{"id":11933,"date":"2014-12-09T09:00:43","date_gmt":"2014-12-09T09:00:43","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=11933"},"modified":"2014-12-09T12:17:36","modified_gmt":"2014-12-09T12:17:36","slug":"residuos-solido-um-problema-ou-um-recurso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/residuos-solido-um-problema-ou-um-recurso\/","title":{"rendered":"Res\u00edduos s\u00f3lidos: um problema ou um recurso aproveit\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-11934\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>O Brasil produz grandes quantidades de res\u00edduos: alimentares e de jardim, de constru\u00e7\u00e3o e demoli\u00e7\u00e3o, da explora\u00e7\u00e3o mineira, da ind\u00fastria, lamas de depura\u00e7\u00e3o, televisores velhos, autom\u00f3veis velhos, baterias e pilhas, sacos de pl\u00e1stico, papel, res\u00edduos sanit\u00e1rios, roupas e pe\u00e7as de mobili\u00e1rio velhas&#8230; A lista n\u00e3o acaba aqui.<\/p>\n<p>A quantidade de res\u00edduos que produzimos est\u00e1 estreitamente ligada aos nossos padr\u00f5es de consumo e produ\u00e7\u00e3o. O n\u00famero de produtos que entram no mercado coloca ainda outro desafio.<\/p>\n<p>O amplo pacote de tipos de res\u00edduos e as complexas vias de tratamento dos mesmos (incluindo as ilegais) dificultam a obten\u00e7\u00e3o de uma vis\u00e3o completa dos res\u00edduos produzidos e da sua localiza\u00e7\u00e3o. Existem dados, ainda que de qualidade vari\u00e1vel, sobre todos os tipos de res\u00edduos.<\/p>\n<p><strong>Quanto \u00e9 produzido de res\u00edduos<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil perde bilh\u00f5es de reais por ano ao n\u00e3o reciclar seu lixo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s evitar o desperd\u00edcio e praticar a reutiliza\u00e7\u00e3o dos materiais, o destino dos res\u00edduos deveria ser a reciclagem. Infelizmente a sociedade brasileira ainda tem muito a aprender, e o fato \u00e9 que os destinos do nosso lixo s\u00e3o variados.<\/p>\n<p>Cada brasileiro produz de 600 gramas a 1 quilo de lixo por dia. Se este n\u00famero for multiplicado pela quantidade de pessoas que moram hoje no Brasil, os n\u00fameros s\u00e3o assustadores, mais de 240 mil toneladas de lixo produzidas diariamente.<\/p>\n<p><strong>No rumo certo<\/strong><\/p>\n<p>Reciclar mais e depositar menos res\u00edduos em aterros, esta deveria ser a ordem do dia.<\/p>\n<p>Uma poss\u00edvel queda registrada na produ\u00e7\u00e3o de res\u00edduos urbanos no Brasil poder\u00e1 contribuir em certa medida para reduzir os respectivos impactos ambientais. No entanto, embora a quantidade de res\u00edduos seja um aspecto importante, a forma como s\u00e3o geridos tamb\u00e9m tem um papel fundamental.<\/p>\n<p>Globalmente, na Uni\u00e3o Europeia, s\u00e3o cada vez mais os res\u00edduos que v\u00e3o para reciclagem e cada vez menos os que s\u00e3o enviados para aterros. No caso dos res\u00edduos urbanos, a percentagem de res\u00edduos reciclados ou utilizados em compostagem na Uni\u00e3o Europeia aumentou de 31 % em 2004 para 41 % em 2012.<\/p>\n<p>Apesar desses progressos, ainda h\u00e1 grandes discrep\u00e2ncias entre diversos pa\u00edses. Por exemplo, a Alemanha, a Su\u00e9cia e a Su\u00ed\u00e7a enviam menos de 2 % dos seus res\u00edduos urbanos para aterros, enquanto a Cro\u00e1cia, a Let\u00f4nia e Malta depositam em aterro mais de 90 %. A maioria dos pa\u00edses com baixas taxas de deposi\u00e7\u00e3o em aterro possui taxas elevadas de reciclagem e incinera\u00e7\u00e3o, correspondentes a mais de 30 % do total dos seus res\u00edduos urbanos.<\/p>\n<p>E o Brasil porque n\u00e3o segue certos exemplos, daria se no caso por ainda ser um pa\u00eds de grandes riquezas e n\u00e3o se importar com o que joga fora? Seria falta de preocupa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o? Falta de um programa educacional onde se ensinasse a import\u00e2ncia desta separa\u00e7\u00e3o? O tempo mostrara o desperd\u00edcio que o Brasil um pa\u00eds t\u00e3o belo e rico faz.<\/p>\n<p><strong>Polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica, altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, contamina\u00e7\u00e3o dos solos e da \u00e1gua&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>A m\u00e1 gest\u00e3o dos res\u00edduos contribui para as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e a polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica e afeta diretamente muitos ecossistemas e esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Os aterros, considerados como: o \u00faltimo recurso da hierarquia de gest\u00e3o dos res\u00edduos, liberam metano, um g\u00e1s que contribui para o efeito estufa, muito poderoso que est\u00e1 associado \u00e0s altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. O metano \u00e9 gerado por microrganismos presentes nos aterros e provenientes de res\u00edduos biodegrad\u00e1veis, como os res\u00edduos alimentares, de papel e de jardim. Dependendo da forma como est\u00e3o constru\u00eddos, os aterros tamb\u00e9m podem contaminar o solo e a \u00e1gua.