{"id":11430,"date":"2014-11-30T16:07:52","date_gmt":"2014-11-30T16:07:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=11430"},"modified":"2014-11-30T16:07:52","modified_gmt":"2014-11-30T16:07:52","slug":"conheca-peixes-de-agua-doce-com-bom-desempenho-para-criacao-em-cativeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-peixes-de-agua-doce-com-bom-desempenho-para-criacao-em-cativeiro\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a peixes de \u00e1gua doce com bom desempenho para cria\u00e7\u00e3o em cativeiro"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-11431\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>A cria\u00e7\u00e3o para fins comerciais \u00e9 uma constante na piscicultura e pode ser bem trabalhada a partir de uma alimenta\u00e7\u00e3o correta e cuidados com a reprodu\u00e7\u00e3o dos animais. Abaixo voc\u00ea confere uma lista de peixes de \u00e1gua doce com bom desempenho para cria\u00e7\u00e3o em cativeiro. Para saber mais sobre a cria\u00e7\u00e3o de cada uma das esp\u00e9cies, acesse as p\u00e1ginas espec\u00edficas lincadas ao nome dos peixes.<\/p>\n<p><strong>Matrinx\u00e3.<\/strong> A fauna aqu\u00e1tica amaz\u00f4nica abriga milhares de esp\u00e9cies de peixes \u2013 fonte tradicional de prote\u00ednas para as comunidades ind\u00edgenas e popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas. A pesca sempre foi feita em regime extrativista, para consumo local. A piscicultura, por\u00e9m, vem crescendo e, gra\u00e7as a t\u00e9cnicas modernas de cultivo em cativeiro, v\u00e1rias esp\u00e9cies do card\u00e1pio regional passaram a ser introduzidas e comercializadas em outras \u00e1reas do pa\u00eds. \u00c9 o caso do matrinx\u00e3, peixe de escamas, colora\u00e7\u00e3o prateada e corpo alongado, capaz de atingir 80 cent\u00edmetros de comprimento e cinco quilos de peso. Encontrado tradicionalmente nas bacias Amaz\u00f4nica e Araguaia-Tocantins, o peixe se adapta bem ao ambiente dos criat\u00f3rios. No rio, tem prefer\u00eancia pelo consumo de frutos, sementes, insetos e peixes pequenos. Em cativeiro, pode ser alimentado com ra\u00e7\u00e3o peletizada para peixes carn\u00edvoros. O uso de horm\u00f4nios para a reprodu\u00e7\u00e3o induzida do matrinx\u00e3 \u00e9 uma pr\u00e1tica complexa, que necessita de tecnologia espec\u00edfica e, portanto, reservada para quem j\u00e1 \u00e9 profissional.\u00a0As informa\u00e7\u00f5es foram consultadas junto a Geraldo Bernardino, da Secretaria de Produ\u00e7\u00e3o Rural do Estado dos Amazonas.<\/p>\n<p><strong>Piau\u00e7u.<\/strong>\u00a0Segundo Eduardo Makoto Onaka, pesquisador do Centro Avan\u00e7ado de Pesquisa Tecnol\u00f3gica do Pescado Continental, o piau\u00e7u\u00a0(<em>Leporinus macrocephalus<\/em>) forma o grupo de peixes com boca pequena composta de dentes incisivos que possuem caracter\u00edsticas adequadas para cria\u00e7\u00e3o em cativeiro. Tem crescimento r\u00e1pido, boa adapta\u00e7\u00e3o para viver em espa\u00e7os pequenos, como tanques escavados, e n\u00e3o demanda muito investimento.\u00a0<span style=\"font-size: 14px;\">De origem da bacia do Rio Paraguai, abrangendo toda a \u00e1rea do Pantanal e o Baixo Rio Paran\u00e1, o piau\u00e7u enfrenta, na natureza, corredeiras de \u00e1guas para a realiza\u00e7\u00e3o da desova, que vai de setembro a janeiro. Por isso, durante o per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro, onde n\u00e3o h\u00e1 correntezas, o peixe precisa receber est\u00edmulos por meio da aplica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios. O procedimento, que tem registros bem-sucedidos, deve ser feito com o aux\u00edlio de um produtor experiente ou profissional da \u00e1rea com conhecimentos no assunto.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-11432 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"196\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14px;\">Piapara. <\/span><\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Outro peixe de baixo custo adaptado \u00e0s t\u00e9cnicas de cria\u00e7\u00e3o \u00e9 a piapara que, de acordo com Onaka, conta com v\u00e1rias vantagens tanto produtivas quanto comerciais. &#8220;Peixe que come de tudo, desde vegetais, algas, larvas, insetos at\u00e9 crust\u00e1ceos, podendo at\u00e9 viver apenas com uma dieta herb\u00edvora, tem r\u00e1pido ganho de peso e boa convers\u00e3o alimentar com o consumo de ra\u00e7\u00e3o peletizada&#8221;, afirma o especialista. Apesar de necessitar de aplica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios, assim como o piau\u00e7u, a reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro apresenta bom resultado.