{"id":118299,"date":"2019-12-15T15:45:29","date_gmt":"2019-12-15T18:45:29","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=118299"},"modified":"2019-12-15T15:45:29","modified_gmt":"2019-12-15T18:45:29","slug":"o-que-a-gordura-tem-a-ver-com-o-diabetes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-que-a-gordura-tem-a-ver-com-o-diabetes\/","title":{"rendered":"O que a gordura tem a ver com o diabetes"},"content":{"rendered":"<header class=\"article-header\">\n<h2 class=\"article-subtitle\">N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o a\u00e7\u00facar que importa na preven\u00e7\u00e3o e no tratamento do diabetes. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso olhar com cautela para os alimentos gordurosos<\/h2>\n<div class=\"article-author\">\n<div class=\"article-author-name\">Por\u00a0<strong>Regina C\u00e9lia Pereira<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/header>\n<section class=\"share\"><\/section>\n<section class=\"article-content\">\n<div class=\"featured-image\">\n<div class=\"image\"><img class=\"abril-image optimized lazyloaded\" src=\"https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png\" sizes=\"(min-width: 991px) 680px, (max-width: 420px) 420px, (max-width: 360px) 360px, \" srcset=\"https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png?quality=85&amp;strip=info&amp;resize=680,453 680w, https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png?quality=70&amp;strip=all&amp;resize=420,280 420w, https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png?quality=70&amp;strip=all&amp;resize=360,240 360w, \" alt=\"como baixar a diabetes\" data-src=\"https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png\" data-srcset=\"https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png?quality=85&amp;strip=info&amp;resize=680,453 680w, https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png?quality=70&amp;strip=all&amp;resize=420,280 420w, https:\/\/abrilsaude.files.wordpress.com\/2019\/10\/gordura-e-diabetes.png?quality=70&amp;strip=all&amp;resize=360,240 360w, \" data-pin-nopin=\"true\" \/><\/p>\n<div class=\"seedtag-gohan seedtag-adunit st-in-image\">\n<div class=\"st-container\">\n<div class=\"st-adunit-component st-adunit-component_ad-view\">\n<div class=\"st-container\">\n<div>\n<div class=\"important-styled st-canvas-container  f1q5ut5n\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-el fa5yfwn\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-container  f1q5ut5n\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-el f72vwjr\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-container  f1q5ut5n\">\n<div class=\"important-styled st-canvas-el fa5yfwn\">\n<div class=\"important-styled fo2jdnh\">\n<div class=\"display-render-wrapper\">Alimentos muito gordurosos tornam a digest\u00e3o mais lenta e elevam a glicemia. \u00a0(Foto: Tom\u00e1s Arthuzzi\/SA\u00daDE \u00e9 Vital)<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Ningu\u00e9m precisa ter\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/diabetes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>diabetes<\/strong><\/a>\u00a0para saber que o problema guarda \u00edntima rela\u00e7\u00e3o com o a\u00e7\u00facar. Esse \u00e9 um elo que grudou na cabe\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o em geral. Mas, se \u00e9 preciso lidar com a sobrecarga de glicose no sangue, vale a pena considerar outro ingrediente:\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/gordura\"><strong>as gorduras<\/strong><\/a>. Quem avisa s\u00e3o pesquisadores da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.harvard.