{"id":119560,"date":"2020-01-06T15:00:13","date_gmt":"2020-01-06T18:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=119560"},"modified":"2020-01-05T21:31:09","modified_gmt":"2020-01-06T00:31:09","slug":"menina-vegana-de-apenas-11-anos-da-licao-de-amor-e-compaixao-pelos-animais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/menina-vegana-de-apenas-11-anos-da-licao-de-amor-e-compaixao-pelos-animais\/","title":{"rendered":"Menina vegana de apenas 11 anos d\u00e1 li\u00e7\u00e3o de amor e compaix\u00e3o pelos animais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-119562\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade de Luiza sempre foi a prioridade de seus pais e gra\u00e7as a essa aten\u00e7\u00e3o cuidadosa que o veganismo encontrou uma porta para entrar na vida da menina.<\/p>\n<p>O reconhecimento dos direitos animais sempre esteve presente na vida de Luiza Pinheiro (11). Seu desejo de transformar o mundo em um lugar mais amig\u00e1vel e pacifico para todas as esp\u00e9cies despertou cedo, quando tinha apenas sete anos. Luiza cresceu em um lar vegetariano, onde o respeito \u00e0 vida e aos direitos animais nunca foram um tabu. Os pais de Luiza, a professora Marta Passos (45), vegetariana, e o designer gr\u00e1fico Luiz Augusto (49), vegano gra\u00e7as \u00e0 influ\u00eancia da menina, sempre buscaram conscientizar a filha sobre os impactos causados pelo consumo desenfreado do ser humano. \u201cN\u00f3s n\u00e3o \u00e9ramos veganos, mas o vegetarianismo nos despertou para uma preocupa\u00e7\u00e3o com os animais e com o meio ambiente. Ent\u00e3o esse cuidado, essa consci\u00eancia sempre esteve presente em nossa casa. N\u00e3o usamos produtos de origem animal, por exemplo. Luiza nunca teve um sapato de couro\u201d, conta Marta em entrevista \u00e0 ANDA.<\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade de Luiza sempre foi a prioridade de seus pais e gra\u00e7as a essa aten\u00e7\u00e3o cuidadosa que o veganismo encontrou uma porta para entrar na vida da menina. \u201cLuiza, que j\u00e1 era vegetariana, teve que parar de ingerir leite e ovos para verificarmos uma poss\u00edvel alergia a esses alimentos. Ela estava com sangue nas fezes, sintoma comum nos beb\u00eas que t\u00eam alergia a leite. Como ela passou por isso quando beb\u00ea, achamos melhor fazer o teste, seguindo orienta\u00e7\u00f5es da nutricionista. Vou confessar que quando dois gastroenterologistas me garantiram que ela n\u00e3o tinha alergia, que foi uma coincid\u00eancia, tentei convenc\u00ea-la a voltar a consumir leite e ovos. Ficava preocupada com seu crescimento, com a ingest\u00e3o de prote\u00ednas. Mas n\u00e3o teve jeito: Luiza n\u00e3o aceitou mais leite e ovos. Estava com sete anos e decidida a ser vegana. Nossa nutricionista nos ajudou muito a aceitar essa escolha e nos deu seguran\u00e7a ao passar uma dieta adequada e suplementa\u00e7\u00e3o de B12\u201d, lembra Marta.<\/p>\n<figure id=\"attachment_774126\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-774126\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-774126 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/lu-2.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"851\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-774126\" class=\"wp-caption-text\">Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>Al\u00e9m do cuidado com a alimenta\u00e7\u00e3o, o carinho e a preocupa\u00e7\u00e3o com o bem-estar animal s\u00e3o valores que Luiza herdou dos pais. \u201cAntes de sermos pais de humanos, fomos de duas cachorrinhas. Uma delas faleceu h\u00e1 tr\u00eas anos e a outra, Clara \u2013 brincamos que foi bab\u00e1 da Luiza \u2013, est\u00e1 com 16 anos. Luiza e seu irm\u00e3o, Miguel, s\u00e3o apaixonados por ela e todos n\u00f3s a consideramos um membro de nossa fam\u00edlia. Quando gostamos e respeitamos os animais, eles sentem esse amor. Nas vezes em que vamos a hot\u00e9is fazenda, \u00e9 dif\u00edcil ver aquele momento em que as pessoas sobem nos cavalos e nos bodes, passeiam de charrete, ordenham as vacas. Vemos que os animais est\u00e3o sofrendo, est\u00e3o tristes, muitas vezes n\u00e3o aguentando o peso dos humanos. N\u00e3o gostamos de ver essas cenas e est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil frequentar esses lugares. Procuramos dar carinho e tranquilizar os animais\u201d, afirma Luiz Augusto.