{"id":119134,"date":"2019-12-31T07:00:22","date_gmt":"2019-12-31T10:00:22","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=119134"},"modified":"2019-12-30T13:29:51","modified_gmt":"2019-12-30T16:29:51","slug":"genomica-mostra-influencia-do-sexo-dos-reprodutores-na-maciez-da-carne-bovina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/genomica-mostra-influencia-do-sexo-dos-reprodutores-na-maciez-da-carne-bovina\/","title":{"rendered":"Gen\u00f4mica mostra influ\u00eancia do sexo dos reprodutores na maciez da carne bovina"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-119135\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Estudo desenvolvido na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/pecuaria-sudeste\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste<\/a>\u00a0(SP) comprovou que a maciez da carne bovina est\u00e1 diretamente relacionada ao sexo dos reprodutores. Assim como os humanos, os bovinos tamb\u00e9m apresentam duas c\u00f3pias de cada um dos seus genitores: do pai e da m\u00e3e. Em alguns casos, por\u00e9m, h\u00e1 maior express\u00e3o de genes paternos ou maternos.<\/p>\n<p>A pesquisa identificou que varia\u00e7\u00f5es no DNA dos progenitores afetam a express\u00e3o de c\u00f3pias de um mesmo gene nos bezerros. Os resultados s\u00e3o relevantes para o melhoramento gen\u00e9tico de ra\u00e7as, pois n\u00e3o adianta selecionar um reprodutor se os seus descendentes n\u00e3o herdarem as suas caracter\u00edsticas de interesse, como a maciez da carne, por exemplo, ou, na linguagem t\u00e9cnica: se os seus alelos (formas alternativas de um determinado gene) n\u00e3o se manifestarem na prog\u00eanie (prole).<\/p>\n<p>\u201cForam estudadas as varia\u00e7\u00f5es do DNA que apresentam essa diferen\u00e7a. A partir da\u00ed, \u00e9 poss\u00edvel prever se determinadas caracter\u00edsticas se expressar\u00e3o mais ou menos no animal,\u201d conta a pesquisadora da Embrapa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.embrapa.br\/equipe\/-\/empregado\/291443\/luciana-correia-de-almeida-regitano\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Luciana Regitano<\/a>. \u201cA pesquisa nos ajuda a entender por que algumas caracter\u00edsticas \u2018saltam gera\u00e7\u00f5es\u2019, ou seja, passam de av\u00f3s para netos, mas n\u00e3o se manifestam nos filhos\u201d, esclarece. Esse trabalho foi apresentado no Congresso da Sociedade Internacional para Gen\u00f4mica Funcional dos Animais (ISAFG), na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Esse conhecimento permite aos cientistas definir se a sele\u00e7\u00e3o de um determinado gene deve ser feita pela via paterna ou materna. Contribui tamb\u00e9m para mapear as muta\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias, pois sempre que existe essa diferen\u00e7a de express\u00e3o entre os dois alelos, espera-se encontrar na vizinhan\u00e7a uma muta\u00e7\u00e3o que afete a regula\u00e7\u00e3o daquele gene.<\/p>\n<h3><strong>Carne mais macia depende do touro ou da vaca?<\/strong><\/h3>\n<p>A pesquisa \u00e9 interessante para as \u00e1reas de reprodu\u00e7\u00e3o e melhoramento. Mesmo tendo uma c\u00f3pia do gene da m\u00e3e e outra do pai, ocorre um fen\u00f4meno observado na \u00faltima d\u00e9cada em que somente a c\u00f3pia herdada do pai (ou da m\u00e3e) vai se manifestar. Esse problema foi chamado de \u201cimprinting\u201d e a sua origem ainda \u00e9 pouco conhecida dos cientistas.<\/p>\n<p>Os estudos sobre \u201cimprinting\u201d geralmente se voltavam \u00e0s doen\u00e7as. Uma das hip\u00f3teses \u00e9 que com a evolu\u00e7\u00e3o, os organismos n\u00e3o conseguiram se adaptar \u00e0 condi\u00e7\u00e3o diploide (duas c\u00f3pias do genoma) e, das duas c\u00f3pias, uma acaba se desligando (apenas uma se manifesta).<\/p>\n<p>Como exemplo, Regitano cita um gene que melhora a maciez da carne. \u201cO processo de melhoramento seleciona o animal que produz carne mais macia. Se a express\u00e3o do gene desse animal s\u00f3 se d\u00e1 a partir da c\u00f3pia da m\u00e3e, n\u00e3o adianta usar um touro melhorado e esperar que seus filhos produzam esse tipo de carne. Essa caracter\u00edstica s\u00f3 poder\u00e1 se manifestar nos netos dele que forem filhos de suas filhas, pois ter\u00e3o herdado a c\u00f3pia do gene de suas m\u00e3es\u201d, explica a pesquisadora.<\/p>\n<p>Segundo ela, \u00e9 preciso repensar a forma como se vai \u201clevar\u201d esse gene para as gera\u00e7\u00f5es futuras ou considerar isso na hora de fazer a modelagem matem\u00e1tica do que se espera da sele\u00e7\u00e3o. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio valorizar o ganho na prog\u00eanie\u201d, afirma a cientista.