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Universidade Harvard<\/a>, nos Estados Unidos, que acabam de concluir uma pesquisa a respeito.<\/p>\n<p>Antes de dar esse conselho, eles avaliaram nada menos que 11 264 indiv\u00edduos com diabetes. Durante mais de uma d\u00e9cada, com alguns intervalos, essa turma respondeu a question\u00e1rios sobre seus h\u00e1bitos. Nesse meio-tempo, ocorreram 2 502 mortes, incluindo 646 por causas cardiovasculares.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s esmiu\u00e7ar os relatos dos participantes, os cientistas conclu\u00edram que um consumo maior de\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/alimentacao\/o-que-e-gordura-insaturada-e-onde-encontrar-nos-alimentos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">gorduras poli-insaturadas<\/a>\u00a0(presentes em pescados e em determinadas castanhas e sementes) estava ligado a uma menor mortalidade por doen\u00e7as card\u00edacas em compara\u00e7\u00e3o com a ingest\u00e3o abundante de\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/alimentacao\/o-que-e-gordura-saturada-quanto-consumir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">gorduras saturadas<\/a>\u00a0(encontradas na carne vermelha, nos embutidos, nos salgadinhos\u2026) e carboidratos.<\/p>\n<p>O endocrinologista Rog\u00e9rio Friedman, professor da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ufrgs.br\/ufrgs\/inicial\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Universidade Federal do Rio Grande do Sul<\/a>, nota que se trata de um estudo observacional \u2014 ou seja, ele n\u00e3o comprova causa e efeito.<\/p>\n<p>\u201cDe todo modo, confirma o que outros trabalhos j\u00e1 apontavam e refor\u00e7a a import\u00e2ncia de certas gorduras e do equil\u00edbrio entre elas na prote\u00e7\u00e3o cardiovascular\u201d, analisa o m\u00e9dico. Afinal, n\u00e3o faltam evid\u00eancias sobre o papel das monoinsaturadas no controle do colesterol e da a\u00e7\u00e3o anti-inflamat\u00f3ria das poli-insaturadas, com destaque para a mais famosa integrante da fam\u00edlia, o \u00f4mega-3.<\/p>\n<p>Estrat\u00e9gias que blindam as art\u00e9rias s\u00e3o fundamentais a quem convive com o diabetes,\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/o-que-e-diabetes-tipo-2-causas-sintomas-tratamentos-e-prevencao\/\">especialmente o tipo 2<\/a>. \u00c9 que, nesses casos, a doen\u00e7a costuma vir acompanhada de excesso de peso,\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/hipertensao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">hipertens\u00e3o<\/a>, al\u00e9m de colesterol e triglic\u00e9rides elevados, uma reuni\u00e3o de fatores perigosos ao cora\u00e7\u00e3o e batizada de s\u00edndrome metab\u00f3lica.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, um dos maiores prejudicados \u00e9 o endot\u00e9lio, o tapete celular que recobre o interior dos vasos sangu\u00edneos. Ele fica mais suscet\u00edvel ao ac\u00famulo de part\u00edculas gordurosas. \u201cEsse mecanismo serve de estopim para a forma\u00e7\u00e3o das placas que entopem as art\u00e9rias\u201d, observa o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, pesquisador da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.fmrp.usp.br\/pb\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Faculdade de Medicina de Ribeir\u00e3o Preto da Universidade de S\u00e3o Paulo<\/a>.