{"id":109707,"date":"2019-07-21T12:50:50","date_gmt":"2019-07-21T15:50:50","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=109707"},"modified":"2019-07-21T12:50:50","modified_gmt":"2019-07-21T15:50:50","slug":"mauna-loa-e-o-maior-vulcao-do-mundo-atualmente-afirmam-geologos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/mauna-loa-e-o-maior-vulcao-do-mundo-atualmente-afirmam-geologos\/","title":{"rendered":"Mauna Loa \u00e9 o maior vulc\u00e3o do mundo atualmente, afirmam ge\u00f3logos"},"content":{"rendered":"<p>Nova an\u00e1lise do Maci\u00e7o de Tamu demonstra que ele n\u00e3o det\u00e9m mais o recorde, j\u00e1 que talvez n\u00e3o seja mais considerado um vulc\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"ng-article-image ng-article-image--large ng-article-image--full\">\n<figure class=\"modules-images modules-images--box-logo modules-images--no-aspect-ratio modules-images--framed modules-images--framed--external\">\n<div class=\"modules-images--framed__external-frame\">\n<div class=\"LazyLoad is-visible\">\n<div class=\"external-image\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"external-image__preloader\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_1900\/public\/01_maunaloa_gettyimages-596180504.jpg\" width=\"640\" height=\"433\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<div class=\"ng-article-image__content\">\n<div class=\"ng-article-image__content__copy\">Erup\u00e7\u00e3o de lava do Mauna Loa no Hava\u00ed, que volta a deter o t\u00edtulo de maior vulc\u00e3o da Terra.<\/div>\n<div class=\"ng-article-image__content__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ng-article-image__content--strong\">JOE CARINI, GETTY IMAGES<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"article-container\">\n<div class=\"ng-article__content\">\n<div class=\"grid-wrapper ng-article__group\">\n<div class=\"ng-article__main-col\">\n<div class=\"paragraph paragraph--type--content paragraph--view-mode--default\">\n<div>\n<p>Em 2013, uma equipe de cientistas abalou os f\u00e3s da geologia quando relatou que o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/robinandrews\/2019\/07\/03\/hawaiis-mauna-loa-volcano-just-had-its-alert-level-raised-heres-why\/\">Mauna Loa<\/a>, um vulc\u00e3o em escudo de aproximadamente 5,1 mil quil\u00f4metros quadrados no Hava\u00ed, na verdade n\u00e3o era o maior vulc\u00e3o do mundo. O t\u00edtulo, sugeriu a equipe,\u00a0<a href=\"https:\/\/news.nationalgeographic.com\/news\/2013\/09\/130905-tamu-massif-shatsky-rise-largest-volcano-oceanography-science\/\">pertencia ao Maci\u00e7o de Tamu<\/a>, uma montanha vulc\u00e2nica extinta localizada no leito oce\u00e2nico, a leste do Jap\u00e3o, que parecia ser um\u00a0<a href=\"https:\/\/volcano.si.edu\/learn_galleries.cfm?p=2\">vulc\u00e3o em escudo<\/a>, cobrindo uma incr\u00edvel \u00e1rea de cerca de 259 mil quil\u00f4metros quadrados, praticamente o tamanho do estado do Arizona.<\/p>\n<p>Mas, agora, estudo publicado na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Nature Geoscience<\/em>\u00a0analisou novamente o Maci\u00e7o de Tamu e chegou a uma conclus\u00e3o bem diferente: ele\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41561-019-0390-y\">n\u00e3o \u00e9 um vulc\u00e3o em escudo<\/a>, o que significa que o t\u00edtulo volta a pertencer ao Mauna Loa. E, para completar, o autor principal de ambos os estudos \u00e9 a mesma pessoa:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uh.edu\/nsm\/earth-atmospheric\/people\/faculty\/will-sager\/\">William Sager<\/a>, geof\u00edsico marinho da Universidade de Houston.