem gen\u00e9rica, que era conhecido apenas para regi\u00e3o de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, em S\u00e3o Paulo. Al\u00e9m dessa distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica bem restrita, ele n\u00e3o era visto na natureza h\u00e1 20 anos, e n\u00f3s encontramos ele aqui, na ilha de Cotunduba, na entrada da Ba\u00eda de Guanabara! \u00c9 muito gratificante ver que mesmo nesse ambiente que sofre tantas press\u00f5es a gente encontra raridades como essa\u201d, conta Fernando.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do guia sobre fauna e flora, o livro destaca 10 pontos de mergulho nas ilhas e traz informa\u00e7\u00f5es sobre a profundidade, forma\u00e7\u00e3o do fundo, visibilidade da \u00e1gua; al\u00e9m de dicas sobre as esp\u00e9cies mais comuns de serem avistadas na \u00e1rea. A se\u00e7\u00e3o sobre mergulho \u00e9 uma forma de ressaltar as potencialidades da atividade nas \u00e1guas do litoral carioca, muitas vezes preteridas por mergulhadores que subestimam a riqueza dos ambientes marinhos de ambientes t\u00e3o pr\u00f3ximos \u00e0 metr\u00f3pole. H\u00e1 inclusive dois naufr\u00e1gios que podem ser explorados: um vapor alem\u00e3o naufragado em 1890, que pode ser visitado por mergulhadores experientes na Ilha Rasa; e um navio franc\u00eas que pode ser visitado at\u00e9 por iniciantes nas Ilhas Maric\u00e1s.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74696\" class=\"wp-caption alignright\" aria-describedby=\"caption-attachment-74696\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-74696\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Guia-Marinho_capa-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Guia-Marinho_capa-1.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Guia-Marinho_capa-1-248x300.jpg 248w\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"483\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74696\" class=\"wp-caption-text\">Capa do Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho das Ilhas do Rio<\/figcaption><\/figure>\n<p>A visita\u00e7\u00e3o no Monumento Natural das Ilhas Cagarras, com atividades como mergulho e turismo embarcado, j\u00e1 ocorre, apesar de ainda n\u00e3o ter sido regulamentada \u2013 algo que deve ocorrer ainda em 2020, atrav\u00e9s do Plano de Uso P\u00fablico da unidade.<\/p>\n<p>\u201cAs ilhas est\u00e3o t\u00e3o pr\u00f3ximas do Rio de Janeiro, mas poucas pessoas sabem que ali existem pontos onde \u00e9 poss\u00edvel mergulhar praticamente o ano todo, onde se pode visualizar peixes diversos como marimb\u00e1s, sargentinhos, peixes-borboleta, peixes-cirurgi\u00e3o, bodi\u00f5es, donzelas, e tamb\u00e9m cavalos-marinhos, moreias, raias, tubar\u00f5es, tartarugas, al\u00e9m de diversos invertebrados marinhos, como esponjas, corais, moluscos, an\u00eamonas, estrelas e ouri\u00e7os-do-mar\u201d, escreve no pref\u00e1cio do guia a gestora do MoNa do Arquip\u00e9lago das Ilhas Cagarras, Tatiana Ribeiro.<\/p>\n<p>Dentre os animais que ocorrem na regi\u00e3o costeira carioca est\u00e3o tamb\u00e9m esp\u00e9cies de alto valor econ\u00f4mico para pesca, como o polvo-comum (<i>Octopus vulgaris<\/i>). A atividade pesqueira, apesar de n\u00e3o ser permitida dentro dos limites da \u00e1rea protegida de Cagarras, ocorre no entorno e os pr\u00f3prios pescadores se tornaram aliados do projeto. \u201cEssa parceria com o Projeto Ilhas do Rio s\u00f3 somou porque eles tamb\u00e9m deram condi\u00e7\u00f5es ao pescador, como curso de ingl\u00eas, e o pescador ganhou conhecimento, n\u00e3o s\u00f3 sobre o mar, que \u00e9 o nosso trabalho, mas tamb\u00e9m sobre aves, plantas e sobre as ilhas\u201d, conta a presidente da Col\u00f4nia de Pescadores Z13, Katia Janine.<\/p>\n<p>\u201cA gente n\u00e3o trouxe o pescador para trabalhar conosco, n\u00f3s estamos trabalhando junto com o pescador, \u00e9 uma troca\u201d, pontua Fernando. A parceria rendeu inclusive um centro de visitantes, com informa\u00e7\u00f5es sobre o Projeto e as ilhas, que fica na pr\u00f3pria Col\u00f4nia dos Pescadores, no Posto 6, na praia de Copacabana. \u201cTudo isso ajuda a valorizar a arte da pesca e mostrar ao pescador a import\u00e2ncia das ilhas e de respeitar os limites da conserva\u00e7\u00e3o da \u00e1rea protegida porque aquela zona \u00e9 um ber\u00e7\u00e1rio essencial para sustentabilidade da pesca no entorno\u201d, conclui o bi\u00f3logo.<\/p>\n<p>A ideia \u00e9 que o \u201cGuia de Biodiversidade Marinha e Mergulho das Ilhas do Rio\u201d funcione como uma fonte de consulta pr\u00e1tica para mergulhadores, pesquisadores, pescadores, estudantes e qualquer um interessado. As fotografias trazem identifica\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica e o nome popular das 302 esp\u00e9cies, al\u00e9m de detalhes como fases de vida e colora\u00e7\u00f5es distintas entre machos e f\u00eameas \u2013 para facilitar a identifica\u00e7\u00e3o correta.