{"id":109004,"date":"2019-07-07T13:42:33","date_gmt":"2019-07-07T16:42:33","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=109004"},"modified":"2019-07-07T13:42:33","modified_gmt":"2019-07-07T16:42:33","slug":"um-imenso-mar-de-sargacos-floresce-no-oceano-dopado-por-fertilizantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/um-imenso-mar-de-sargacos-floresce-no-oceano-dopado-por-fertilizantes\/","title":{"rendered":"Um imenso mar de sarga\u00e7os floresce no oceano dopado por fertilizantes"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-109006\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em sua viagem \u00e0 Am\u00e9rica,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/cristobal_colon\">Crist\u00f3v\u00e3o Colombo<\/a> se deparou com o pior mar que um navegante podia encontrar, o dos Sarga\u00e7os. Situado a leste da costa dos atuais EUA e a nordeste da ilha de Cuba, l\u00e1 flutuavam grandes bancos de algas, e o movimento das correntes quase paralisava as \u00e1guas. Durante s\u00e9culos, todos os marinheiros o temeram. Agora, os sat\u00e9lites descobriram que h\u00e1 menos de 10 anos outro enorme mar de sarga\u00e7os est\u00e1 emergindo no Atl\u00e2ntico. Embora sua origem ainda n\u00e3o esteja clara, provavelmente \u00e9 favorecido por fertilizantes naturais e tamb\u00e9m artificiais.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O sarga\u00e7o \u00e9 um g\u00eanero de algas marrons (<em>Sargassum<\/em>) que crescem em \u00e1guas tropicais. A maioria finca suas ra\u00edzes no fundo do mar, mas h\u00e1 algumas esp\u00e9cies, como o\u00a0<em>S. fluitans<\/em>e o\u00a0<em>S. natans<\/em>, que flutuam livremente na superf\u00edcie, gra\u00e7as \u00e0s suas bolhas cheias de gases. Podem crescer v\u00e1rios metros, e seus caules v\u00e3o se entrela\u00e7ando e formando uma rede. Criam assim frondosas selvas marinhas onde a vida prolifera. Entretanto, em excesso elas podem provocar a morte n\u00e3o s\u00f3 dos marinheiros, como ocorreu com velhos navios a vela, mas tamb\u00e9m de muitas esp\u00e9cies, em especial quando uma dessas massas vegetais chega \u00e0s praias.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">H\u00e1 alguns anos, os epis\u00f3dios de turistas que n\u00e3o conseguem chegar at\u00e9 a \u00e1gua por culpa de uma barreira de sarga\u00e7os de at\u00e9 um metro de altura e quil\u00f4metros de frente se repetem das costas do sul da\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/florida\">Fl\u00f3rida<\/a>, ao norte, at\u00e9 a ilha Margarita (Venezuela), ao sul, passando pelas tur\u00edsticas praias do M\u00e9xico. Poderia pensar-se que as algas procediam do mar dos Sarga\u00e7os, mas os diferentes modelos alimentados com as correntes da regi\u00e3o indicavam que deviam vir de outra parte.<\/p>\n<section id=\"sumario_1|html\" class=\"sumario_html izquierda\"><a name=\"sumario_1\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<div class=\"sumario-texto\">\n<p class=\"texto_grande\" dir=\"ltr\">A contribui\u00e7\u00e3o an\u00f4mala de nutrientes na costa africana e na foz do Amazonas poderia ser a causa<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">Agora, o estudo de 19 anos de observa\u00e7\u00f5es usando v\u00e1rios sat\u00e9lites indica que a cada ano emergem milh\u00f5es e milh\u00f5es de sarga\u00e7os no Atl\u00e2ntico Central, muito longe do mar original. Agitados pelas correntes, movem-se entre as costas africanas, ao sul das Can\u00e1rias e do golfo da Guin\u00e9, e as americanas, ao sul das Antilhas e at\u00e9 a foz do Amazonas. Seu ciclo biol\u00f3gico chega ao m\u00e1ximo nesta \u00e9poca, ver\u00e3o boreal, para ir desaparecendo no final do ano.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A an\u00e1lise destes dados, publicado na revista\u00a0<em>Science<\/em>, mostra que este novo mar dos sarga\u00e7os come\u00e7ou a surgir no ver\u00e3o de 2011, chegando a alcan\u00e7ar 8.850 quil\u00f4metros em julho do ano passado. A estimativa de sua massa \u00e9 ainda mais impressionante: 20 milh\u00f5es de toneladas de biomassa vegetal.