{"id":108598,"date":"2019-06-30T11:00:46","date_gmt":"2019-06-30T14:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=108598"},"modified":"2019-06-29T21:48:41","modified_gmt":"2019-06-30T00:48:41","slug":"esteiras-de-condensacao-dos-avioes-afetam-o-clima-mais-que-suas-emissoes-de-co2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/esteiras-de-condensacao-dos-avioes-afetam-o-clima-mais-que-suas-emissoes-de-co2\/","title":{"rendered":"Esteiras de condensa\u00e7\u00e3o dos avi\u00f5es afetam o clima mais que suas emiss\u00f5es de CO2"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-108599\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Os avi\u00f5es, com seu ru\u00eddo, consumo de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/06\/21\/ciencia\/1561139209_974079.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-id=\"186\" data-m=\"{&quot;i&quot;:186,&quot;p&quot;:182,&quot;n&quot;:&quot;partnerLink&quot;,&quot;y&quot;:24,&quot;o&quot;:4}\">grandes quantidades de combust\u00edvel<\/a>\u00a0e emiss\u00f5es s\u00e3o uma das cria\u00e7\u00f5es humanas que mais alteram o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/medio_ambiente\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-id=\"187\" data-m=\"{&quot;i&quot;:187,&quot;p&quot;:182,&quot;n&quot;:&quot;partnerLink&quot;,&quot;y&quot;:24,&quot;o&quot;:5}\">meio ambiente<\/a>. Agora, um estudo acrescenta outra perturba\u00e7\u00e3o: seus rastros no c\u00e9u. O trabalho destaca que est\u00e3o tendo um impacto maior no clima que os gases do efeito estufa que saem de suas turbinas. O pior \u00e9 que, segundo seus c\u00e1lculos, o aquecimento provocado por essas nuvens artificiais ter\u00e1 triplicado em 2050.<\/p>\n<p>Essas trilhas ou esteiras de condensa\u00e7\u00e3o, conhecidas no meio da ci\u00eancia atmosf\u00e9rica como contrails (n\u00e3o confundir com as \u201cconspiranoicas\u201d chemtrails) s\u00e3o formadas ap\u00f3s a passagem das aeronaves. Por meio da complexa intera\u00e7\u00e3o entre as part\u00edculas emitidas pelos motores e o ar, a umidade deste se condensa, formando essas nuvens. Os avi\u00f5es normalmente voam a uma altitude, na parte superior da troposfera, onde essa umidade est\u00e1 em forma de cristais de gelo. Na passagem do avi\u00e3o eles se agrupam em torno das part\u00edculas de carbono negro e passam ao estado gasoso. Formam-se assim cirros artificiais que s\u00e3o indistingu\u00edveis dos naturais.<\/p>\n<p>Agora, duas f\u00edsicas atmosf\u00e9ricas do Centro Aeroespacial Alem\u00e3o (DLR, na sigla em alem\u00e3o) estimaram a cobertura dessas esteiras de gelo e seu impacto no clima atual e em 2050. O estudo, publicado na revista\u00a0<em>Atmospheric Chemistry and Physics<\/em>, conclui que essas nuvens est\u00e3o contribuindo mais para as\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/cambio_climatico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-id=\"192\" data-m=\"{&quot;i&quot;:192,&quot;p&quot;:182,&quot;n&quot;:&quot;partnerLink&quot;,&quot;y&quot;:24,&quot;o&quot;:10}\">mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a>\u00a0no planeta do que os pr\u00f3prios gases do efeito estufa emitidos pelos motores das aeronave e que sua participa\u00e7\u00e3o no aquecimento global deve triplicar em 2050 em rela\u00e7\u00e3o a 2006, o ano que \u00e9 o ponto de partida para o seu estudo.