<\/p>\n<p>&#8220;Isso \u00e9 incr\u00edvel, porque \u00e9 assim que a ci\u00eancia deveria ser&#8221;, diz\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pmel.noaa.gov\/scientist\/dr-bill-chadwick\">Bill Chadwick<\/a>, ge\u00f3logo do leito oce\u00e2nico do Laborat\u00f3rio Ambiental Marinho do Pac\u00edfico da NOAA, em Oregon, que n\u00e3o participou do estudo. &#8220;Voc\u00ea acredita naquilo que as evid\u00eancias lhe mostram, independentemente se isso vai contra algo que voc\u00ea acreditava antes&#8221;.<\/p>\n<p>Sager concorda, observando que a nova an\u00e1lise feita pela sua equipe da enorme estrutura submarina revela que ela possa ser uma pilha colossal de crosta oce\u00e2nica, que atualmente n\u00e3o pode ser explicada de forma adequada. Talvez, algo at\u00e9 mesmo mais estranho do que um vulc\u00e3o gigante e singular.<\/p>\n<p>Essencialmente, afirma ele, o Maci\u00e7o de Tamu &#8220;ainda \u00e9 extraordin\u00e1rio, mesmo tendo perdido o superlativo&#8221;.<\/p>\n<h3><strong>Assuma sua posi\u00e7\u00e3o ou desista<\/strong><\/h3>\n<p>Sager come\u00e7ou a estudar o Maci\u00e7o de Tamu h\u00e1 mais de 25 anos, muito antes de\u00a0<a href=\"https:\/\/news.nationalgeographic.com\/news\/2013\/09\/130905-tamu-massif-shatsky-rise-largest-volcano-oceanography-science\/\">batiz\u00e1-lo com esse nome<\/a>. A estrutura est\u00e1 localizada nas profundezas do noroeste do Oceano Pac\u00edfico, no Shatsky Rise, conhecido como um planalto oce\u00e2nico.<\/p>\n<p>Uma das teorias afirma que esses leitos vulc\u00e2nicos elevados e espessos s\u00e3o o\u00a0<a href=\"https:\/\/link.springer.com\/content\/pdf\/10.1007\/978-94-007-6644-0_21-1.pdf\">equivalente oce\u00e2nico das enchentes de basalto no continente<\/a>\u00a0\u2014 o produto de enormes e prolongados derramamentos de lava. Acredita-se que a parte superior de uma pluma mant\u00e9lica superaquecida se eleve, sofra descompacta\u00e7\u00e3o e acione uma intensa forma\u00e7\u00e3o de magma na crosta, seja em terra ou no leito oce\u00e2nico.<\/p>\n<p>Diversos trabalhos realizados na d\u00e9cada de 1990, incluindo um de autoria de Sager, abordaram e fundamentaram a ideia de que o Maci\u00e7o de Tamu e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/364610a0\">o Shatsky Rise foram criados pelo modelo de pluma mant\u00e9lica<\/a>. Em 2009, Sager e o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.iodp.org\/\">Programa Internacional de Descoberta Oce\u00e2nica<\/a>\u00a0perfuraram diversos pontos diferentes e encontraram fluxos de lava solidificada de at\u00e9 22,8 metros de espessura, sugerindo que esse maci\u00e7o tenha realmente sido formado por erup\u00e7\u00f5es gigantescas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ng-article-image ng-article-image--gallery\">\n<div class=\"ng-article-image--gallery__images\">\n<div class=\"ng-article-image--gallery--promo\">\n<figure class=\"modules-images modules-images--box-logo modules-images--no-aspect-ratio modules-images--natural\">\n<div class=\"LazyLoad is-visible\"><img loading=\"lazy\" class=\"external-image\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_885\/public\/01-kilauea-hara.adapt_.1190.1.jpg\" width=\"640\" height=\"434\" \/><\/div>\n<\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ng-article-image--gallery__controls\"><a class=\"ng-article-image__view-gallery\">VER GALERIA<\/a><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph paragraph--type--content paragraph--view-mode--default\">\n<div>\n<p>Cortes s\u00edsmicos realizados posteriormente pareciam demonstrar que todos aqueles rios de lava se originavam de uma \u00fanica fonte. Para a equipe, realmente parecia que o Maci\u00e7o de Tamu era um enorme vulc\u00e3o em escudo \u2014 um tipo de vulc\u00e3o normalmente formado por erup\u00e7\u00f5es de lava l\u00edquida que se acumulam em camadas, criando uma estrutura em ab\u00f3bada que lembra um imenso escudo rochoso. Nesse caso, o Maci\u00e7o de Tamu seria o maior vulc\u00e3o em escudo do mundo, uma ideia que realmente fez a revista cient\u00edfica\u00a0<em>Nature Geoscience<\/em>\u00a0acreditar no estudo na \u00e9poca, afirma Sager.