<\/p>\n<p>Depois de recolhidos, os res\u00edduos s\u00e3o transportados e tratados. O processo de transporte libera di\u00f3xido de carbono, g\u00e1s tamb\u00e9m que contribui para o efeito estufa mais comum e subst\u00e2ncias poluentes do ar, incluindo part\u00edculas, para a atmosfera.<\/p>\n<p>Uma parte dos res\u00edduos pode ser incinerada ou reciclada. A energia proveniente dos res\u00edduos pode ser utilizada para produzir calor ou eletricidade, que pode substituir a energia produzida a partir do carv\u00e3o e outros combust\u00edveis. Deste modo, a energia recuperada dos res\u00edduos pode contribuir para reduzir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa.<\/p>\n<p>A reciclagem pode ajudar ainda mais a diminuir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa e outras emiss\u00f5es. Quando os materiais reciclados substituem os materiais novos, \u00e9 poss\u00edvel extrair ou produzir estes \u00faltimos em menor quantidade.<\/p>\n<p><strong>Os res\u00edduos afetam os ecossistemas e a nossa sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p>Alguns ecossistemas, designadamente os marinhos e costeiros, podem ser gravemente afetados pela m\u00e1 gest\u00e3o dos res\u00edduos ou pela produ\u00e7\u00e3o de lixo. O lixo marinho constitui uma preocupa\u00e7\u00e3o crescente e n\u00e3o apenas por raz\u00f5es est\u00e9ticas: muitas esp\u00e9cies marinhas correm graves riscos de ficar enredadas nos detritos ou de os ingerirem.<\/p>\n<p>Os res\u00edduos tamb\u00e9m afetam o ambiente de forma indireta. Todos os res\u00edduos que n\u00e3o s\u00e3o reciclados ou valorizados representam uma perda de mat\u00e9rias primas e outros fatores de produ\u00e7\u00e3o utilizados na cadeia, ou seja, nas fases de produ\u00e7\u00e3o, transporte e consumo dos produtos. Os impactos ambientais registrados na cadeia do ciclo de vida s\u00e3o significativamente superiores aos que ocorrem apenas nas etapas relativas \u00e0 gest\u00e3o dos res\u00edduos.<\/p>\n<p>Direta ou indiretamente, os res\u00edduos afetam de m\u00faltiplas formas a nossa sa\u00fade e o nosso bem-estar: o g\u00e1s metano contribui para as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, s\u00e3o liberadas subst\u00e2ncias poluentes na atmosfera, as fontes de \u00e1gua doce s\u00e3o contaminadas, as culturas crescem em solos contaminados e os peixes ingerem subst\u00e2ncias qu\u00edmicas t\u00f3xicas, que depois acabam por vir parar ao nosso prato. Ou seja, todo um ciclo, onde n\u00f3s humanos, brasileiros ou de outra nacionalidade fazemos parte.<\/p>\n<p>As atividades ilegais como a deposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos em lix\u00f5es, aterros controlados ou a sua incinera\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m t\u00eam bastante import\u00e2ncia, mas \u00e9 dif\u00edcil estimar a dimens\u00e3o total dessas atividades e dos respectivos impactos. Pois muitas empresas ou at\u00e9 mesmo prefeituras maquiam o que fazem para n\u00e3o serem multadas ou perder algum recurso que recebam do governo, quando especificam sua m\u00e1 administra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Preju\u00edzos econ\u00f4micos e custos de gest\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os res\u00edduos tamb\u00e9m representam um preju\u00edzo para a nossa economia e um encargo para a sociedade. A m\u00e3o-de-obra e outros fatores de produ\u00e7\u00e3o (terra, energia, etc.) utilizados nas fases de extra\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e consumo tamb\u00e9m se perdem quando as &#8220;sobras&#8221; s\u00e3o deitadas fora.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a gest\u00e3o de res\u00edduos custa dinheiro. \u00c9 dispendioso criar uma infraestrutura para os recolher, separar e reciclar, mas, uma vez estabelecida, a reciclagem pode gerar receitas e criar emprego.<\/p>\n<p>Os res\u00edduos tamb\u00e9m t\u00eam uma dimens\u00e3o mundial, relacionada com as nossas exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es. Aquilo que consumimos e produzimos, pode gerar res\u00edduos em outro lugar qualquer. E em alguns casos esses res\u00edduos transformam-se mesmo em mercadorias comercializadas, de forma legal ou ilegal.<\/p>\n<p><strong>Os res\u00edduos como recurso<\/strong><\/p>\n<p>E se pud\u00e9ssemos utilizar os res\u00edduos como um recurso e diminuir assim a necessidade de extrair novos recursos? A extra\u00e7\u00e3o de menos materiais e a utiliza\u00e7\u00e3o dos recursos existentes ajudaria a evitar alguns dos impactos criados ao longo da cadeia.