{"id":119322,"date":"2020-01-03T12:00:55","date_gmt":"2020-01-03T15:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=119322"},"modified":"2020-01-02T20:12:11","modified_gmt":"2020-01-02T23:12:11","slug":"jararaca-de-alcatrazes-podera-ter-reduzido-seu-risco-de-extincao-conforme-avaliacao-do-icmbio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/jararaca-de-alcatrazes-podera-ter-reduzido-seu-risco-de-extincao-conforme-avaliacao-do-icmbio\/","title":{"rendered":"Jararaca-de-alcatrazes poder\u00e1 ter reduzido seu risco de extin\u00e7\u00e3o, conforme avalia\u00e7\u00e3o do ICMBio"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-119323\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Entre 4 e 8 de novembro, 28 especialistas em serpentes de todo o pa\u00eds se reuniram na sede do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), em Bras\u00edlia, para avaliar o estado de conserva\u00e7\u00e3o de 414 esp\u00e9cies durante a Oficina de Avalia\u00e7\u00e3o do Estado de Conserva\u00e7\u00e3o das Serpentes Brasileiras. O evento foi coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o de R\u00e9pteis e Anf\u00edbios (RAN) do ICMBio.<\/p>\n<p>Uma das esp\u00e9cies avaliadas foi a jararaca-de-alcatrazes (<em>Bothrops alcatraz<\/em>), que atualmente est\u00e1 como\u00a0<a href=\"https:\/\/www.iucnredlist.org\/search?query=Bothrops%20alcatraz&amp;searchType=species\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Criticamente em Perigo (CR) de extin\u00e7\u00e3o<\/a>, mas poder\u00e1 ter seu status de conserva\u00e7\u00e3o modificado para uma categoria menos cr\u00edtica. De acordo com Carlos Eduardo Guidorizzi de Carvalho, analista do RAN\/ICMBio e coordenador do processo, a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 uma etapa t\u00e9cnica que subsidia o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente (MMA) na publica\u00e7\u00e3o da lista oficial de esp\u00e9cies amea\u00e7adas. \u201cUma consequ\u00eancia para as esp\u00e9cies consideradas amea\u00e7adas \u00e9 a sua inclus\u00e3o em Planos de A\u00e7\u00e3o Nacional para a Conserva\u00e7\u00e3o de Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas (PAN). As esp\u00e9cies s\u00e3o avaliadas em oficinas por especialistas que, com as melhores informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis sobre distribui\u00e7\u00e3o, uso de habitat, amea\u00e7as, entre outras, atribuem alguma categoria de risco de extin\u00e7\u00e3o. Para essa categoriza\u00e7\u00e3o \u00e9 utilizado o m\u00e9todo de categorias e crit\u00e9rios da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/dicionario-ambiental\/27904-entenda-a-classificacao-da-lista-vermelha-da-iucn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"internal\">Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN)<\/a>, que \u00e9 rigoroso e objetivo. O resultado da oficina ainda passa por uma etapa posterior, de valida\u00e7\u00e3o da categoria atribu\u00edda pelos especialistas. No caso das serpentes, que foram avaliadas em novembro, essa etapa ainda n\u00e3o aconteceu\u201d, esclareceu Guidorizzi.<\/p>\n<p>Das 414 serpentes avaliadas, 28 foram consideradas amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, sendo cinco Criticamente em Perigo (CR), 11 Em Perigo (EN) e 12 Vulner\u00e1vel (VU). Outras seis foram consideradas Quase Amea\u00e7adas (NT) e 23 como Dados Insuficientes (DD). A maior parte (357 esp\u00e9cies) foi avaliada como Menos Preocupante (LC). Atualmente, 29 serpentes est\u00e3o na \u201cLista Nacional Oficial de Esp\u00e9cies da Fauna Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o\u201d, conforme a <a href=\"http:\/\/www.icmbio.gov.br\/portal\/images\/stories\/docs-plano-de-acao\/00-saiba-mais\/04_-_PORTARIA_MMA_N%C2%BA_444_DE_17_DE_DEZ_DE_2014.pdf\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Portaria MMA N\u00ba 444<\/a>, de 17 de dezembro de 2014.