{"id":11910,"date":"2014-12-08T14:32:02","date_gmt":"2014-12-08T14:32:02","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=11910"},"modified":"2014-12-08T14:32:47","modified_gmt":"2014-12-08T14:32:47","slug":"jornada-da-vida-viaja-ate-o-berco-da-humanidade-a-etiopia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/jornada-da-vida-viaja-ate-o-berco-da-humanidade-a-etiopia\/","title":{"rendered":"&#8216;Jornada da Vida&#8217; viaja at\u00e9 o ber\u00e7o da humanidade no Planeta Terra: a Eti\u00f3pia"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-11912\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Uma viagem no tempo agora para contar a nossa hist\u00f3ria, a hist\u00f3ria de como come\u00e7ou a aventura do ser humano no planeta Terra.<\/p>\n<p>Os rep\u00f3rteres S\u00f4nia Bridi e Paulo Zero foram at\u00e9 a Eti\u00f3pia, na \u00c1frica, conhecer o vale onde foram encontrados os ind\u00edcios mais importantes das nossas origens. F\u00f3sseis que explicam a evolu\u00e7\u00e3o do homem. S\u00e3o os primeiros cap\u00edtulos da jornada da nossa vida.<\/p>\n<p>Tribos que t\u00eam territ\u00f3rio, mas n\u00e3o t\u00eam parada fixa. O povo Afar segue os rebanhos em busca de comida e \u00e1gua, em um dos lugares mais \u00e1ridos da Terra.<\/p>\n<p>A imensid\u00e3o seca da depress\u00e3o de Afar, no norte da Eti\u00f3pia, \u00e9 a casa dos n\u00f4mades. E o ber\u00e7o onde a humanidade come\u00e7ou sua jornada da vida.<\/p>\n<p>Foi em um canto isolado do Leste da \u00c1frica que a mais incr\u00edvel das esp\u00e9cies da Terra evoluiu e se espalhou por todo o resto do planeta. Por isso, n\u00e3o faz diferen\u00e7a qual \u00e9 a cor da sua pele, dos seus olhos, que pa\u00eds voc\u00ea vive, que l\u00edngua voc\u00ea fala, n\u00e3o importa em qual Deus voc\u00ea acredita. L\u00e1 no come\u00e7o da sua \u00e1rvore geneal\u00f3gica est\u00e3o os primeiros humanos, que pisaram este ch\u00e3o.<\/p>\n<p>Em nenhum outro lugar foram encontrados tantos ancestrais humanos. S\u00f3 no Vale do Rift, 11 esp\u00e9cies, que nos separam dos macacos em seis milh\u00f5es de anos de evolu\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma fenda de centenas de quil\u00f4metros, aberta pelo movimento de duas placas da crosta terrestre que est\u00e3o se separando, alguns mil\u00edmetros por ano, h\u00e1 25 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-11913 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/a><\/p>\n<p>No tecido rasgado do planeta, f\u00f3sseis de muitas \u00e9pocas contam a hist\u00f3ria da vida.<\/p>\n<p>A rep\u00f3rter S\u00f4nia Bridi pisou em uma camada de lava solidificada, de uma erup\u00e7\u00e3o vulc\u00e2nica, de mais de 3 milh\u00f5es de anos. Conforme a lava foi erodindo, foi expondo os f\u00f3sseis ainda mais velhos que a erup\u00e7\u00e3o. Tudo o que parecem pedras brancas no local s\u00e3o na verdade os restos dos f\u00f3sseis de uma tartaruga gigante. S\u00e3o tantos f\u00f3sseis expostos, que em alguns pontos \u00e9 imposs\u00edvel caminhar sem topar com ossos de milh\u00f5es de anos. At\u00e9 uma leiga reconhece o f\u00f3ssil. \u201c\u00c9 de um elefante\u201d, diz uma das maiores autoridades em evolu\u00e7\u00e3o humana, Yohannes Haile-Selassie. Logo adiante, ele identifica o cotovelo de um ancestral do hipop\u00f3tamo. Peda\u00e7o em peda\u00e7o, o esqueleto inteiro deslizou pela encosta.<\/p>\n<p><strong>S\u00f4nia Bridi:<\/strong> E este pequenino, o que \u00e9?<br \/>\n<strong>Yohannes Haile-Selassie:<\/strong> Um dente de crocodilo. Isso nos diz que 3,4 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, havia \u00e1gua aqui.<\/p>\n<p>O ambiente era muito diferente quando a esp\u00e9cie humana surgiu. &#8220;N\u00e3o \u00e9 como hoje que existem casas, ruas, eles viviam junto com os animais. Eles morriam e viviam com o resto da natureza&#8221;, conta Yohannes Haile-Selassie.<\/p>\n<p>Onde havia um grande lago, o ge\u00f3logo americano Jonathan Wynn mostra as camadas de sedimentos acumulados ao longo de milh\u00f5es de anos. Cada uma recheada de f\u00f3sseis de uma \u00e9poca.