<\/p>\n<h3><strong>Chips de DNA relacionam o sexo dos reprodutores \u00e0 qualidade de carne do rebanho<\/strong><\/h3>\n<p>A pesquisa utilizou um chip de SNPs (fala-se snips &#8211; varia\u00e7\u00e3o de um nucleot\u00eddeo, que \u00e9 a base do DNA) que cont\u00e9m mais de 700 mil marcadores do tipo snip para o genoma do boi. Esse chip \u00e9 usado para a sele\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica. \u201cMarcela comparou as informa\u00e7\u00f5es do chip com as da regi\u00e3o expressa do genoma que produz o RNA mensageiro, primeiro passo para a express\u00e3o de um gene\u201d, detalha Regitano.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, o estudo verificou quantas c\u00f3pias de RNA de cada SNP eram correspondentes ao alelo herdado da m\u00e3e e quantas correspondiam ao alelo herdado do pai nessa etapa, sem se preocupar com as caracter\u00edsticas de produ\u00e7\u00e3o. \u201cDesse conjunto de snips, foram descobertos aproximadamente 430 com diferen\u00e7as de express\u00e3o entre os dois alelos\u201d, relembra.<\/p>\n<p>\u201cNosso objetivo agora \u00e9 entender a causa dessas diferen\u00e7as de express\u00e3o. Para isso, estamos investindo em testes capazes de identificar as muta\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias que explicam o comportamento dos alelos\u201d, complementa.<\/p>\n<h3><strong>Dados gen\u00e9ticos de bovinos in\u00e9ditos no mundo<\/strong><\/h3>\n<p>A pesquisa desenvolvida por Marcela Souza durante seu doutorado na Alemanha resultou na elabora\u00e7\u00e3o de um comp\u00eandio de fatores de transcri\u00e7\u00e3o bovinos in\u00e9dito no mundo.<\/p>\n<p>Ao come\u00e7ar a estudar a express\u00e3o al\u00e9lica de genes importantes para a maciez da carne em bovinos, ela percebeu que n\u00e3o havia na literatura um banco de dados curado manualmente para esse fim, a exemplo dos que existem para camundongos e humanos.<\/p>\n<p>O comp\u00eandio foi constru\u00eddo com base no banco de humanos mais utilizado na literatura. \u201cEntrei em contato com o autor desse banco, Juan Vaquerizas, pesquisador principal do Instituto Max Planck de Biomedicina Molecular em M\u00fcnster, na Alemanha, que me recebeu por quatro meses\u201d, explica a estudante.<\/p>\n<p>\u201cO per\u00edodo na Alemanha n\u00e3o foi suficiente para analisar, um por um, os cerca de 1.600 genes, conferindo fun\u00e7\u00f5es evidenciadas na literatura e dom\u00ednios presentes nas sequ\u00eancias dos genes. Foi um longo processo at\u00e9 conseguir terminar e publicar\u201d, assinala.<\/p>\n<p>O documento traz ainda um banco de cofatores de transcri\u00e7\u00e3o, prote\u00ednas que interagem com os fatores auxiliando em sua fun\u00e7\u00e3o de controle sobre a express\u00e3o dos genes.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o se conhece funcionalmente 100% do genoma bovino e esse trabalho \u00e9 um ganho para o campo de estudo da gen\u00e9tica desses animais. Al\u00e9m do conhecimento de base acrescentado, os pesquisadores poder\u00e3o usar o comp\u00eandio em vez dos bancos de dados humanos ou de camundongos.<\/p>\n<p>\u201cMas esse \u00e9 s\u00f3 o come\u00e7o, ainda temos muitos desafios \u00e0 frente. Um deles \u00e9 a atualiza\u00e7\u00e3o do banco, que foi constru\u00eddo com base nos dados dispon\u00edveis na literatura naquele momento. Com o passar dos anos, mais prote\u00ednas ter\u00e3o suas fun\u00e7\u00f5es conhecidas e o documento precisar\u00e1 ser retificado\u201d, pondera.<\/p>\n<div class=\"box-agencia\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.embrapa.br\/documents\/10180\/3258437\/191223_Sexo_do_bovino_maciez_da_carne\/f634bef8-f22d-50f1-159d-83b3d6ba833a?t=1576606840487\" width=\"640\" height=\"457\" \/><\/p>\n<h3><strong>Efici\u00eancia alimentar tamb\u00e9m \u00e9 heran\u00e7a<\/strong><\/h3>\n<p>A partir de dados do f\u00edgado de animais da ra\u00e7a Nelore, a bi\u00f3loga Marina Ibelli Pereira Rocha (<strong>foto<\/strong>) est\u00e1 buscando descobrir como a caracter\u00edstica de efici\u00eancia alimentar \u00e9 transmitida do pai, ou da m\u00e3e, para o filho. Efici\u00eancia alimentar \u00e9 a capacidade de o bovino alcan\u00e7ar o peso ideal (e produzir mais) consumindo menos alimentos.