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cAntes de 2011 j\u00e1 havia pequenas quantidades de sarga\u00e7os no Atl\u00e2ntico tropical\u201d, diz Chuanmin Hu, professor de Oceanografia \u00d3ptica da Universidade do Sul da Fl\u00f3rida (EUA) e coautor do estudo. \u201cMas s\u00f3 neste ano desenvolveram prolifera\u00e7\u00f5es maci\u00e7as\u201d, acrescenta. De fato, em 2000 (primeiros dados dispon\u00edveis), os sat\u00e9lites Terra e Aqua da\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/nasa_administracion_nacional_aeronautica_espacio\">Nasa<\/a>\u00a0n\u00e3o detectaram aglomera\u00e7\u00f5es significativas destas macroalgas.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|foto\" class=\"sumario_foto derecha\"><a name=\"sumario_2\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><a class=\"enlace\" style=\"text-decoration: none; margin: 0px; padding: 0px; border: none; font: inherit; vertical-align: baseline; box-sizing: border-box; background-color: transparent; color: #016ca2; touch-action: manipulation; position: relative; display: block;\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/07\/04\/ciencia\/1562219478_533571_1562259440_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/07\/04\/ciencia\/1562219478_533571_1562259440_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/07\/04\/ciencia\/1562219478_533571_1562259440_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"Evolu\u00e7\u00e3o do novo mar de sarga\u00e7os em julho, o m\u00eas de sua maior expans\u00e3o.\" width=\"639\" height=\"518\" \/><\/a><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">Evolu\u00e7\u00e3o do novo mar de sarga\u00e7os em julho, o m\u00eas de sua maior expans\u00e3o.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">USF COLLEGE OF MARINE SCIENCE<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">Por que ent\u00e3o desde 2011? A resposta, esclarece Chuanmin Hu, n\u00e3o \u00e9 simples e deve ser buscada em um conjunto de condi\u00e7\u00f5es \u201cque n\u00e3o foram favor\u00e1veis at\u00e9 aquele ano\u201d. Os sarga\u00e7os dependem da radia\u00e7\u00e3o solar e, nestas latitudes, esta est\u00e1 garantida. O fator temperatura, apontado por alguns estudos, n\u00e3o parece ser a chave. \u201cO aumento da temperatura da superf\u00edcie do mar \u00e9 um processo lento, nos \u00faltimos 100 anos se elevou em 1,5o C\u201d, recorda Chuanmin. Uma m\u00e9dia de 0,15o C por d\u00e9cada n\u00e3o deveria afetar tanto essas algas. Mas os sarga\u00e7os, como qualquer organismo vegetal, necessitam tamb\u00e9m de uma fonte de nutrientes minerais, em especial nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo. Aqui \u00e9 onde poderia estar a anomalia.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Nos extremos da \u00e1rea onde est\u00e3o proliferando estas macroalgas confluem duas grandes contribui\u00e7\u00f5es de nutrientes: a oeste, as enormes quantidades de sedimentos arrastados pelo Amazonas, o Orinoco e outros rios americanos. A leste, o afloramento de \u00e1guas profundas na regi\u00e3o que vai das Can\u00e1rias at\u00e9 ao sul do arquip\u00e9lago de Cabo Verde. N\u00e3o s\u00e3o as \u00fanicas, mas sim as principais fontes de vida no Atl\u00e2ntico Central.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">\u201cO oceano \u00e9 uma m\u00e1quina natural de reciclagem, a \u00e1gua n\u00e3o se movimenta s\u00f3 horizontalmente, mas tamb\u00e9m na vertical; as \u00e1guas superficiais afundam, e as profundas afloram\u201d, explica o diretor do Instituto de Ci\u00eancias do Mar de Barcelona, Josep Luis Pelegr\u00ed. Nesse processo vertical, os nutrientes acumulados nas profundidades pela mineraliza\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica depositada a partir da superf\u00edcie emergem e \u201cse produz uma explos\u00e3o de vida\u201d, acrescenta Pelegr\u00ed. No complicado circuito de correntes desta zona do oceano, \u00e1guas ricas em nutrientes se deslocariam para as costas americanas.