{"id":11377,"date":"2014-11-29T17:35:10","date_gmt":"2014-11-29T17:35:10","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=11377"},"modified":"2014-11-29T17:36:05","modified_gmt":"2014-11-29T17:36:05","slug":"projeto-arara-azul-estima-nascimento-de-50-filhotes-ate-o-fim-do-ano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/projeto-arara-azul-estima-nascimento-de-50-filhotes-ate-o-fim-do-ano\/","title":{"rendered":"Projeto Arara Azul estima nascimento de 50 filhotes at\u00e9 o fim do ano"},"content":{"rendered":"<p><img src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/noticias\/arara-azul-credito-Luciano-Candisani.jpg\" alt=\"Per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o sofreu mudan\u00e7as devido a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas no Pantanal\" \/>Com aproximadamente um m\u00eas para o fim de 2014, o Projeto Arara Azul j\u00e1 contabiliza resultados positivos na reprodu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie considerada um dos \u00edcones da fauna brasileira. De 455 ninhos cadastrados no Pantanal sul-mato-grossense, o n\u00famero saltou para 599. Nos \u00faltimos quatro meses &#8211; de agosto a novembro &#8211; foram contabilizados 55 ovos de araras-azuis em 94 ninhos monitorados. Desses, 30 j\u00e1 eclodiram e est\u00e3o no est\u00e1gio de filhotes. Entre eles est\u00e1 a pequena arara-azul do ninho apadrinhado pela Anhanguera-Uniderp.<\/p>\n<p>De acordo com a coordenadora do curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e Pr\u00f3-reitora de Pesquisa e P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da Universidade de Mato Grosso do Sul, Luciana Paes de Andrade, a institui\u00e7\u00e3o refor\u00e7ou mais uma vez a parceria de 20 anos com o Instituto Arara Azul dando suporte \u00e0s pesquisas que combateram o risco de extin\u00e7\u00e3o, evidente na d\u00e9cada de 1980. \u201cAl\u00e9m dos trabalhos no Projeto realizados desde 1994, a universidade adotou um ninho h\u00e1 alguns meses e j\u00e1 foram realizados cinco monitoramentos. Recentemente, recebemos a not\u00edcia do nascimento de uma arara-azul e estamos comemoramos os resultados positivos na preserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie&#8221;, revela.<\/p>\n<p>Geralmente o per\u00edodo reprodutivo da Arara Azul acontece entre julho e janeiro, mas este ano deve se estender at\u00e9 fevereiro ou mar\u00e7o de 2015 por conta de um atraso de seis semanas -reflexo das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas no Pantanal. A bi\u00f3loga respons\u00e1vel pelo Instituto Arara Azul, professora e pesquisadora da Anhanguera-Uniderp, Neiva Guedes, explica que \u201cexiste a perspectiva de observarmos posturas at\u00e9 o m\u00eas de dezembro. S\u00f3 ap\u00f3s esse per\u00edodo poderemos avaliar os resultados em rela\u00e7\u00e3o aos anos anteriores, mas estamos bastante confiantes e animados. Esperamos o nascimento de mais 20 indiv\u00edduos at\u00e9 o fim deste ano\u201d.<\/p>\n<p>Atualmente, o Projeto Arara Azul acompanha cerca de tr\u00eas mil aves, que vivem em 599 ninhos cadastrados por 57 fazendas, situadas nas regi\u00f5es de Miranda, Aquidauana e Bonito, no Mato Grosso do Sul, e nos arredores de Bar\u00e3o de Melga\u00e7o, no Mato Grosso. Boa parte dos ninhos est\u00e1 localizada em regi\u00f5es de dif\u00edcil acesso, por isso o instituto conta com a ajuda da Funda\u00e7\u00e3o Toyota do Brasil, que cedeu picapes Hilux para que as equipes de bi\u00f3logos transportem suprimentos e equipamentos necess\u00e1rios \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o dos trabalhos de campo.