<\/p>\n<p>Para evitar o pior desfecho, um infarto ou AVC, \u00e9 preciso rever atitudes \u2014 e uma delas \u00e9 quanto e quais gorduras levamos ao prato.<a id=\"ad-native-text\" href=\"https:\/\/adclick.g.doubleclick.net\/pcs\/click%253Fxai%253DAKAOjssAfcrHKB36gfOBlqWwyccJ80SC77xoUZKxZvuvcgloiYNWe7gk7dccKR2P9IDYMo0xkex3HSFlIQuqfuDmOJoH8Vmz9VXhMC08OdhFAaLaAj-AUqFoV4mh3AnK4vvAh9BKsB9mGRUYZGfWPGDg5yaG-3whdLwykfykmIQei1ErFm8E5LVKHy65WH9irenZbQFpioKeZpRUj-Pjo5Qsgkz7Xjf7gMP5hYckx3e-IkWqc1uxFlkmufzR9ZRopKavAAxA%2526sai%253DAMfl-YTsoEgyJ54z8uTcmW4-HoyTfa6_H3QdoMpwRDh57oB6YaN7Yidelx7byRQuSBl05uyb2d_6ZftScZ-ErLGmjNhvxhIeRnsN8qMvZJfN9v0zSFnIm9kYane_XbLJg-JtoiBf%2526sig%253DCg0ArKJSzFSxwJTmCfbvEAE%2526urlfix%253D1%2526adurl%253Dhttps:\/\/www.assine.abril.com.br\/portal\/paginasEstaticas!showPromocao.action?codPromocao=sr_ve_land&amp;origem=sr_ve_calhau_comum_nativas_amazon_dez19r&amp;utm_source=sites&amp;utm_medium=sm&amp;utm_campaign=sr_ve_calhau_comum_nativas_amazon_dez19\"><\/a><\/p>\n<h3>Como pessoas com diabetes podem equilibrar a gordura no prato<\/h3>\n<p>No estudo de Harvard, os americanos mencionam a dieta do Mediterr\u00e2neo como um bom modelo para os diab\u00e9ticos controlarem as taxas de a\u00e7\u00facar, colesterol e triglic\u00e9rides no sangue. Ela se destaca por contemplar peixes, gr\u00e3os e azeite de oliva, fontes das queridinhas gorduras mono e poli-insaturadas.<\/p>\n<p>Mas leite e queijos tamb\u00e9m s\u00e3o apreciados pelos povos que vivem naquelas bandas. Logo, a tal saturada d\u00e1 as caras no menu. \u201cE ela pode entrar mesmo. \u00c9 s\u00f3 n\u00e3o exagerar\u201d, aconselha a nutricionista Maristela Strufaldi, da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.diabetes.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Sociedade Brasileira de Diabetes<\/a>.<\/p>\n<p>Os experts pregam, ali\u00e1s, que n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio excluir nenhum nutriente, mas modular as quantidades. Um alerta inclusive para\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/alimentacao\/dieta-low-carb-vale-a-pena\/\">quem segue a dieta low carb<\/a>. Pesquisas apontam que ela at\u00e9 pode ajudar quem convive com diabetes tipo 2, desde que n\u00e3o seja t\u00e3o radical. Quando esses planos alimentares ficam muito severos, abre-se espa\u00e7o para o consumo abusivo de prote\u00ednas e gorduras.<\/p>\n<p>Infelizmente, por\u00e9m, equ\u00edvocos \u00e0 mesa n\u00e3o s\u00e3o raros. Veja o caso dos \u00f4megas. \u201cNotamos que a popula\u00e7\u00e3o consome pouco \u00f4mega-3 e muito \u00f4mega-6, fornecido pelos \u00f3leos vegetais\u201d, exemplifica o m\u00e9dico Fernando Chueire, da\u00a0<a href=\"https:\/\/abran.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Nutrologia<\/a>. Juntos, esses \u00e1cidos graxos atuam contra inflama\u00e7\u00f5es, mas o desequil\u00edbrio pode provocar o efeito contr\u00e1rio, amea\u00e7ando as art\u00e9rias.<\/p>\n<p>O melhor \u00e9 passar longe de extremismos e dos ditos milagres \u2014\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/alimentacao\/cuidado-com-oleo-de-coco-pedem-cardiologistas\/\">caso do \u00f3leo de coco, que, segundo diretrizes m\u00e9dicas, deve ser consumido com muita, mas muita modera\u00e7\u00e3o<\/a>.<\/p>\n<p>E quem n\u00e3o gosta de linha\u00e7a n\u00e3o precisa tapar o nariz e engolir s\u00f3 para ter sua parcela de gorduras ben\u00e9ficas. \u201cN\u00e3o d\u00e1 para transformar o ga\u00facho da fazenda em um esquim\u00f3\u201d, brinca Friedman.