{"id":110273,"date":"2019-08-03T11:00:53","date_gmt":"2019-08-03T14:00:53","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=110273"},"modified":"2019-08-02T20:29:58","modified_gmt":"2019-08-02T23:29:58","slug":"desmatamento-dispara-no-xingu-um-dos-principais-escudos-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/desmatamento-dispara-no-xingu-um-dos-principais-escudos-da-amazonia\/","title":{"rendered":"Desmatamento dispara no Xingu, um dos principais &#8216;escudos&#8217; da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-110274\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O desmatamento em unidades de conserva\u00e7\u00e3o na bacia do rio Xingu, nos Estados do Par\u00e1 e Mato Grosso, cresceu 44,7% em maio e junho de 2019 em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, refor\u00e7ando a tend\u00eancia de alta no desflorestamento da Amaz\u00f4nia e ampliando as press\u00f5es sobre um dos principais corredores ecol\u00f3gicos do bioma.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do Sirad X, boletim publicado a cada dois meses pela Rede Xingu+, que agrega 24 organiza\u00e7\u00f5es ambientalistas e ind\u00edgenas. Al\u00e9m de compilar imagens de sat\u00e9lite, o sistema usa radares que permitem detectar o desmatamento mesmo em per\u00edodos chuvosos do ano.<\/p>\n<p>O boletim diz que, entre janeiro e junho deste ano, a regi\u00e3o perdeu 68.973 hectares de floresta &#8211; \u00e1rea equivalente \u00e0 cidade de Salvador. A bacia do Xingu abriga 26 povos ind\u00edgenas e centenas de comunidades ribeirinhas, que dependem do bom funcionamento dos ecossistemas locais para sobreviver. A regi\u00e3o tem tamanho compar\u00e1vel ao do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Como mais da metade da bacia \u00e9 composta por \u00e1reas protegidas, ela tamb\u00e9m serve como uma esp\u00e9cie de escudo da Amaz\u00f4nia em sua por\u00e7\u00e3o oriental, dificultando o avan\u00e7o do agroneg\u00f3cio pela floresta. E ela \u00e9 uma das \u00faltimas \u00e1reas do bioma amaz\u00f4nico em contato com o Cerrado, o que lhe confere papel central em estudos sobre biodiversidade.<\/p>\n<p>Quando se compara o desmatamento de maio e junho no Xingu com o do bimestre anterior, o aumento foi de 81% para toda a bacia e de 405% para unidades de conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/7B2F\/production\/_108153513_garimpo_kayapo_isa.jpg\" alt=\"Garimpo de ouro\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">ISA<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Garimpo ilegal de ouro na Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3, no Par\u00e1; atividade se tornou principal vetor de desmatamento em \u00e1reas protegidas do Xingu<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Pol\u00edtica ambiental de Bolsonaro<\/h2>\n<p>\u00c9 normal que o \u00edndice de destrui\u00e7\u00e3o cres\u00e7a no meio do ano, quando o clima mais seco facilita as derrubadas, mas o tamanho do aumento foi considerado alarmante pelos autores do estudo.<\/p>\n<p>Para eles, o crescimento se explica por a\u00e7\u00f5es do governo Jair Bolsonaro que fragilizaram o combate a crimes ambientais e por declara\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio presidente que estariam encorajando atividades il\u00edcitas, especialmente o garimpo.<\/p>\n<p>Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, t\u00eam pregado uma mudan\u00e7a na pol\u00edtica ambiental que reduza a \u00eanfase em puni\u00e7\u00f5es e considere o impacto econ\u00f4mico de atividades nocivas \u00e0 natureza.<\/p>\n<p>&#8220;O que acontece hoje no Brasil, infelizmente, \u00e9 o resultado de anos e anos e anos de uma pol\u00edtica p\u00fablica da produ\u00e7\u00e3o de leis, regras, de regulamentos que nem sempre guardam rela\u00e7\u00e3o com o mundo real&#8221;, disse Salles numa reuni\u00e3o com madeireiros em Rond\u00f4nia, em julho.