<\/p>\n<p>Para Tha\u00eds Guedes, professora do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade, Ambiente e Sa\u00fade da Universidade Estadual do Maranh\u00e3o (PPGBAS\/UEMA) e uma das avaliadoras, a Oficina \u00e9 o momento onde todas as informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas dispon\u00edveis para cada esp\u00e9cie s\u00e3o reunidas. \u201c\u00c9 feita uma avalia\u00e7\u00e3o minuciosa sobre se os impactos provocados pelo homem est\u00e3o levando determinada esp\u00e9cie \u00e0 extin\u00e7\u00e3o. Procuramos identificar as esp\u00e9cies mais afetadas e os principais impactos e o ICMBio usa essa informa\u00e7\u00e3o para conduzir Planos de A\u00e7\u00e3o para promover a conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies amea\u00e7adas e suas \u00e1reas de vida\u201d.<\/p>\n<p>Guedes esclarece que, para realizar a avalia\u00e7\u00e3o, todas as 414 esp\u00e9cies foram mapeadas. \u201cA extens\u00e3o de ocorr\u00eancia de cada esp\u00e9cie foi calculada e sua distribui\u00e7\u00e3o foi confrontada com mapas de perda recente de vegeta\u00e7\u00e3o nativa e com os limites das unidades de conserva\u00e7\u00e3o (UC). O objetivo \u00e9 saber o tamanho da \u00e1rea de vida da esp\u00e9cie, se onde ela ocorre est\u00e1 havendo perda ou decl\u00ednio da qualidade do habitat e se essa esp\u00e9cie est\u00e1 ou n\u00e3o protegida por alguma UC. Al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es sobre distribui\u00e7\u00e3o, utilizamos (quando poss\u00edvel) informa\u00e7\u00f5es populacionais das esp\u00e9cies. Todas essas informa\u00e7\u00f5es fornecem subs\u00eddios robustos para que a esp\u00e9cies sejam avaliadas por meio da aplica\u00e7\u00e3o de categorias e crit\u00e9rios em acordo com as normas da IUCN\u201d.<\/p>\n<figure id=\"attachment_74640\" class=\"wp-caption alignright\" style=\"width: 638px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-74640\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-74640 \" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Jararaca-de-Alcatrazes.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Jararaca-de-Alcatrazes.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/Jararaca-de-Alcatrazes-300x135.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"638\" height=\"287\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-74640\" class=\"wp-caption-text\">A jararaca-de-alcatrazes ocorre somente na Ilha dos Alcatrazes, no litoral do estado de S\u00e3o Paulo, pr\u00f3ximo ao munic\u00edpio de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Foto: Guilherme Moraes\/Flickr.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Para a pesquisadora, as oficinas promovem momentos \u00fanicos de imers\u00e3o e discuss\u00e3o da tem\u00e1tica ambiental. \u201cO Brasil \u00e9 destaque pela sua elevada biodiversidade e variedade de paisagens naturais, que fornecem alimento, \u00e1gua, energia, medicamentos, materiais diversos, regula\u00e7\u00e3o do clima, qualidade da \u00e1gua, do ar e evita ou minimiza cat\u00e1strofes naturais como os alagamentos. Essas paisagens v\u00eam sendo destru\u00eddas e substitu\u00eddas por lavouras como de soja e cana-de-a\u00e7\u00facar (com uso indiscriminado de agrot\u00f3xicos) e pela pastagem extensiva. Muitas esp\u00e9cies n\u00e3o sobrevivem em ambiente alterado e tais modifica\u00e7\u00f5es resultam na perda de esp\u00e9cies cuja sobreviv\u00eancia depende da variedade e peculiaridades do ambiente natural. A destrui\u00e7\u00e3o de habitats \u00e9 tratada pela IUCN como a principal causa de perda de biodiversidade, e no Brasil n\u00e3o \u00e9 diferente. Estamos perdendo em velocidade recorde uma das maiores biodiversidades do mundo\u201d.<\/p>\n<p><strong>Jararaca-de-alcatrazes<\/strong><\/p>\n<p>A jararaca-de-alcatrazes ocorre somente na Ilha dos Alcatrazes, no litoral do estado de S\u00e3o Paulo, pr\u00f3ximo ao munic\u00edpio de S\u00e3o Sebasti\u00e3o. Possui uma popula\u00e7\u00e3o pequena e vulner\u00e1vel a altera\u00e7\u00f5es ambientais, estando mais propensa \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do que as esp\u00e9cies do continente. Apesar de a principal amea\u00e7a a essa popula\u00e7\u00e3o ter sido eliminada, a esp\u00e9cie continua em risco de extin\u00e7\u00e3o. Carlos Abrah\u00e3o, analista do ICMBio e coordenador do PAN da Mata Atl\u00e2ntica do Sudeste, que trata da jararaca-de-alcatrazes, acompanha a situa\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie desde 2010 e esclarece o motivo da poss\u00edvel mudan\u00e7a. \u201cO que levava a esp\u00e9cie \u00e0 categoria de CR era uma a\u00e7\u00e3o da Marinha, que usava a ilha como alvo para treinamento de tiro. Estes tiros podiam ocasionar queimadas. Ent\u00e3o o crit\u00e9rio que havia era o de perda continuada de qualidade de habitat, al\u00e9m dos crit\u00e9rios de extens\u00e3o de ocorr\u00eancia restrita e o fato de s\u00f3 ocorrer em uma \u00fanica localidade. A soma destes fatores resultava em uma avalia\u00e7\u00e3o CR\u201d.