<\/p>\n<h3><strong>Melhorias no maci\u00e7o<\/strong><\/h3>\n<p>Quando o estudo foi publicado, o reboli\u00e7o na m\u00eddia deu a entender que muitas pessoas haviam lido a pesquisa deles realizada em 2013, algo certamente bem-vindo, conta Sager.<\/p>\n<p>&#8220;Algumas coisas sempre me incomodaram nessa hist\u00f3rica&#8221;, afirma ele. Em especial, algo estranho parecia acontecer com as assinaturas magn\u00e9ticas do maci\u00e7o.<\/p>\n<p>O Maci\u00e7o de Tamu est\u00e1 localizado em um ponto de encontro entre tr\u00eas cristas oce\u00e2nicas. Nesse local, o magma borbulha, se solidifica em uma nova crosta e se movimenta saindo da crista. Crucialmente, conforme uma nova crosta se forma nessas cristas, um panorama do campo magn\u00e9tico global da Terra \u00e9 registrado.<\/p>\n<p>De vez em quando,\u00a0<a href=\"https:\/\/news.nationalgeographic.com\/2018\/01\/earth-magnetic-field-flip-north-south-poles-science\/\">o campo magn\u00e9tico da Terra muda<\/a>, e essas invers\u00f5es, como s\u00e3o chamadas, s\u00e3o registradas na forma de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.earthobservatory.sg\/faq-on-earth-sciences\/how-do-we-know-age-seafloor\">c\u00f3digo de barras<\/a>\u00a0no leito oce\u00e2nico. Supondo que a maneira e o ritmo de forma\u00e7\u00e3o da crosta sejam de certa forma est\u00e1veis ao longo do tempo, os segmentos de c\u00f3digo de barras ser\u00e3o bem ordenados, uma caracter\u00edstica ausente no crescimento ca\u00f3tico de um vulc\u00e3o submarino formado por pluma mant\u00e9lica.<\/p>\n<p>Outra montanha comparativamente menor, o Maci\u00e7o de Ori, est\u00e1 localizada pr\u00f3xima do Maci\u00e7o de Tamu. Ela possui o padr\u00e3o de c\u00f3digo de barras bem ao longo de sua estrutura, um forte sinal de que foi formada pelo magma que sa\u00eda das cristas oce\u00e2nicas.<\/p>\n<p>Por outro lado, as bases de dados referentes \u00e0 assinatura magn\u00e9tica do Maci\u00e7o de Tamu n\u00e3o eram grandes, mas devido \u00e0 aten\u00e7\u00e3o da imprensa gerada pelo estudo de 2013, Sager recebeu patroc\u00ednio do setor privado para continuar o seu trabalho,\u00a0<a href=\"https:\/\/news.nationalgeographic.com\/2015\/11\/151121-mapping-tamu-massif-worlds-largest-volcano-geology-science\/\">mapeando as listras magn\u00e9ticas do Maci\u00e7o de Tamu<\/a>\u00a0com um n\u00edvel de detalhes jamais visto. E apesar de as listras no centro terem provavelmente sido contorcidas por um segmento da crista que se movimentou ao longo do tempo, os mapas claramente revelaram listras magn\u00e9ticas enormes atravessando o maci\u00e7o.<\/p>\n<p>Isso significa que, na verdade, o Maci\u00e7o de Tamu n\u00e3o \u00e9 um vulc\u00e3o em escudo. Atualmente, ele parece ser um enorme conjunto de crosta oce\u00e2nica com cerca de 30,5 quil\u00f4metros de espessura, que \u00e9 quatro vezes mais espessa que a m\u00e9dia global. N\u00e3o se sabe ao certo como isso \u00e9 poss\u00edvel, mas a estrutura sugere que o ritmo de forma\u00e7\u00e3o de crosta seja o maior j\u00e1 visto, novamente por raz\u00f5es que atualmente n\u00e3o podem ser explicadas.