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria inspiradora de Luiza tamb\u00e9m enfrentou turbul\u00eancias, com a sa\u00fade em dia e uma fam\u00edlia com empatia e compress\u00e3o de sobra, coube \u00e0 escola oferecer os primeiros obst\u00e1culos ao estilo de vida compassivo da menina. De um a oito anos de idade, Luiza estudou em uma escola onde existia a possibilidade de almo\u00e7ar e ficar no contraturno, hor\u00e1rio p\u00f3s-aula. No mesmo ano em que adotou completamente o veganismo, Luiza precisou ficar neste hor\u00e1rio estendido duas vezes por semana e o<em>\u00a0bullyng<\/em>\u00a0e a intoler\u00e2ncia mostraram seu lado mais cruel, como lembra a m\u00e3e da menina: \u201cComo havia almo\u00e7o na escola, expliquei que Luiza tinha que levar sua comida, para garantir a ingest\u00e3o de todos os nutrientes. Aceitaram, mas, logo na primeira semana, resolveram afastar Luiza dos demais colegas na hora do almo\u00e7o. Luiza disse que todos ficaram curiosos com sua comida. Resultado: ela almo\u00e7ava sozinha, antes de sua turma, para que n\u00e3o houvesse problema. No primeiro dia, Luiza n\u00e3o comeu direito e ficou muito triste. A coordenadora do contraturno me disse que eram ordens da dire\u00e7\u00e3o. Depois de uns meses deixaram Luiza almo\u00e7ar com sua turma, mas o estrago j\u00e1 estava feito\u201d, diz Marta.<\/p>\n<figure id=\"attachment_774122\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 640px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-774122\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-774122  jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/lu-1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-774122\" class=\"wp-caption-text\">Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>A professora lembra ainda que esse per\u00edodo deixou marcas profundas em Luiza. \u201cHoje Luiza n\u00e3o quer passar perto dessa escola. No mesmo ano, a turma foi ao zool\u00f3gico para fazer um trabalho. Luiza n\u00e3o quis ir porque tem essa consci\u00eancia do que significa prender animais para divertimento e curiosidade do ser humano. Conversei com a coordenadora, sugeri a visita a santu\u00e1rios de resgate de animais. N\u00e3o teve jeito. Foram ao zool\u00f3gico e Luiza teve que bancar sua escolha. Como se tratava de um trabalho escolar, foi dif\u00edcil pra ela aguentar as perguntas e piadas dos colegas. Na \u00e9poca um deles disse que n\u00e3o ia convid\u00e1-la para sua festa de anivers\u00e1rio porque ela era vegana e que n\u00e3o havia comida vegana na festa. Sabemos que essa crian\u00e7a n\u00e3o disse por mal, estava reproduzindo a falta de conhecimento da sociedade e da escola onde estudavam. Mas n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil ter sete anos e ouvir isso, passar por essas situa\u00e7\u00f5es\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Para Luiza, seu estilo de vida est\u00e1 acima dos desafios. Ela est\u00e1 dando os passos para construir o mundo em que deseja viver no futuro. \u201cSonho com um mundo vegano, sem viol\u00eancia. Quero ajudar ONGs com trabalho volunt\u00e1rio e tamb\u00e9m quero cuidar dos idosos\u201d, disse a menina em entrevista \u00e0 ANDA. S\u00e1bia, Luiza rapidamente demonstra que adotar a filosofia vegana pode ser um ideal desmistificado e acess\u00edvel a todos. Para a menina \u201co veganismo \u00e9 o ato de n\u00e3o comer nem explorar os animais e de cuidar de todos os seres vivos e do meio ambiente\u201d, explica.<\/p>\n<p>Aos oito anos, Luiza e seus pais decidiram que ela precisava ir a um lugar onde tivesse uma oportunidade maior de florescer sem abrir m\u00e3o de suas convic\u00e7\u00f5es. Moradora de Belo Horizonte (MG), Luiza participou do processo de ingresso do col\u00e9gio particular Santo Agostinho, em Contagem, na Regi\u00e3o Metropolitana da capital mineira. Al\u00e9m de ser uma institui\u00e7\u00e3o de ensino tradicional e bem avaliada, outra coisa atra\u00eda Luiza. O Santo Agostinho \u00e9 dirigido pela educadora vegana Aleluia Heringer, incentivadora de uma proposta de ensino que une pessoas, planeta e animais. Aleluia tamb\u00e9m \u00e9 colunista e consultora educacional da ANDA.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.facebook.com\/plugins\/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Faleluia.heringer%2Fposts%2F2356993177740065&amp;width=500\" width=\"500\" height=\"515\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>Ela conta que foi muito feliz e satisfat\u00f3rio ter Luiza entre o corpo estudantil. \u201cPara mim, que j\u00e1 sou vegana h\u00e1 muitos anos, foi uma grande alegria encontrar uma pessoa que tem a mesma motiva\u00e7\u00e3o que eu, mas me causou uma surpresa num sentido muito positivo, por saber que \u00e9 uma outra gera\u00e7\u00e3o que tem sensibilidade e por ser uma crian\u00e7a. Isso [a entrada de Luiza] foi tranquilo para a escola, pelo fato da escola saber que eu sou vegana. Ent\u00e3o, j\u00e1 havia um entendimento do que \u00e9, o que pensa, o que faz, o que n\u00e3o faz, o que come, o que n\u00e3o come, n\u00e3o teve nenhum tumulto em rela\u00e7\u00e3o a isso, foi bem tranquilo\u201d, disse a diretora do Santo Agostinho.