<\/p>\n<p>J\u00e1 s\u00e3o 25 anos de trabalho em estudos de biologia b\u00e1sica, reprodu\u00e7\u00e3o, comportamento, habitat, manejo e educa\u00e7\u00e3o ambiental para a conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, que no fim da d\u00e9cada de 1980 somava apenas 1.500 indiv\u00edduos no Pantanal. Com o Projeto colocado em pr\u00e1tica a realidade \u00e9 outra. Acredita-se que exista mais de cinco mil indiv\u00edduos no Pantanal, na \u00e1rea que abrange os estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, al\u00e9m da Bol\u00edvia. E, para se manter ativo, o Projeto Arara Azul ainda conta com o patroc\u00ednio e apoio da Universidade Anhanguera-Uniderp, Funda\u00e7\u00e3o Toyota do Brasil, Toyota, Ref\u00fagio Ecol\u00f3gico Caiman, Bradesco Capitaliza\u00e7\u00e3o, entre outros.<\/p>\n<p><img style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; width: 640px; height: 475px;\" src=\"http:\/\/www.revistaecologico.com.br\/esite\/kcfinder\/upload\/images\/noticias\/ninho-araras-azuis.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>Filhote monitorado pelo projeto &#8211; Cr\u00e9dito: Cezar<\/p>\n<p>Adote um Ninho &#8211; No dia 19 de novembro, o Instituto Arara Azul &#8211; situado em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul &#8211; iniciou uma nova fase com o lan\u00e7amento da Campanha &#8220;Adote um Ninho&#8221;, a\u00e7\u00e3o que tem o objetivo de fortalecer o projeto em prol da preserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie por meio das pesquisas e do monitoramento de ninhos naturais e artificiais. O apadrinhamento tamb\u00e9m proporciona o apoio \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade do Pantanal: tanto as araras-azuis como v\u00e1rias outras esp\u00e9cies que ocupam as mesmas cavidades. A iniciativa comemora 25 anos e, desde 1994, conta com o apoio da Universidade Anhanguera-Uniderp.<\/p>\n<p>A primeira edi\u00e7\u00e3o do \u201cAdote Um Ninho\u201d funcionou como projeto piloto e, com grande sucesso, reunindo padrinhos famosos como Ziraldo, Carlos Saldanha, Luan Santana, Gabriel Sater, Michel Tel\u00f3, Chit\u00e3ozinho e Xoror\u00f3 e v\u00e1rios empres\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u201cEstou bastante satisfeita e feliz por ver o quanto as pessoas se importam com nosso trabalho. O reconhecimento pela credibilidade ao projeto d\u00e1 uma sensa\u00e7\u00e3o de dever cumprido. J\u00e1 colhemos muitos resultados positivos, mas ainda h\u00e1 muito a ser feito e, para isso, precisamos do engajamento da sociedade\u201d, destaca Neiva Guedes, bi\u00f3loga, coordenadora do Projeto Arara Azul e professora doutora do Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Universidade Anhanguera-Uniderp.<\/p>\n<p>Para adotar um ninho, o interessado deve ler o regulamento, preencher a ficha de inscri\u00e7\u00e3o e assinar o contrato de doa\u00e7\u00e3o, bem como o termo de compromisso e responsabilidade. O padrinho, ou madrinha, tamb\u00e9m passar\u00e1 por um Curso de Prepara\u00e7\u00e3o para Ado\u00e7\u00e3o onde aprender\u00e1 sobre o monitoramento dos ninhos e como ser\u00e3o enviadas as informa\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de explicar a import\u00e2ncia deste trabalho e qual a diferen\u00e7a entre ninhos naturais e artificiais. O padrinho tamb\u00e9m poder\u00e1 batizar o filhote com um nome. A ave ser\u00e1 acompanhada at\u00e9 o momento de seu voo e receber\u00e1 uma anilha com numera\u00e7\u00e3o exclusiva e um microchip. Todas as informa\u00e7\u00f5es ser\u00e3o encaminhadas ao adotante, em seu relat\u00f3rio final, junto com um Certificado de Ado\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Revista Ecol\u00f3gico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com aproximadamente um m\u00eas para o fim de 2014, o Projeto Arara Azul j\u00e1 contabiliza<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Com aproximadamente um m\u00eas para o fim de 2014, o Projeto Arara Azul j\u00e1 contabiliza","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11377"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11377"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11377\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11377"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11377"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11377"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}