<\/p>\n<p>Abrah\u00e3o esclarece que, atualmente, a \u00e1rea terrestre da ilha virou uma UC (<a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/dicionario-ambiental\/29174-o-que-e-um-refugio-de-vida-silvestre\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"internal\">Ref\u00fagio de Vida Silvestre<\/a>, REVIS) e os treinos de tiro foram encerrados. \u201cExiste ainda um plano de recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea degradada que deve ser iniciado. Estes fatores somados cancelaram o crit\u00e9rio de perda continuada da qualidade de habitat e a esp\u00e9cie passa a ser VU, com o crit\u00e9rio D2 que se baseia em uma popula\u00e7\u00e3o com extens\u00e3o de ocorr\u00eancia reduzida (usualmente menor que 20km\u00b2) e com n\u00famero reduzido de localidades (menor que 5). A Marinha foi notificada e cessou a atividade ainda em 2013. Mas ainda n\u00e3o temos um levantamento da popula\u00e7\u00e3o de\u00a0<em>B. alcatraz<\/em>\u00a0o que \u00e9 algo importante de ser feito\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o analista, \u201ca esp\u00e9cie est\u00e1 em Alcatrazes a milhares de anos e tudo indica que ela deve continuar assim se n\u00e3o houver interfer\u00eancia antr\u00f3pica. Claro que um inc\u00eandio por um raio ou uma doen\u00e7a levada para a ilha poderia tornar novamente a esp\u00e9cie CR ou mesmo EX. Por isso as a\u00e7\u00f5es para conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o discutidas dentro do PAN da Herpetofauna da Mata Atl\u00e2ntica do Sudeste Brasileiro\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com o ICMBio, ainda haver\u00e1 mais uma avalia\u00e7\u00e3o em 2020 para que a mudan\u00e7a de categoria ocorra. Abrah\u00e3o explica que a decis\u00e3o n\u00e3o \u00e9 atribu\u00edda a um gestor ou pesquisador, e sim de toda uma equipe que acorda com a decis\u00e3o em plen\u00e1ria. \u201cA ficha de avalia\u00e7\u00e3o segue para um grupo externo que avaliar\u00e1 se os crit\u00e9rios foram bem aplicados e condizem com a informa\u00e7\u00e3o dada na ficha. Estas equipes j\u00e1 t\u00eam bastante experi\u00eancia, pois j\u00e1 estamos no segundo ciclo de avalia\u00e7\u00e3o. E a maioria j\u00e1 tem familiaridade com os crit\u00e9rios. Acho que a decis\u00e3o de cair para VU neste caso \u00e9 acertada e vai ser mantida, a menos que exista alguma outra informa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se conhecia no momento da oficina de avalia\u00e7\u00e3o. Este caso \u00e9 bem espec\u00edfico e n\u00e3o acho que seja pol\u00eamico. N\u00e3o foi alvo de debates na plen\u00e1ria. Um caso cl\u00e1ssico onde a gest\u00e3o da UC fez sua parte e conseguiu reverter uma situa\u00e7\u00e3o perigosa para a esp\u00e9cie. Estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o sendo implementadas de forma correta e competente\u201d, concluiu o analista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre 4 e 8 de novembro, 28 especialistas em serpentes de todo o pa\u00eds se<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":119323,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/jararaca.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Entre 4 e 8 de novembro, 28 especialistas em serpentes de todo o pa\u00eds se","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119322"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119322"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119322\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/119323"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119322"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=119322"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=119322"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}