<\/p>\n<p>A chegada de Luiza ao col\u00e9gio n\u00e3o s\u00f3 ofereceu a oportunidade de compartilhar conhecimentos, mas tamb\u00e9m de inspirar hist\u00f3rias de sucesso. \u201cO legado da Luiza \u00e9 que nas turmas que ela estudou, com certeza os colegas tiveram esse privil\u00e9gio de ver de perto uma menina que t\u00e3o nova tem posi\u00e7\u00f5es t\u00e3o firmes. Essa \u00e9 a ideia da inclus\u00e3o, quando voc\u00ea convive com pessoas com necessidades f\u00edsicas, pedag\u00f3gicas e as mais diferentes poss\u00edveis, a gente aprende muito com isso, como pessoa. Ent\u00e3o, primeiro com os colegas, com os professores dela, que, tamb\u00e9m, de uma certa forma tiveram que entender melhor o que \u00e9 isso [o veganismo], porque ela sempre manifestava opini\u00e3o e eu acho que foi a presen\u00e7a dela no programa Amplos, que \u00e9 o programa integral, de fazer com que a cantina, que \u00e9 terceirizada, que faz os salgados, os doces, mexesse tamb\u00e9m no seu card\u00e1pio, fizesse pesquisas e pudesse oferecer tamb\u00e9m prote\u00ednas de origem vegetal. E, para al\u00e9m disso, a cria\u00e7\u00e3o da empresa Fora da Forminha, que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de doces, chocolates, coisas muito gostosas e que as crian\u00e7as gostam muito. Ningu\u00e9m, para ser vegano, vai precisar deixar de comer coisas gostosas\u201d, refor\u00e7a Aleluia.<\/p>\n<figure id=\"attachment_774124\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-774124\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-774124 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/lu-4.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"853\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-774124\" class=\"wp-caption-text\">Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>A educadora diz ainda que as institui\u00e7\u00f5es de ensino e a fam\u00edlia representam um papel importante do empoderamento dos alunos que desejam optar por um estilo de vida compassivo e livre de crueldade. Ela considera que o melhor que eles podem fazer \u00e9 \u201cn\u00e3o impedir, n\u00e3o criar dificuldades para essa crian\u00e7a, porque uma crian\u00e7a depende muito dos pais, depende dos adultos para tudo, para comprar, para cozinhar, para fazer, para escolher. Se essa crian\u00e7a tem a ajuda de um adulto, no caso de um professor, que olha para isso de uma forma positiva, elogiosa, isso fortalece essa crian\u00e7a. Agora, se nesse meio ela percebe que isso \u00e9 uma coisa negativa, que \u00e9 uma coisa pouco valorizada, ela vai desistir no meio do caminho. O papel da escola \u00e9 acolher, valorizar e facilitar\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Aleluia pontua que felizmente a conscientiza\u00e7\u00e3o entre os jovens \u00e9 cada vez maior. \u201cEu percebo um crescimento maior entre adolescentes. Aqueles que j\u00e1 come\u00e7am a ter acesso \u00e0s redes sociais, porque as crian\u00e7as, elas ainda s\u00e3o protegidas pela fam\u00edlia e como o fator cultural e da tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 muito forte, elas s\u00e3o desencorajadas logo na primeira manifesta\u00e7\u00e3o. Quando elas come\u00e7am a perguntar de onde vem isso, de onde vem aquilo, logo a fam\u00edlia j\u00e1 desencoraja. Agora, quando ela se torna adolescente e come\u00e7a a perguntar as coisas, h\u00e1 um convencimento maior. Eu percebo, na<br \/>\nescola na qual sou diretora, que t\u00eam muitos estudantes vegetarianos ou em transi\u00e7\u00e3o e um n\u00famero n\u00e3o t\u00e3o expressivo j\u00e1 de veganos\u201d, conclui.<\/p>\n<figure id=\"attachment_774128\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-774128\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-774128 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/lu-3-1.jpg\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"853\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-774128\" class=\"wp-caption-text\">Arquivo pessoal<\/figcaption><\/figure>\n<p>Luiza agora ir\u00e1 para uma nova escola. Fortalecida, ela refor\u00e7a que a compaix\u00e3o pode superar qualquer desafio. A menina conta que isso faz parte da sua rotina em casa e fora dela. \u201cEu cuido da minha cachorrinha e sempre que vejo um animal sofrendo tento ajudar. Os animais humanos tamb\u00e9m\u201d, diz. Apesar de confessar ainda ter dificuldades para encontrar alimentos totalmente livres de crueldade fora de casa, durante passeios, ela deixa uma mensagem para todos \u2013 crian\u00e7as, jovens e at\u00e9 mesmo adultos \u2013 que desejam optar por um estilo de vida vegano: \u201cNunca desista, seja persistente que um dia tudo mudar\u00e1!\u201d, profetiza.<\/p>\n<p>Algu\u00e9m duvida?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade de Luiza sempre foi a prioridade de seus pais e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":119562,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/menina_vegana.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade de Luiza sempre foi a prioridade de seus pais e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119560"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119560"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119560\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/119562"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119560"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=119560"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=119560"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}