<\/p>\n<p>Para sua pesquisa, ela est\u00e1 avaliando os extremos em efici\u00eancia alimentar \u2013 15 animais mais eficientes (que alcan\u00e7am o mesmo peso comendo menos) e 15 menos eficientes (comem mais para chegar ao mesmo peso). \u201cTemos dados de sequenciamento de RNA, ou seja, express\u00e3o dos genes dos dois grupos, e estamos avaliando as diferen\u00e7as de express\u00e3o de cada um deles\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>No caso, Rocha estuda um tipo de express\u00e3o dos genes chamado alelo-espec\u00edfica. Cada animal possui duas c\u00f3pias de cada gene \u2013 uma oriunda do pai e outra da m\u00e3e. \u201cSupostamente, eles v\u00e3o se expressar igualmente, por\u00e9m, em determinados casos um se expressa mais que o outro. Ainda h\u00e1 muito a estudar sobre a express\u00e3o diferencial desses alelos, se v\u00eam do pai ou da m\u00e3e. \u00c9 o que chamamos de imprinting\u201d, conta. Uma descoberta a cientista j\u00e1 fez: a vaca \u00e9 t\u00e3o importante para determinar as caracter\u00edsticas do filhote quanto o touro.<\/p>\n<p>Nos estudos sobre a express\u00e3o alelo-espec\u00edfica e a diferen\u00e7a entre as c\u00f3pias, a pesquisa levantou alguns genes que fazem sentido para explicar essa \u201ctransmiss\u00e3o de dados\u201d, que a gen\u00f4mica chama de transcri\u00e7\u00e3o. Para descobrir o fen\u00f3tipo (caracter\u00edstica \u201cvis\u00edvel\u201d) de, por exemplo, dep\u00f3sito de menos gordura, que geralmente indica um animal mais eficiente, a cientista procurou as vias metab\u00f3licas nas quais os genes que tentam explicar essa caracter\u00edstica atuam. Nesse caso, a atua\u00e7\u00e3o dos genes em vias de \u00e1cidos graxos ou na ocorr\u00eancia de estresse oxidativo dentro da c\u00e9lula poderia ajudar a entender.<\/p>\n<p>Na literatura h\u00e1 vias que explicam as modifica\u00e7\u00f5es fenot\u00edpicas. Encontrar essas vias seria como localizar a p\u00e1gina de um livro, mas ainda \u00e9 preciso descobrir se as letras que est\u00e3o ali fazem sentido.<\/p>\n<h3><strong>Trabalho que avalia efeitos da metila\u00e7\u00e3o no f\u00edgado de bovinos \u00e9 premiado<\/strong><\/h3>\n<p>Em abril de 2019, um trabalho de Marina sobre metila\u00e7\u00e3o g\u00eanica foi premiado em um workshop realizado na Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (<a href=\"https:\/\/www.google.com\/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwj2xtri6svmAhX6EbkGHZpTCRcQFjAAegQIBBAB&amp;url=https%3A%2F%2Fwww2.ufscar.br%2Fa-ufscar&amp;usg=AOvVaw1szmRL8b4HbloSiI9vzyg-\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">UFSCar<\/a>). Trata-se de uma modifica\u00e7\u00e3o qu\u00edmica do nucleot\u00eddeo, que \u00e9 a base nitrogenada da estrutura que comp\u00f5e o DNA. Em sistemas biol\u00f3gicos, a metila\u00e7\u00e3o est\u00e1 normalmente associada \u00e0 regula\u00e7\u00e3o de express\u00e3o g\u00eanica e de fun\u00e7\u00f5es de prote\u00ednas e metabolismo.<\/p>\n<p>Para sua pesquisa, a bi\u00f3loga extraiu o tecido do f\u00edgado do Nelore, macerou as amostras, quebrando as c\u00e9lulas e deixando apenas o DNA. O grupamento metil pode ou n\u00e3o fazer parte do DNA e a bi\u00f3loga usou uma t\u00e9cnica que modifica quimicamente o DNA de forma a separar e quantificar as bases que cont\u00eam metil das que n\u00e3o t\u00eam. Os genes portadores dessa altera\u00e7\u00e3o qu\u00edmica s\u00e3o geralmente inativos. \u201cConseguimos identificar as regi\u00f5es do genoma nas quais a modifica\u00e7\u00e3o qu\u00edmica ocorreu e que provavelmente est\u00e3o desativados\u201d, conta.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, foi feita a compara\u00e7\u00e3o dos animais mais eficientes com os menos produtivos para descobrir quais tinham metil e em quais genes. \u201cAssim podemos saber que genes estudar para compreender melhor as caracter\u00edsticas produtivas\u201d, finaliza.<\/p>\n<p class=\"legenda\">Foto: Ana Maio<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo desenvolvido na\u00a0Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste\u00a0(SP) comprovou que a maciez da carne bovina est\u00e1 diretamente relacionada<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":119135,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/12\/gado.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Estudo desenvolvido na\u00a0Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste\u00a0(SP) comprovou que a maciez da carne bovina est\u00e1 diretamente relacionada","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119134"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119134"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119134\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/119135"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119134"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=119134"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=119134"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}