{"id":109154,"date":"2019-07-11T08:00:01","date_gmt":"2019-07-11T11:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=109154"},"modified":"2019-07-10T19:21:24","modified_gmt":"2019-07-10T22:21:24","slug":"reflorestamento-pode-retirar-25-do-gas-carbonico-do-ar-diz-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/reflorestamento-pode-retirar-25-do-gas-carbonico-do-ar-diz-pesquisa\/","title":{"rendered":"Reflorestamento pode retirar 25% do g\u00e1s carb\u00f4nico do ar, diz pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-109155\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Foi publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista cient\u00edfica\u00a0<em>Science<\/em>\u00a0o estudo mais abrangente at\u00e9 agora em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica do\u00a0<strong>reflorestamento<\/strong>. A pesquisa, realizada por cientistas do laborat\u00f3rio Crowther, da Su\u00ed\u00e7a, foi a primeira a quantificar quantas \u00e1rvores a Terra consegue suportar, al\u00e9m de estipular onde seria melhor plant\u00e1-las e de estimar quanto di\u00f3xido de carbono essas plantas poderiam armazenar.<\/p>\n<p>De acordo com os resultados obtidos, cerca de 25% dos n\u00edveis de carbono da atmosfera seria retirado do ar se o reflorestamento atingisse seu \u00e1pice. A \u00faltima vez em que esses n\u00edveis foram registrados no planeta j\u00e1 faz quase um s\u00e9culo \u2014 desde ent\u00e3o, os n\u00fameros s\u00e3o crescentes.<\/p>\n<p>O plantio \u00e9 uma \u00f3tima forma de diminuir os n\u00edveis de g\u00e1s carb\u00f4nico de um ambiente, uma vez que, durante o processo de fotoss\u00edntese, elas \u201cpuxam\u201do\u00a0<strong>CO2<\/strong>do ar. O g\u00e1s \u00e9 respons\u00e1vel por grande parte do aquecimento global e das demais mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e sua presen\u00e7a em excesso pode ser muito danosa \u00e0 natureza.<\/p>\n<p>Por meio da an\u00e1lise de quase 80 mil florestas e das imagens dispon\u00edveis no Google Earth, os pesquisadores geraram um modelo que prev\u00ea a potencial cobertura verde que as plantas proporcionariam ao planeta \u2014 o chamado \u00e1pice do reflorestamento.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o foi de que a Terra conseguiria suportar 900 milh\u00f5es de hectares de \u00e1rvores, as quais, quando maduras, sequestrariam cerca de dois ter\u00e7os de todo o carbono emitido pela atividade humana. Grande parte da capacidade de suportar essas novas \u00e1rvores est\u00e1 concentrada em seis pa\u00edses: R\u00fassia, Estados Unidos, Canad\u00e1, Austr\u00e1lia, Brasil e China.<\/p>\n<p>Segundo os cientistas, o estudo claramente comprova que o reflorestamento \u00e9 atualmente a melhor solu\u00e7\u00e3o para reverter as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. No entanto, as a\u00e7\u00f5es devem ser urgentes. Segundo o artigo, a extens\u00e3o das \u00e1reas em que o reflorestamento \u00e9 poss\u00edvel depende diretamente do clima e da temperatura. Assim, se at\u00e9 2050 a temperatura global subir \u201capenas\u201d 1,5\u00b0C (que \u00e9 o objetivo atual das grandes na\u00e7\u00f5es), o territ\u00f3rio dispon\u00edvel para o replantio seria 20% menor do que o de hoje.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista cient\u00edfica\u00a0Science\u00a0o estudo mais abrangente at\u00e9 agora em rela\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":109155,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/reflorestamento-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Foi publicado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista cient\u00edfica\u00a0Science\u00a0o estudo mais abrangente at\u00e9 agora em rela\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/109154"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=109154"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/109154\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/109155"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=109154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=109154"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=109154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}