<\/p>\n<p>Transformar os res\u00edduos em recurso aproveit\u00e1veis deveria ser um dos principais objetivos do governo. Com este objetivo os governos real\u00e7aria a necessidade de assegurar uma reciclagem de alta qualidade, eliminar a deposi\u00e7\u00e3o em aterros, limitar a valoriza\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica aos materiais n\u00e3o recicl\u00e1veis e erradicar as transfer\u00eancias ilegais de res\u00edduos.<\/p>\n<p>E \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar estes objetivos. Em muitos pa\u00edses, os res\u00edduos de cozinha e de jardim constituem a maior fra\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos. Este tipo de res\u00edduos, quando recolhidos separadamente, pode ser transformado em fonte de energia ou em adubo. A digest\u00e3o anaer\u00f3bica \u00e9 um m\u00e9todo de tratamento de res\u00edduos que envolvem a submiss\u00e3o dos res\u00edduos biol\u00f3gicos a um processo de decomposi\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica semelhante \u00e0 existente nos aterros, mas em condi\u00e7\u00f5es controladas. A digest\u00e3o anaer\u00f3bica produz biog\u00e1s e materiais residuais, que podem ser por sua vez utilizados como adubo, \u00e0 semelhan\u00e7a de produtos de compostagem.<\/p>\n<p>Quando se tem uma melhor gest\u00e3o dos res\u00edduos urbanos, os seus resultados s\u00e3o surpreendentes. Com uma melhor gest\u00e3o dos res\u00edduos urbanos permitisse reduzir significativamente as emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa, o que pode ser atribu\u00eddo principalmente \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de metano dos aterros e \u00e0s emiss\u00f5es que a reciclagem permitiu evitar.<\/p>\n<p>Se cada pa\u00eds, n\u00e3o somente o Brasil, mas cada pa\u00eds se empenhar e cumprir plenamente seus pactos e objetivos com certeza ter\u00edamos condi\u00e7\u00f5es de gerir melhor os res\u00edduos que n\u00f3s mesmos produzimos e com isso pouparemos mais a natureza em geral, cortando o ciclo de emiss\u00f5es de gases, o ciclo de apenas retirar da natureza o que precisamos e aprender com isso a reaproveitar.<\/p>\n<p><strong>O combate aos res\u00edduos come\u00e7a pela preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os potenciais benef\u00edcios s\u00e3o imensos e podem facilitar a transi\u00e7\u00e3o de qualquer pa\u00eds para uma economia circular, em que nada \u00e9 desperdi\u00e7ado. A ascens\u00e3o na hierarquia de gest\u00e3o dos res\u00edduos proporciona benef\u00edcios ambientais, mesmo para os pa\u00edses com elevadas taxas de reciclagem e valoriza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Infelizmente, os nossos atuais sistemas de produ\u00e7\u00e3o e consumo n\u00e3o oferecem muitos incentivos para prevenir e reduzir os res\u00edduos. Desde a aquisi\u00e7\u00e3o e embalagem dos produtos at\u00e9 \u00e0 escolha dos materiais, toda a cadeia de valor necessita de ser primeiramente reformulada tendo em conta a preven\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de res\u00edduos. Ent\u00e3o as &#8220;sobras&#8221; de um processo podem transformar-se em fatores de produ\u00e7\u00e3o para outro.<\/p>\n<p>A ascens\u00e3o na hierarquia de gest\u00e3o dos res\u00edduos exige um esfor\u00e7o conjunto de todas as partes interessadas: consumidores, produtores, pol\u00edticos, autoridades locais, todos sem exce\u00e7\u00e3o. Os consumidores dispostos a separar os seus res\u00edduos dom\u00e9sticos s\u00f3 podem reciclar se a infraestrutura necess\u00e1ria para recolher os res\u00edduos separados tiver sido criada. O contr\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 verdade; os munic\u00edpios s\u00f3 podem reciclar uma percentagem crescente de res\u00edduos se os agregados familiares procederem \u00e0 sua separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em \u00faltima an\u00e1lise, se os res\u00edduos s\u00e3o um problema ou um recurso depende inteiramente da forma como os gerirmos, da forma como o governo dar\u00e1 aten\u00e7\u00e3o a este assunto, da forma como a sociedade como um todo se comportar perante esta mudan\u00e7a. Est\u00e1 nas m\u00e3os de cada um de n\u00f3s.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil produz grandes quantidades de res\u00edduos: alimentares e de jardim, de constru\u00e7\u00e3o e demoli\u00e7\u00e3o,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11934,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/pneu_lixo.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O Brasil produz grandes quantidades de res\u00edduos: alimentares e de jardim, de constru\u00e7\u00e3o e demoli\u00e7\u00e3o,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11933"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11933"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11933\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11934"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}