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o robusta, em forma de guia, bem did\u00e1tica, acess\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, do pesquisador ao aluno, ao pescador e ao curioso; e vem pela S\u00e9rie Livros, do Museu Nacional, o que d\u00e1 um lastro cient\u00edfico ao projeto\u201d, acrescenta Fernando. O livro \u00e9 bil\u00edngue e est\u00e1 dispon\u00edvel em pdf\u00a0<a href=\"http:\/\/ilhasdorio.org.br\/publicacoes\/livros\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">no site do projeto<\/a>. Al\u00e9m disso, atrav\u00e9s da parceria com o Museu, o livro ser\u00e1 enviado \u00e0 diversas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do Brasil e do mundo.<\/p>\n<p><b>Projeto Ilhas do Rio<\/b><\/p>\n<p>O Guia de Biodiversidade \u00e9 a terceira publica\u00e7\u00e3o do Projeto Ilhas do Rio sobre o Monumento Natural (MoNa) das Ilhas Cagarras, as Ilhas Rasa e Cotunduba e os arquip\u00e9lagos das Tijucas e Maric\u00e1s \u2013 onde atua o projeto. O projeto foi criado em 2011 pela ONG Instituto Mar Adentro e conta com o patroc\u00ednio da Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e parcerias com ICMBio, Col\u00f4nia de Pescadores Z-13, Museu Nacional\/UFRJ, Instituto de Pesquisa do Jardim Bot\u00e2nico do Rio de Janeiro, entre outros.<\/p>\n<p><b>Saiba Mais<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/ilhasdorio.org.br\/publicacoes\/livros\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho das Ilhas do Rio<\/a><\/p>\n<figure id=\"attachment_74691\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-74691\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-74691\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0829_Fotografia_PPGBio_UNIRIO_AthilaBertoncini-resize-oeco-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74691\" class=\"wp-caption-text\">Cardumes de piabas-do-mar (<em>Pempheris schomburgkii<\/em>) e jaguare\u00e7\u00e1s (<em>Holocentrus adscensionis<\/em>). Foto: Athila Bertoncini\/Projeto Ilhas do Rio.<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_74692\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-74692\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-74692\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/0845_ProjetoIlhasDoRio_01072015_AthilaBertoncini-resize-oeco-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74692\" class=\"wp-caption-text\">Arquip\u00e9lago das Tijucas, com a Ilha Pontuda no primeiro plano, onde consta um dos pontos de mergulho descritos no Guia de Biodiversidade Marinha e Mergulho das Ilhas do Rio. Foto: Athila Bertoncini\/Projeto Ilhas do Rio.<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_74693\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-74693\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-74693\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9148_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74693\" class=\"wp-caption-text\">Cardume de olho-de-c\u00e3o (<em>Priacanthus arenatus<\/em>) junto a grandes rochas, no ponto Guincho na Ilha Rasa. Foto: Athila Bertoncini\/Projeto Ilhas do Rio.<\/figcaption><\/figure>\n<figure id=\"attachment_74694\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-74694\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-74694\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/9197_ProjetoIlhasDoRio_03102015_AthilaBertoncini-resize-oeco-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74694\" class=\"wp-caption-text\">Coloridas esponjas sobre as rochas: vermelho, laranja e rosa, no ponto Guincho na Ilha Rasa. Foto: Athila Bertoncini\/Projeto Ilhas do Rio.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem frequenta as praias mais famosas do Rio de Janeiro, Ipanema e Copacabana, n\u00e3o imagina<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":119618,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/ilhas_cariocas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quem frequenta as praias mais famosas do Rio de Janeiro, Ipanema e Copacabana, n\u00e3o imagina","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119617"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119617"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119617\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/119618"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119617"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=119617"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=119617"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}