<\/p>\n<section id=\"sumario_3|foto\" class=\"sumario_foto izquierda\"><a name=\"sumario_3\"><\/a><\/p>\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><a class=\"enlace\" style=\"text-decoration: none; margin: 0px; padding: 0px; border: none; font: inherit; vertical-align: baseline; box-sizing: border-box; background-color: transparent; color: #016ca2; touch-action: manipulation; position: relative; display: block;\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/07\/04\/ciencia\/1562219478_533571_1562260103_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/07\/04\/ciencia\/1562219478_533571_1562260103_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/07\/04\/ciencia\/1562219478_533571_1562260103_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"A enorme quantidade de sedimentos que o rio Amazonas descarrega no Atl\u00e2ntico, vista por sat\u00e9lite.\" width=\"634\" height=\"623\" \/><\/a><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">A enorme quantidade de sedimentos que o rio Amazonas descarrega no Atl\u00e2ntico, vista por sat\u00e9lite.<\/span>\u00a0<span class=\"foto-firma\"><span class=\"foto-autor\">JEFF SCHMALTZ<\/span>\u00a0<span class=\"foto-agencia\">MODIS\/NASA<\/span><\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p dir=\"ltr\">No extremo contr\u00e1rio, a oeste, o Amazonas descarrega at\u00e9 200.000 metros c\u00fabicos por segundo no Atl\u00e2ntico. Junto com essa \u00e1gua v\u00e3o toneladas de sedimentos que mudam a cor do mar, e na \u00faltima d\u00e9cada a quantidade e composi\u00e7\u00e3o desta descarga est\u00e1 mudando. Procurando a\u00ed a chave, os autores do estudo analisaram a m\u00e9dia anual de desmatamento desde 2000, os padr\u00f5es de consumo de fertilizantes no Brasil, que aumentou em 67% no per\u00edodo 2010-2018 com rela\u00e7\u00e3o a 2000, e colheram amostras durante v\u00e1rios anos do nitrog\u00eanio e o f\u00f3sforo na margem oeste do Atl\u00e2ntico central.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Embora seus dados sejam preliminares e ainda care\u00e7am de mais estudos, tudo indica que o processo que vai do desmatamento \u00e0 agricultura, passando por um maior arrasto de sedimentos agora enriquecidos, estaria alterando a qu\u00edmica oce\u00e2nica, dopando a \u00e1gua com um extra de nutrientes que fazem os sarga\u00e7os prosperarem. Pelegr\u00ed, que n\u00e3o participou do estudo, sugere outra possibilidade: que o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/cambio_climatico\">aquecimento<\/a>\u00a0esteja estratificando a coluna de \u00e1gua e, uma vez que os nutrientes a dominam, param ali, \u201cfavorecendo um reduzido n\u00famero de esp\u00e9cies, como os sarga\u00e7os\u201d. Mas tampouco descarta uma combina\u00e7\u00e3o de ambos os processos.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O pesquisador do governamental Instituto de Ci\u00eancias Oce\u00e2nicas do Canad\u00e1, Jim Gower, foi um dos primeiros a notarem um estranho sinal novo nos dados captados pelos sat\u00e9lites ao passar sobre esta zona do mundo. J\u00e1 em 2013, ele publicou um trabalho sobre a primeira grande emerg\u00eancia dos sarga\u00e7os, a de 2011. Como os autores do estudo, diz que ainda \u00e9 preciso confirmar a hip\u00f3tese, mas sua suspeita \u00e9 de que \u201co aumento da produ\u00e7\u00e3o e o despejo (no mar) de fertilizantes artificiais s\u00e3o a causa\u201d. \u201cMas ainda temos poucos dados concretos\u201d, conclui.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em sua viagem \u00e0 Am\u00e9rica,\u00a0Crist\u00f3v\u00e3o Colombo se deparou com o pior mar que um navegante<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":109006,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/mar_sargaco.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em sua viagem \u00e0 Am\u00e9rica,\u00a0Crist\u00f3v\u00e3o Colombo se deparou com o pior mar que um navegante","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/109004"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=109004"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/109004\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/109006"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=109004"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=109004"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=109004"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}