{"id":111112,"date":"2019-08-17T09:30:45","date_gmt":"2019-08-17T12:30:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=111112"},"modified":"2019-08-16T19:14:56","modified_gmt":"2019-08-16T22:14:56","slug":"cientistas-pedem-reformulacao-mundial-de-parques-para-proteger-a-biodiversidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-pedem-reformulacao-mundial-de-parques-para-proteger-a-biodiversidade\/","title":{"rendered":"Cientistas pedem reformula\u00e7\u00e3o mundial de parques para proteger a biodiversidade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-111113\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Segundo um grupo de cientistas, quando os pa\u00edses delimitam \u00e1reas para cria\u00e7\u00e3o de parques e reservas com o intuito de minimizar a perda de biodiversidade, o foco deveria ser nos resultados, e n\u00e3o nas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na Conven\u00e7\u00e3o sobre Diversidade Biol\u00f3gica realizada pelas Na\u00e7\u00f5es Unidas em 2010 na prov\u00edncia de Aichi, no Jap\u00e3o, mais de 190 pa\u00edses se comprometeram a proteger 17% da \u00e1rea terrestre e 10% da \u00e1rea marinha do planeta at\u00e9 o ano de 2020, em meio a outras 19 metas destinadas a reduzir a perda mundial de biodiversidade.<\/p>\n<p>No entanto, os pesquisadores afirmam que a Meta de Aichi para a Biodiversidade n\u00famero 11 \u2013 a diretriz atual para ampliar a \u00e1rea protegida do planeta \u2013 enfatiza demais as metas percentuais. Segundo Piero Visconti, autor principal do artigo e ecologista do Instituto Internacional para a An\u00e1lise de Sistemas Aplicados em Viena, esse enfoque leva \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas menos cr\u00edticas, al\u00e9m de outros \u201cresultados nefastos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cTodos est\u00e3o comemorando o fato de termos alcan\u00e7ado quase 17% de terras formalmente protegidas\u201d, diz Piero. \u201cS\u00f3 que a biodiversidade continua diminuindo dentro e fora dessas \u00e1reas.\u201d<\/p>\n<p>Piero e seus colegas publicaram seu\u00a0<a href=\"http:\/\/science.sciencemag.org\/lookup\/doi\/10.1126\/science.aav6886\" rel=\"noopener noreferrer\">artigo<\/a>\u00a0em 11 de abril na revista\u00a0<em>Science<\/em>.<\/p>\n<p>Eles reconhecem que as\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cbd.int\/sp\/targets\/default.shtml\" rel=\"noopener noreferrer\">Metas de Aichi para a Biodiversidade<\/a>\u00a0estabelecidas no encontro provavelmente viabilizaram aumentos de \u00e1reas terrestres e marinhas protegidas desde 2010. Por\u00e9m, no artigo eles afirmam que a meta n\u00famero 11 levou os pa\u00edses a se concentraram em percentuais, e n\u00e3o na cria\u00e7\u00e3o de \u00e1reas protegidas (APs) que oferecem melhor prote\u00e7\u00e3o a esp\u00e9cies amea\u00e7adas.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 f\u00e1cil propor metas percentuais porque as pessoas conseguem visualiz\u00e1-las, al\u00e9m de serem mais f\u00e1ceis de documentar e monitorar\u201d, diz Piero.<\/p>\n<figure id=\"attachment_70847\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-70847\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-70847\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20140713-093132-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-70847\" class=\"wp-caption-text\">Impalas no Parque Nacional Akagera, em Ruanda. Foto: John C. Cannon\/Mongabay.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em alguns casos, o resultado foi \u201cmuitas APs sendo criadas em locais desproporcionalmente sem import\u00e2ncia em termos de biodiversidade\u201d, dizem os autores. Segundo um\u00a0<a href=\"https:\/\/journals.plos.org\/plosbiology\/article?id=10.1371\/journal.pbio.1001891\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo<\/a>\u00a0publicado em 2014, a cria\u00e7\u00e3o de parques e reservas em \u00e1reas onde habitam esp\u00e9cies amea\u00e7adas e pouco representadas incluiria 30 vezes mais esp\u00e9cies vegetais e animais amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o dentro das delimita\u00e7\u00f5es das \u00e1reas protegidas.<\/p>\n<p>Em outros locais, alguns parques e reservas s\u00e3o protegidos somente no papel, sem dispor, por exemplo, de recursos adequados para impedir a a\u00e7\u00e3o de ca\u00e7adores ou frear a crescente convers\u00e3o de habitat em terras cultiv\u00e1veis. Ainda assim, cada hectare desses \u201cparques no papel\u201d conta tanto para o cumprimento das metas percentuais quanto um hectare de uma reserva na qual as autoridades investiram em pessoal e ferramentas necess\u00e1rias para a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Contudo, mesmo nesse caso, a relev\u00e2ncia dos parques \u00e9 avaliada em termos de insumos, e n\u00e3o do impacto da \u00e1rea protegida sobre a biodiversidade.<\/p>\n<figure id=\"attachment_70848\" class=\"wp-caption alignright\" style=\"width: 640px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-70848\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-70848\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/br_co-0188.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/br_co-0188.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/br_co-0188-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/br_co-0188-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/br_co-0188-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-70848\" class=\"wp-caption-text\">Besouro-tartaruga no Parque Nacional Amacayacu, na Col\u00f4mbia. Foto: Rhett A. Butler\/Mongabay.