<\/p>\n<h3>O pre\u00e7o do abuso<\/h3>\n<p>\u201cEm geral, os alimentos fontes de gordura costumam apresentar uma mistura dos tipos\u201d, aponta a nutricionista Maria Fernanda Cury Boaventura, professora da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cruzeirodosul.edu.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Universidade Cruzeiro do Sul<\/a>, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O azeite \u00e9 rico em monoinsaturada, mas oferece um pouco das poli-insaturadas, por exemplo. O salm\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 composto exclusivamente de \u00f4mega-3. Da\u00ed a sugest\u00e3o de procurar conhecer a composi\u00e7\u00e3o dos alimentos e observar os r\u00f3tulos. A meta n\u00e3o \u00e9 ficar paranoico, mas escapar dos abusos.<\/p>\n<p>Quem convive com esse desbalan\u00e7o dos \u00f4megas e extrapola a cota das gorduras saturada e\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/alimentacao\/o-que-e-gordura-trans-e-por-que-voce-deve-evita-la\/\">trans (comuns nos industrializados)<\/a>\u00a0bagun\u00e7a mesmo o organismo. A come\u00e7ar pelo ganho de peso. Segundo Maria Fernanda, esse padr\u00e3o tamb\u00e9m alimenta a resist\u00eancia \u00e0 insulina, situa\u00e7\u00e3o que deixa a glicose sobrando na circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E tem mais encrenca \u00e0 vista: a hiperglicemia tardia. Ainda que o carboidrato seja o nutriente com maior impacto glic\u00eamico \u2014 afinal, 100% dele \u00e9 convertido rapidamente em glicose \u2014, o excesso de comida gordurosa tamb\u00e9m pode contribuir para a escalada do a\u00e7\u00facar no sangue.<\/p>\n<p>Como se sabe, os lip\u00eddios (nome oficial das gorduras) desempenham in\u00fameras fun\u00e7\u00f5es no organismo: auxiliam no transporte de vitaminas e na forma\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios, entre outras. Mas cerca de 10% deles se transformam em glicose. Assim, ao cair de boca em uma pratada gordurenta, a digest\u00e3o tende a ser mais lenta e a eleva\u00e7\u00e3o da glicemia pode ocorrer muito depois de comer.<\/p>\n<p>Acontece que essa altera\u00e7\u00e3o tardia passa despercebida. \u00c9 que a pessoa com diabetes \u00e9 orientada a fazer a monitoriza\u00e7\u00e3o, na ponta do dedo, no per\u00edodo p\u00f3s-refei\u00e7\u00e3o ou duas horas depois de se alimentar. Mas, quando h\u00e1 uma ingest\u00e3o exagerada de gorduras, o pico de glicemia pode ocorrer ap\u00f3s quatro ou cinco horas. Resultado: o sujeito nem toma conhecimento da hiperglicemia.<\/p>\n<p>Se tais excessos forem corriqueiros, o corpo fica vulner\u00e1vel a les\u00f5es nas art\u00e9rias que irrigam os olhos, os rins, o cora\u00e7\u00e3o\u2026 Portanto, priorizar as vers\u00f5es mono e poli-insaturadas, sem cair no consumo desmedido, \u00e9 uma atitude que poupa os vasos e o organismo da cabe\u00e7a aos p\u00e9s. Viu s\u00f3 por que n\u00e3o adianta focar apenas no\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/acucar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">a\u00e7\u00facar<\/a>?<\/p>\n<h3>Alimentos para ficar de olho<\/h3>\n<p><em>Itens ricos em gordura saturada pedem parcim\u00f4nia. J\u00e1 os que t\u00eam trans devem ser evitados<\/em><\/p>\n<p><strong>Carnes gordas:\u00a0<\/strong>cupim, picanha e bacon devem aparecer em situa\u00e7\u00f5es bem pontuais. No geral, cortes magros (patinho, fil\u00e9-mignon\u2026) s\u00e3o melhores escolhas.