\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Como a piapara \u00e9 on\u00edvora, a esp\u00e9cie n\u00e3o tem muitas restri\u00e7\u00f5es alimentares. \u00c9 recomendado comprar ra\u00e7\u00e3o comercial para peixes on\u00edvoros em lojas agropecu\u00e1rias.\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Estudos cient\u00edficos revelaram que 25% da prote\u00edna da ra\u00e7\u00e3o devem ser de origem animal, para melhor desempenho da cria\u00e7\u00e3o em cativeiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14px;\"><strong>Dourado. <\/strong>Com r\u00e1pido crescimento e ganho de peso, o dourado tamb\u00e9m responde positivamente ao manejo em cativeiro e alcan\u00e7a bons pre\u00e7os de venda no varejo para consumo. A carne \u00e9 de \u00f3tima qualidade e agrad\u00e1vel ao paladar do brasileiro. Segundo Fernando Andr\u00e9 Salles, pesquisador da Ag\u00eancia Paulista de Tecnologia de Agroneg\u00f3cios, entre as esp\u00e9cies do g\u00eanero <em>Salminus<\/em>, a <em>S. brasiliensis<\/em> \u00e9 a mais indicada para cria\u00e7\u00e3o. No ambiente natural, pode ser encontrada nos rios Paran\u00e1, Paraguai, Uruguai, Chapar\u00e9 e Mamor\u00e9, al\u00e9m das bacias ligadas \u00e0 Lagoa dos Patos. Apesar de responder bem \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o com ra\u00e7\u00e3o artificial, o dourado \u00e9 um peixe carn\u00edvoro exigente em alimentos ricos em prote\u00edna. Cri\u00e1-lo em cons\u00f3rcio com outras esp\u00e9cies \u00e9 uma alternativa para baratear os custos da atividade. Uma boa op\u00e7\u00e3o de peixe forrageiro \u00e9 o lambari, que se reproduz com velocidade.\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">No cativeiro, \u00e9 necess\u00e1rio adotar t\u00e9cnicas de indu\u00e7\u00e3o hormonal para provocar a ovula\u00e7\u00e3o das f\u00eameas e a libera\u00e7\u00e3o de esperma dos machos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14px;\"><strong>Piau. <\/strong>O piau<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">\u00a0\u00e9 uma esp\u00e9cie de crescimento r\u00e1pido,\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">sobretudo nos primeiros 12 a 18 meses de vida.<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">\u00a0Pode ser criada para\u00a0v\u00e1rias finalidades, como a produ\u00e7\u00e3o de carne, a pesca esportiva e a ornamenta\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Dotados de carne suave e saborosa, e por resistirem com for\u00e7a ao serem fisgados no anzol, t\u00eam no manejo em cativeiro a possibilidade de atender o varejo aliment\u00edcio e o com\u00e9rcio de pesque e pague.\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Na natureza, alimentam-se de frutos, folhas, ra\u00edzes, sementes, crust\u00e1ceos, moluscos, insetos e outros peixes. Por serem on\u00edvoros, no cativeiro aceitam bem ra\u00e7\u00e3o comercial. No caso da reprodu\u00e7\u00e3o fora de seu ambiente natural,\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">a libera\u00e7\u00e3o dos \u00f3vulos e espermatozoides exige a realiza\u00e7\u00e3o de uma indu\u00e7\u00e3o hormonal, pois os piaus precisam fazer piracema para que os \u00f3rg\u00e3os reprodutores amadure\u00e7am totalmente antes da desova.\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">A aplica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nio nos machos \u00e9 feita logo ap\u00f3s a segunda dose dada \u00e0s f\u00eameas. Uma sugest\u00e3o \u00e9 solicitar aux\u00edlio de um profissional ou criador mais experiente at\u00e9 obter pr\u00e1tica no procedimento.<\/p>\n<p><strong>Pirarucu. <\/strong>Al\u00e9m do piau\u00e7u e da piapara, Onaka aponta o pirarucu com uma boa op\u00e7\u00e3o de peixe para ser criado em cativeiro.