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nas \u00faltimas seis d\u00e9cadas, as \u00e1reas protegidas delimitadas desempenharam um papel mais importante na prote\u00e7\u00e3o de \u00e1reas locais e globais de comunidades vegetais e animais chamadas de \u201cecorregi\u00f5es\u201d. No entanto, os autores argumentam que, segundo\u00a0<a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1111\/conl.12158\" rel=\"noopener noreferrer\">estudos<\/a>\u00a0recentes, uma perspectiva abrangente n\u00e3o protege necessariamente n\u00edveis compar\u00e1veis de diversidade de esp\u00e9cies. Eles afirmam que a vincula\u00e7\u00e3o das metas a esses detalhes estimular\u00e1 a sobreviv\u00eancia n\u00e3o somente das esp\u00e9cies em si, mas tamb\u00e9m da variabilidade gen\u00e9tica e das fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas desempenhadas por essas comunidades biol\u00f3gicas diversificadas.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, definir as responsabilidades de cada um sobre o cumprimento de uma meta internacional como a meta n\u00famero 11 de Aichi n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil, e os compromissos das na\u00e7\u00f5es com as \u00e1reas protegidas n\u00e3o atenderam \u00e0s exig\u00eancias estabelecidas na meta.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos que todas as na\u00e7\u00f5es sejam honestas quando contabilizarem a fra\u00e7\u00e3o de terras e \u00e1gua reservada para a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade\u201d, declarou James Watson, ecologista da Universidade de Queensland, na Austr\u00e1lia, e da Sociedade de Conserva\u00e7\u00e3o da Vida Selvagem.<\/p>\n<figure id=\"attachment_70849\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-70849\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-70849\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/indonesia_komodo_uw_170151-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-70849\" class=\"wp-caption-text\">Peixe-palha\u00e7o em um recife de corais pr\u00f3ximo ao Parque Nacional de Komodo, na Indon\u00e9sia. Foto: Rhett A. Butler\/Mongabay.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Segundo os autores, para proteger a biodiversidade, as metas precisam ser escalon\u00e1veis; ou seja, a parcela de responsabilidade sobre a meta precisa ser mensur\u00e1vel, e o somat\u00f3rio de todas as responsabilidades nacionais deve alcan\u00e7ar a meta global.<\/p>\n<p>Para solucionar essa quest\u00e3o, eles prop\u00f5em o monitoramento de \u00e1reas protegidas, avaliando sua relev\u00e2ncia por meio da mensura\u00e7\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es na biodiversidade e compara\u00e7\u00e3o dos resultados com n\u00edveis de \u201crefer\u00eancia\u201d j\u00e1 estabelecidos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os pesquisadores afirmam que se deve priorizar a prote\u00e7\u00e3o das zonas mais importantes com base em um padr\u00e3o universal. Em 2016, a UICN publicou diretrizes para a defini\u00e7\u00e3o dessas \u201cprincipais \u00e1reas de biodiversidade\u201d que levam em conta vari\u00e1veis como a possibilidade de uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada ser insubstitu\u00edvel em uma determinada \u00e1rea e se essa esp\u00e9cie existe em outras partes do mundo.<\/p>\n<p>\u201cSabemos que \u00e1reas protegidas funcionam\u201d, diz James. \u201cCom financiamento, administra\u00e7\u00e3o e localiza\u00e7\u00e3o adequados, elas s\u00e3o extremamente eficazes para deter amea\u00e7as que provocam perda de biodiversidade e [garantir] o retorno de esp\u00e9cies que estavam \u00e0 beira da extin\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>\u201cO desafio consiste em melhorar a administra\u00e7\u00e3o das \u00e1reas protegidas que s\u00e3o mais valiosas para a conserva\u00e7\u00e3o da natureza, para garantir que sejam preservadas\u201d, ele afirma.<\/p>\n<figure id=\"attachment_70850\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-70850\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-70850\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/south_africa_kruger_0001-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-70850\" class=\"wp-caption-text\">Lagarto-do-nilo no Parque Nacional Kruger, na \u00c1frica do Sul. Foto: Rhett A. Butler\/Mongabay.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Agora os conservacionistas est\u00e3o estudando os pr\u00f3ximos passos para a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade ap\u00f3s o ano de 2020. Segundo Piero, o que realmente far\u00e1 diferen\u00e7a para reverter o processo de desaparecimento de esp\u00e9cies \u00e9 a concentra\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os para que as metas sejam atingidas com base nos resultados positivos para a biodiversidade, e n\u00e3o na prote\u00e7\u00e3o de determinada por\u00e7\u00e3o de terra ou oceano.<\/p>\n<p>\u201cSe os governos estiverem dispostos a levar a prote\u00e7\u00e3o da biodiversidade a s\u00e9rio, n\u00e3o h\u00e1 outro caminho\u201d, diz ele.<\/p>\n<p><em>*Texto originalmente publicado em Mongabay:\u00a0<a href=\"https:\/\/news.mongabay.com\/2019\/04\/scientists-urge-overhaul-of-the-worlds-parks-to-protect-biodiversity\/\" rel=\"noopener noreferrer\">Scientists urge overhaul of the world\u2019s parks to protect biodiversity<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo um grupo de cientistas, quando os pa\u00edses delimitam \u00e1reas para cria\u00e7\u00e3o de parques e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":111113,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/macaco.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Segundo um grupo de cientistas, quando os pa\u00edses delimitam \u00e1reas para cria\u00e7\u00e3o de parques e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/111112"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=111112"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/111112\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/111113"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=111112"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=111112"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=111112"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}