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1658F\/production\/_108153519_xingu_mapa.jpg\" alt=\"Bacia do rio Xingu\" width=\"638\" height=\"418\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">XNGU+<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Bacia do Xingu, no Par\u00e1 e Mato Grosso (trecho em amarelo corresponde \u00e0s \u00e1reas protegidas)<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>H\u00e1 duas semanas, a BBC News Brasil publicou uma\u00a0<a class=\"story-body__link\" href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-49053678\">reportagem sobre o avan\u00e7o do garimpo ilegal em terras ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia em 2019<\/a>. Uma das \u00e1reas mais impactadas pela atividade fica na bacia do Xingu, a Terra Ind\u00edgena Kayap\u00f3.<\/p>\n<p>Bolsonaro defende liberar a minera\u00e7\u00e3o em terras ind\u00edgenas e costuma dizer que &#8220;o \u00edndio n\u00e3o pode continuar sendo pobre em cima de terra rica&#8221;. A medida depende de aval do Congresso.<\/p>\n<p>V\u00e1rias das principais associa\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas brasileiras s\u00e3o contr\u00e1rias \u00e0 atividade, temendo seus impactos sociais e ambientais.<\/p>\n<p>Segundo os autores do Sirad X, &#8220;o garimpo tem se destacado como o principal vetor do desmatamento&#8221; em \u00e1reas protegidas do Xingu.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/C94F\/production\/_108153515_tixingu.jpg\" alt=\"Territ\u00f3rio Ind\u00edgena do Xingu\" width=\"640\" height=\"426\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">FUNAI<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">O Territ\u00f3rio Ind\u00edgena do Xingu abriga algumas das \u00e1reas mais preservadas da bacia<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Quem desmatou mais<\/h2>\n<p>Altamira (PA), onde fica a hidrel\u00e9trica de Belo Monte, foi o munic\u00edpio da bacia que mais desmatou, com 18 mil hectares de floresta destru\u00eddos em maio e junho.<\/p>\n<p>O Par\u00e1 foi respons\u00e1vel por 82% do desmatamento ocorrido na bacia no bimestre, enquanto o Mato Grosso respondeu por 18%.<\/p>\n<p>A unidade de conserva\u00e7\u00e3o mais impactada foi a \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, no Par\u00e1, palco de 38% de todo o desmatamento ocorrido na bacia em maio e junho.<\/p>\n<p>Segundo o boletim, a reserva j\u00e1 perdeu 36% de suas florestas, o que os autores atribuem \u00e0 &#8220;aus\u00eancia de zoneamento que defina as \u00e1reas destinadas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o&#8221; e \u00e0 &#8220;falta de opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e monitoramento ambiental in loco&#8221;.<\/p>\n<div id=\"news_idt__image-slider__triunfo\" class=\"news_idt__image-slider news_idt__image-slider--ltr news_idt__image-slider--enabled\">\n<h2 class=\"news_idt__image-slider__cta\"><span class=\"news_idt__image-slider__cta-label\">CLIC\u00c1VEL<\/span><span class=\"news_idt__image-slider__cta-text\">Desmatamento na APA Triunfo do Xingu entre julho de 2009 e junho de 2019<\/span><\/h2>\n<div class=\"news_idt__image-slider__images-container\">\n<h3 class=\"news_idt__image-slider__label news_idt__image-slider__label--2nd\">APA Triunfo do Xingu em junho de 2019<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/news.files.bbci.co.uk\/vj\/live\/idt-images\/image-slider-triunfo\/xingu_july_nhu47.JPG\" alt=\"APA Triunfo do Xingu em junho de 2019\" width=\"640\" height=\"430\" \/><\/p>\n<div class=\"news_idt__image-slider__1st-img-holder\">\n<h3 class=\"news_idt__image-slider__label\">APA Triunfo do Xingu em julho de 2009<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"news_idt__image-slider__1st-img\" src=\"https:\/\/news.files.bbci.co.uk\/vj\/live\/idt-images\/image-slider-triunfo\/xingu_june_ywir7.JPG\" alt=\"APA Triunfo do Xingu em julho de 2009\" width=\"639\" height=\"428\" \/><\/div>\n<div class=\"news_idt__image-slider__controls-holder\">\n<div class=\"news_idt__image-slider__controls__handle\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A BBC questionou o Ibama e o ICMBio sobre o aumento nos \u00edndices de desmatamento no Xingu e sobre as cr\u00edticas \u00e0 postura do governo quanto a crimes ambientais. N\u00e3o houve respostas.