<\/p>\n<p>Essas listras magn\u00e9ticas reveladoras tamb\u00e9m cobrem todo o Shatsky Rise, o que implica que os pr\u00f3prios planaltos oce\u00e2nicos n\u00e3o s\u00e3o vers\u00f5es submarinas de enchentes de basalto continentais, e n\u00e3o s\u00e3o formados por plumas mant\u00e9licas. Em vez disso, eles s\u00e3o aquilo a que Sager se refere como um tipo mais intenso de propaga\u00e7\u00e3o do leito oce\u00e2nico.<\/p>\n<p>Retrospectivamente, Sager afirma que o estudo de 2013, realizado com base em apenas alguns perfis e amostras s\u00edsmicos, foi quase &#8220;como tentar reconstruir o esqueleto de um novo dinossauro a partir de um dente e um f\u00eamur&#8221;.<\/p>\n<h3><strong>O rei volta ao trono<\/strong><\/h3>\n<p>Chadwick da NOAA, que n\u00e3o se convenceu com o estudo de 2013, acredita que os autores estejam no caminho certo com o novo estudo, citando os convincentes dados magn\u00e9ticos que eles possuem.<\/p>\n<p>Mas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.soest.hawaii.edu\/krubin\/kenchron.html\">Ken Rubin<\/a>, geoqu\u00edmico e vulcan\u00f3logo da Universidade do Hava\u00ed em Manoa, ainda n\u00e3o est\u00e1 convencido. Ele afirma que os dados concretos para testar o modelo de vulc\u00e3o em escudo, o modelo aprimorado de vulcanismo em crista ou qualquer outro modelo naquele ritmo &#8220;s\u00e3o extremamente escassos, ainda nos dias de hoje&#8221;.<\/p>\n<p>Contudo obter dados melhores n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil quanto parece. Comparado aos seus primos terrestres, estudar\u00a0<a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/scientists-witness-the-birth-of-a-submarine-volcano-for-1834990629\">vulc\u00f5es submarinos<\/a>\u00a0\u00e9 incrivelmente dif\u00edcil e repleto de obst\u00e1culos log\u00edsticos. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel simplesmente andar sobre a estrutura e coletar amostras de onde desejar, al\u00e9m do fato de que normalmente contamos com observa\u00e7\u00f5es indiretas. \u00c9 muito dif\u00edcil at\u00e9 mesmo identificar vulc\u00f5es submarinos, sendo que a maioria\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2018\/10\/30\/science\/deep-sea-volcano.html\">ainda n\u00e3o foi descoberta<\/a>.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 mais f\u00e1cil estudar vulc\u00f5es em outros planetas do que nas profundezas de nossos pr\u00f3prios oceanos&#8221;, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/twitter.com\/janinekrippner?lang=en\">Janine Krippner<\/a>\u00a0do Programa Global de Vulcanismo do Instituto Smithsoniano.<\/p>\n<p>At\u00e9 obtermos mais informa\u00e7\u00f5es sobre as dimens\u00f5es, distribui\u00e7\u00f5es e origens dos fluxos de lava, e at\u00e9 mais imagens geof\u00edsicas serem obtidas para resolu\u00e7\u00e3o das estruturas subjacentes, Rubin suspeita que as ideias sobre a origem do Maci\u00e7o de Tamu e do Shatsky Rise continuem sendo, em sua maioria, de natureza especulativa e hipot\u00e9tica.<\/p>\n<p>Enquanto isso, Mauna Loa reinar\u00e1 supremo, como o maior vulc\u00e3o do nosso planeta.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nova an\u00e1lise do Maci\u00e7o de Tamu demonstra que ele n\u00e3o det\u00e9m mais o recorde, j\u00e1<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Nova an\u00e1lise do Maci\u00e7o de Tamu demonstra que ele n\u00e3o det\u00e9m mais o recorde, j\u00e1","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/109707"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=109707"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/109707\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=109707"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=109707"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=109707"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}