<strong>\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Um dos maiores peixes de \u00e1gua doce, o pirarucu pode ultrapassar 2 metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. Gosta de viver em \u00e1gua calma e em rios de correnteza fraca. Pelas vantagens comerciais, segundo o especialista, o pirarucu tornou-se, no entanto, presa cobi\u00e7ada pela pesca predat\u00f3ria, sendo a cria\u00e7\u00e3o em cativeiro uma alternativa para manter os estoques da esp\u00e9cie. Quanto \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, h<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">\u00e1 duas op\u00e7\u00f5es de dieta para o pirarucu de cativeiro. Se a escolha for pela alimenta\u00e7\u00e3o natural, com o consumo de lambaris, til\u00e1pias e esp\u00e9cies forrageiras, os juvenis devem ser separados dos pais quando atingem 40 gramas. Na ado\u00e7\u00e3o de arra\u00e7oamento, considerada a melhor alternativa, quando com 1,5 ou 2 gramas os juvenis j\u00e1 podem ser transferidos para um local espec\u00edfico para come\u00e7ar o condicionamento alimentar. No in\u00edcio, eles s\u00e3o treinados para comer ra\u00e7\u00e3o durante seis dias, com seis refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias; mas o processo pode demorar mais.<\/p>\n<p><strong>Robalo.\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Pesquisas realizadas ao longo dos \u00faltimos anos abriram a possibilidade de cria\u00e7\u00e3o de robalo em cativeiro. As t\u00e9cnicas de reprodu\u00e7\u00e3o, larvicultura e engorda est\u00e3o hoje dominadas e permitem incluir a esp\u00e9cie entre as op\u00e7\u00f5es da piscicultura comercial. A cria\u00e7\u00e3o pode ser manejada em tanques escavados, a\u00e7udes e represas. De acordo com Vinicius Ronzani Cerqueira, professor de psicultura marinha da Universidade Federal de Santa Catarina, em<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">\u00a0cria\u00e7\u00f5es<\/span><span style=\"font-size: 14px; color: #222222; font-family: 'Roboto Condensed', Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 1.42857;\">\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">cujo objetivo \u00e9 a engorda de alevinos\u00a0<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">a dica \u00e9 deixar a fase de reprodu\u00e7\u00e3o aos cuidados de especialistas. &#8220;O processo \u00e9 complicado e exige experi\u00eancia e habilidade para lidar com a indu\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios nas matrizes&#8221;, completa.<\/p>\n<p><strong>Black bass. <\/strong>Peixe ex\u00f3tico e muito apreciado na pr\u00e1tica da pesca esportiva, o black bass pode ser produzido em cativeiro com autoriza\u00e7\u00e3o do Ibama, de acordo com a Portaria n\u00b0 145\/98<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">. <\/span><span style=\"font-size: 14px;\">Voraz e agressivo, est\u00e1 entre os peixes mais apreciados da pesca esportiva em \u00e1gua doce. De acordo com os consultores Fernando Stopato e Nilton Eduardo Torres, do Instituto de Pesca de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto (SP), por ser c<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">arn\u00edvoro, o black bass exige um per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o para acostumar a comer ra\u00e7\u00f5es industrializadas. A ra\u00e7\u00e3o deve ser palat\u00e1vel e \u00famida, al\u00e9m de ser fonecida com frequ\u00eancia e regularmente. Quanto \u00e0 desova, os especialistas alertam que c<\/span><span style=\"font-size: 14px;\">ada f\u00eamea realiza, em m\u00e9dia, tr\u00eas processos, que geram individualmente cerca de 4.000 larvas. A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 utilizar um tanque com \u00e1gua limpa para facilitar a visualiza\u00e7\u00e3o e coleta das larvas, que s\u00e3o protegidas pelos machos. Com dois cent\u00edmetros de comprimento,elas podem ser removidas para um viveiro adubado com zoopl\u00e2ncton, que servir\u00e1 de alimento at\u00e9 chegarem a 3,5 cent\u00edmetros, antes de 20 dias. Em seguida, inicia-se o per\u00edodo de condicionamento alimentar.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cria\u00e7\u00e3o para fins comerciais \u00e9 uma constante na piscicultura e pode ser bem trabalhada<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11431,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/peixes_cativeiro.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A cria\u00e7\u00e3o para fins comerciais \u00e9 uma constante na piscicultura e pode ser bem trabalhada","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11430"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11430"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11430\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11430"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11430"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11430"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}