<\/p>\n<p>Questionada em 23 de julho sobre o aumento do garimpo em terras ind\u00edgenas, a Funai respondeu oito dias depois. Em nota, o \u00f3rg\u00e3o diz ter apoiado 444 a\u00e7\u00f5es preventivas ou de fiscaliza\u00e7\u00e3o em 241 terras ind\u00edgenas entre janeiro e julho de 2019 &#8211; e que tem buscado ampliar suas parcerias com \u00f3rg\u00e3os ambientais e policiais estaduais.<\/p>\n<p>&#8220;Para tal, est\u00e1 sendo realizado um conjunto de reuni\u00f5es junto ao Ibama, \u00e0 Pol\u00edcia Federal, \u00e0s Secretarias Estaduais de Seguran\u00e7a P\u00fablica, entre outros. Tais esfor\u00e7os j\u00e1 foram realizados nos Estados de Rond\u00f4nia, Roraima, Par\u00e1 e Mato Grosso&#8221;, diz a Funai.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Import\u00e2ncia para zoologia<\/h2>\n<p>Para Miguel Trefaut Rodrigues, professor de zoologia da USP e um dos maiores especialistas em r\u00e9pteis e anf\u00edbios do mundo, a bacia do Xingu tem uma import\u00e2ncia central nos estudos sobre a dispers\u00e3o e diferencia\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies que habitam as florestas brasileiras.<\/p>\n<p>Isso porque a regi\u00e3o engloba alguns dos \u00faltimos trechos preservados onde o bioma amaz\u00f4nico se encontra com o Cerrado &#8211; \u00e1reas que no passado provavelmente serviram como corredores para esp\u00e9cies que se deslocavam entre a Mata Atl\u00e2ntica e a Amaz\u00f4nia, tornando-as ambientes megadiversos.<\/p>\n<p>Trefaut diz que entender como se deu esse deslocamento \u00e9 um dos maiores desafios da zoologia moderna &#8211; mas que os estudos, ainda incipientes, dependem da preserva\u00e7\u00e3o da mata.<\/p>\n<p>&#8220;Derrubar essa \u00e1rea vai acabar com os resqu\u00edcios e evid\u00eancias de contato (entre a Amaz\u00f4nia e a Mata Atl\u00e2ntica) que houve no passado&#8221;, ele afirma \u00e0 BBC.<\/p>\n<p>O zo\u00f3logo diz ainda que, quando um trecho da floresta \u00e9 desmatado, h\u00e1 um impacto irrevers\u00edvel para a fauna daquele ponto, pois a grande maioria das esp\u00e9cies n\u00e3o tolera as temperaturas mais altas de ambientes sem cobertura vegetal.<\/p>\n<p>&#8220;A fauna vai embora: desaparecem todos os roedores, lagartos, sapos, cobras e a maior parte das aves. Um ou dois bichinhos podem tolerar ambientes abertos, mas a maior parte dos bichos amaz\u00f4nicos some para sempre.&#8221;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desmatamento em unidades de conserva\u00e7\u00e3o na bacia do rio Xingu, nos Estados do Par\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":110274,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/desmatamento.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O desmatamento em unidades de conserva\u00e7\u00e3o na bacia do rio Xingu, nos Estados do Par\u00e1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110273"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=110273"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110273\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/110274"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110273"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=110273"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110273"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}