<\/p>\n<p><strong>Embutidos:\u00a0<\/strong>lingui\u00e7a, mortadela e salame tendem a ser gordurosos e carregam boas por\u00e7\u00f5es de s\u00f3dio, combo prejudicial aos vasos sangu\u00edneos.<\/p>\n<p><strong>Queijos amarelos:\u00a0<\/strong>outra turma que deve ser beliscada em ocasi\u00f5es especiais. A sugest\u00e3o \u00e9 consumir l\u00e1cteos menos engordurados no cotidiano, como cottage.<\/p>\n<p><strong>Guloseimas:\u00a0<\/strong>biscoitos, salgadinhos, bolos e sorvetes muitas vezes levam gordura trans (hidrogenada) \u2014 a pior para a sa\u00fade. Examine o r\u00f3tulo.<\/p>\n<h3>Itens para consumir<\/h3>\n<p><em>Abra espa\u00e7o no card\u00e1pio para alimentos com um bom mix de gorduras ben\u00e9ficas, como os abaixo<\/em><\/p>\n<p><strong>Peixes:\u00a0<\/strong>apostar em esp\u00e9cies como salm\u00e3o, atum e sardinha \u00e9 uma deliciosa maneira de garantir \u00f4mega-3. S\u00f3 evite empanar e fritar.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/Oleaginosas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Oleaginosas:<\/strong><\/a>\u00a0nozes, avel\u00e3s, am\u00eandoas e as brasileir\u00edssimas castanhas-do-par\u00e1 e de caju oferecem \u00e1cidos graxos protetores. Fora as vitaminas e minerais.<\/p>\n<p><strong>Sementes:\u00a0<\/strong>as de ab\u00f3bora e girassol, assim como a chia e a linha\u00e7a, incrementam o menu com as tais poli-insaturadas e outras subst\u00e2ncias bacanas.<\/p>\n<p><strong>\u00d3leos vegetais:\u00a0<\/strong>azeite de oliva \u00e9 sempre festejado porque, al\u00e9m de gorduras boas, \u00e9 rico em antioxidantes. Mas \u00f3leos de soja e canola caem bem no dia a dia.<\/p>\n<h3>Suplementos de \u00f4mega-3 ajudam?<\/h3>\n<p>J\u00e1 notou que as prateleiras das farm\u00e1cias est\u00e3o tomadas por potes de DHA e EPA? Tais siglas se referem ao\u00a0<a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/tudo-sobre\/omega-3\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00f4mega-3.<\/a>\u00a0\u201cH\u00e1 evid\u00eancias de que eles ajudem no controle dos triglic\u00e9rides\u201d, diz o nutr\u00f3logo Fernando Chueire.<\/p>\n<p>Ainda assim, o m\u00e9dico n\u00e3o aconselha a ingest\u00e3o sem a avalia\u00e7\u00e3o de um profissional, j\u00e1 que cada um tem necessidades espec\u00edficas (\u00e0s vezes supridas na alimenta\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<h3>Cuidados com o cora\u00e7\u00e3o no diabetes<\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/pesquisa-brasileiros-desconhecem-o-perigo-do-diabetes-para-o-coracao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Uma pesquisa com 1 439 brasileiros realizada por SA\u00daDE<\/a>, com a curadoria do m\u00e9dico Carlos Eduardo Barra Couri e o apoio do laborat\u00f3rio\u00a0<a href=\"https:\/\/www.novonordisk.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Novo Nordisk<\/a>, revela que a liga\u00e7\u00e3o entre o diabetes e os problemas card\u00edacos ainda passa batida.<\/p>\n<p>\u201cEsse desconhecimento foi visto inclusive em uma parcela de pessoas de alto n\u00edvel sociocultural. Imagine o que se passa com o restante da popula\u00e7\u00e3o\u201d, conta Couri. \u201c\u00c9 preocupante!\u201d.<\/p>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o a\u00e7\u00facar que importa na preven\u00e7\u00e3o e no tratamento do diabetes. Tamb\u00e9m<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o a\u00e7\u00facar que importa na preven\u00e7\u00e3o e no tratamento do diabetes. 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