<\/p>\n<p>A equipe dele perfura at\u00e9 600 metros de profundidade. E traz \u00e0 superf\u00edcie amostras do solo. Quanto mais profundas, mais antigas. Nelas, f\u00f3sseis de conchas e restos de seres vivos. \u201cEssas camadas n\u00e3o foram expostas \u00e0 chuva e aos ventos, e com elas podemos ter muitas informa\u00e7\u00f5es sobre o ambiente e o clima da \u00e9poca\u201d, diz o doutor.<\/p>\n<p>Ali perto, a equipe do Doutor Yohannes tamb\u00e9m tenta remontar o ambiente que nutriu a humanidade em sua inf\u00e2ncia. S\u00e3o milhares de f\u00f3sseis recolhidos a cada expedi\u00e7\u00e3o. Buscando encontrar o elo perdido, o momento da nossa separa\u00e7\u00e3o dos outros grandes primatas.<\/p>\n<p>Todos viemos do mesmo ancestral. O primeiro a se separar da fam\u00edlia foi o ramo dos orangotangos. Depois, os gorilas, e finalmente, o ancestral de chimpanz\u00e9s e bonobos ficou independente, deixando os homens para seguir seu pr\u00f3prio caminho na evolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na escava\u00e7\u00e3o de hoje, os f\u00f3sseis de um primata v\u00e3o sendo descobertos. Uma pontinha de dedo aqui. Um peda\u00e7o da m\u00e3o ali. Com isso, eles j\u00e1 concluem: \u00e9 da fam\u00edlia dos babu\u00ednos.<\/p>\n<p>\u201cEm um pedacinho, ele acabou de achar um peda\u00e7o do rabo de um ancestral do babu\u00edno\u201d, mostra a rep\u00f3rter do Fant\u00e1stico.<\/p>\n<p>\u201cPara cada 100 macacos que encontramos, s\u00e3o apenas dois ou tr\u00eas f\u00f3sseis humanos. Por isso ficamos t\u00e3o animados quando encontramos algum osso humano\u2019, conta Yohannes Haile-Selassie.<\/p>\n<p>Foi assim no dia que o Doutor Yohannes encontrou, h\u00e1 13 anos, o nosso ancestral mais antigo conhecido. O Ardipithecus kadabba, o primeiro a andar em p\u00e9.<\/p>\n<p>O kadabba dobrou o tempo conhecido da evolu\u00e7\u00e3o humana: existiu h\u00e1 quase 6 milh\u00f5es de anos. At\u00e9 ele, o f\u00f3ssil mais antigo era o Australopithecus afarensis, como o nome indica, encontrado em Afar.<\/p>\n<p>Uma mulher, Lucy, que virou s\u00edmbolo da evolu\u00e7\u00e3o humana. Era pequenina, parecia um chimpanz\u00e9 em p\u00e9. Lucy est\u00e1 no Museu Nacional de Adis Abeba, capital da Eti\u00f3pia, sob os cuidados de Berhane Asfaw, que \u00e9 a maior autoridade do mundo em evolu\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>Imagens mostram os f\u00f3sseis originais da Lucy, a australopithecus afarensis que ficou conhecida como a m\u00e3e da humanidade. &#8220;Lucy \u00e9 \u00fanica porque n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um osso, uma articula\u00e7\u00e3o, \u00e9 um esqueleto. Da cabe\u00e7a aos p\u00e9s. 40% de um esqueleto humano. E isso \u00e9 extremamente raro. O pesquisador que a encontrou estava caminhando e trope\u00e7ou neste osso. Depois achou o resto\u201d, conta Berhane Asfaw.<\/p>\n<p>Eram os anos 70 e os pesquisadores batizaram o f\u00f3ssil com o nome tirado da m\u00fasica dos Beatles, que ouviam no acampamento. O esqueleto de 3 milh\u00f5es de anos, t\u00e3o bem preservado, revelou muito.<\/p>\n<p>\u201cPor causa da Lucy sabemos as propor\u00e7\u00f5es do corpo: pernas curtas, bra\u00e7os longos. Isso era completamente desconhecido\u201d, explica Berhane Asfaw.<\/p>\n<p>Ela estava no meio de uma caminhada de 6 milh\u00f5es de anos. Do Ardipithecus at\u00e9 n\u00f3s: pernas foram ficando mais compridas, os bra\u00e7os mais curtos, o andar mais ereto. Perdemos pelos no corpo, ganhamos cabelos longos.<\/p>\n<p>O ponto crucial dessa transforma\u00e7\u00e3o foi h\u00e1 2 milh\u00f5es de anos quando o Homo habilis aprendeu a usar pedras como ferramentas. E isso mudou o curso da evolu\u00e7\u00e3o, afetou profundamente o c\u00e9rebro.<\/p>\n<p>O c\u00e9rebro do Homo habilis era pequeno, tinha 300 mililitros. No pr\u00f3ximo salto da evolu\u00e7\u00e3o, o Homo erectus, o tamanho do c\u00e9rebro mais que triplicou. E o Homo sapiens, n\u00f3s, temos quase 1,5 litro de volume cerebral.<\/p>\n<p>Mas por que as ferramentas tiveram impacto t\u00e3o grande? Porque com elas, eles podiam cortar a pele de grandes animais mortos, e ter acesso a mais carne e gordura.<\/p>\n<p>\u201cQuando fizeram isso, passaram a comer muita prote\u00edna. Eles podiam quebrar os ossos dos animais e ter acesso \u00e0 medula. E com esse conhecimento, come\u00e7aram a mudar a biologia. Em pouco tempo, aquele c\u00e9rebro pequeno evoluiu para um grand\u00e3o. O pr\u00f3ximo evento foi mudar a programa\u00e7\u00e3o do c\u00e9rebro dessa grande m\u00e1quina que adquirimos na evolu\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Berhane Asfaw.<\/p>\n<p>Uma m\u00e1quina, que h\u00e1 menos de 200 mil anos, fez de n\u00f3s o que somos. 40 mil gera\u00e7\u00f5es atr\u00e1s viveu um homem, que \u00e9 o mais velho j\u00e1 encontrado da nossa esp\u00e9cie, o homo sapiens, 160 mil anos.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 160 mil anos, esse foi o ancestral de toda a humanidade, tudo come\u00e7ou aqui. Se ele estivesse vestido, no metr\u00f4 de Londres, por exemplo, seria s\u00f3 mais um negro, rec\u00e9m-chegado da \u00c1frica\u201d, conta Berhane Asfaw.<\/p>\n<p>O povo Afar \u00e9 o que ficou no ber\u00e7o da humanidade. No acampamento, os jovens se enfeitam.<\/p>\n<p>As mulheres com tran\u00e7as muito elaboradas. Os homens usam manteiga de leite de cabra para soltar os cachos. O cabelo \u00e9 a vaidade desse povo que n\u00e3o tem bens materiais al\u00e9m dos rebanhos.<\/p>\n<p>Um conceito de beleza diferente. Na adolesc\u00eancia, os dentes s\u00e3o lixados, para ficarem pontudos. Os sorrisos afiados.<\/p>\n<p>As crian\u00e7as se divertem com as diferen\u00e7as. Mas uma menininha fica morrendo de medo.<\/p>\n<p>S\u00e3o vistos muitos jovens e crian\u00e7as, e poucos adultos. A expectativa de vida aqui \u00e9 de 37 anos. Uma das mais baixas do mundo.<\/p>\n<p>Os Afar s\u00e3o mu\u00e7ulmanos, mas praticam a religi\u00e3o com caracter\u00edsticas bem pr\u00f3prias. As meninas podem se casar a partir dos 10 anos de idade. O almo\u00e7o coletivo ainda est\u00e1 no fogo, quando come\u00e7am as dan\u00e7as.<\/p>\n<p>As mulheres em um lado do acampamento. Suti\u00e3s, meio antig\u00f5es, s\u00e3o usados s\u00f3 porque a equipe do Fant\u00e1stico estava no local. Os homens dan\u00e7am do outro lado. As m\u00fasicas s\u00e3o poucas frases, repetidas e ritmadas.<\/p>\n<p>Quando os dois grupos se encontram, o ritual de conquista mais parece um desafio. Quando acaba, os rapazes saem em fila, fazendo a dan\u00e7a de guerra. Eles avan\u00e7am devagar, como quem reluta em enfrentar seu destino.<\/p>\n<p>Alguns deles t\u00eam nas m\u00e3os os cajados de pastores. Outros, fuzis autom\u00e1ticos.<\/p>\n<p>A rep\u00f3rter S\u00f4nia Bridi confessou que \u00e9 um pouco assustador estar no local, porque apesar de ser uma dan\u00e7a cerimonial de guerra, na verdade essas tribos, elas est\u00e3o em uma disputa com outros grupos \u00e9tnicos h\u00e1 muito tempo. As armas defendem fronteiras recentes, que n\u00e3o existiam para os nossos antepassados.<\/p>\n<p>Daqui eles sa\u00edram para ocupar todo o planeta, na mais fascinante jornada da vida.<\/p>\n<p>Na semana que vem, vamos conhecer uma mulher que ficou conhecida como Luzia, a primeira brasileira. O \u201cJornada da Vida\u201d vai conhecer os lugares onde os primeiros brasileiros viveram e as hist\u00f3rias que deixaram para tr\u00e1s.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma viagem no tempo agora para contar a nossa hist\u00f3ria, a hist\u00f3ria de como come\u00e7ou<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11912,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/etiopia.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma viagem no tempo agora para contar a nossa hist\u00f3ria, a hist\u00f3ria de como come\u00e7ou","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11910"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11910"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11910\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11912"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11910"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11910"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11910"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}