<\/p>\n<p>&#8220;A contribui\u00e7\u00e3o das contrails para o clima atual \u00e9 levemente maior do que a de todas as emiss\u00f5es de CO2 acumuladas desde o in\u00edcio da avia\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma a pesquisadora do Instituto de F\u00edsica Atmosf\u00e9rica do DLR e coautora do estudo, Lisa Bock. Para exemplificar a relev\u00e2ncia dessas nuvens, Bock lembra que &#8220;a avia\u00e7\u00e3o contribui com 5% do for\u00e7amento radiativo antropog\u00eanico&#8221;. Ou seja, na diferen\u00e7a entre a quantidade de radia\u00e7\u00e3o solar recebida pelo planeta e a que este devolve ao espa\u00e7o pelas a\u00e7\u00f5es humanas, os avi\u00f5es s\u00e3o respons\u00e1veis por esse porcentual. E, entre 40% e 45% do total se deve aos cirros artificiais que se formam em sua passagem.<\/p>\n<p>Bock e sua colega e coautora Ulrike Burkhardt estimam que o for\u00e7amento radiativo (ou clim\u00e1tico) das trilhas de condensa\u00e7\u00e3o das aeronaves ser\u00e1 tr\u00eas vezes maior em 2050. De acordo com seus dados, em 2006 o seu impacto no aquecimento global foi de 49 miliwatts por metro quadrado (mW m2). Em tr\u00eas d\u00e9cadas ter\u00e1 aumentado para 159 mW m2. Esse aumento ser\u00e1 muito maior que o impacto do CO2. Embora haja estimativas de que os gases do efeito estufa da avia\u00e7\u00e3o possam continuar aumentando, todos os atores, de cientistas a engenheiros, passando pela ind\u00fastria e os pol\u00edticos, est\u00e3o trabalhando para tornar os motores das aeronaves mais eficientes e com menos emiss\u00f5es. Por tr\u00e1s de cada avi\u00e3o, por mais eficiente que seja, ainda haver\u00e1 esteiras. E, de acordo com dados coletados pela\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/comision_europea\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-id=\"193\" data-m=\"{&quot;i&quot;:193,&quot;p&quot;:182,&quot;n&quot;:&quot;partnerLink&quot;,&quot;y&quot;:24,&quot;o&quot;:11}\">Comiss\u00e3o Europeia<\/a>, o tr\u00e1fego a\u00e9reo ter\u00e1 triplicado e at\u00e9 septuplicado em 2050.<\/p>\n<p>Os cirros artificiais, que come\u00e7am compactos e retil\u00edneos, expandem-se at\u00e9 se mimetizarem com os naturais. S\u00e3o de curta dura\u00e7\u00e3o, desaparecem em torno de dezessete horas depois que os cristais de gelo se aglomeram em torno de algumas das part\u00edculas de fuligem. Um estudo anterior estimou que 0,61% do c\u00e9u est\u00e1 coberto por esteiras de condensa\u00e7\u00e3o. A porcentagem aumenta \u00e0 medida que o foco se aproxima das regi\u00f5es com maior tr\u00e1fego a\u00e9reo. Assim, em m\u00e9dia, 2% dos c\u00e9us europeus s\u00e3o cobertos pelas esteiras das aeronaves, cifra que sobe at\u00e9 10% no leste dos Estados Unidos ou na Europa central. O estudo atual assinala que essas regi\u00f5es, e mais o leste e o sul da \u00c1sia, s\u00e3o as que ter\u00e3o mais tr\u00e1fego a\u00e9reo, mais nuvens antropog\u00eanicas e, portanto, maior for\u00e7amento radiativo.<\/p>\n<p><span class=\"storyimage fullwidth inlineimage\" data-aop=\"image\"><span class=\"image\" data-attrib=\"Bock y Burkhardt, Atmos. Chem. Phys., 2019\" data-caption=\"Os mapas mostram o aquecimento (medido em miliwatts por metro quadrado) induzido pelas 'contrails' em (a) 2006 e (b) 2050. \u00c0 direita, a radia\u00e7\u00e3o estimada para o mesmo ano, mas considerando (c) o calor extra causado pelo aquecimento global ou (d) melhoria na efici\u00eancia dos motores.\" data-id=\"184\" data-m=\"{&quot;i&quot;:184,&quot;p&quot;:182,&quot;n&quot;:&quot;openModal&quot;,&quot;t&quot;:&quot;articleImages&quot;,&quot;o&quot;:2}\"><img loading=\"lazy\" class=\"loaded\" src=\"https:\/\/img-s-msn-com.akamaized.net\/tenant\/amp\/entityid\/AADwqFx.img?h=645&amp;w=1119&amp;m=6&amp;q=60&amp;o=f&amp;l=f\" alt=\"Os mapas mostram o aquecimento (medido em miliwatts por metro quadrado) induzido pelas 'contrails' em (a) 2006 e (b) 2050. \u00c0 direita, a radia\u00e7\u00e3o estimada para o mesmo ano, mas considerando (c) o calor extra causado pelo aquecimento global ou (d) melhoria na efici\u00eancia dos motores.\" width=\"640\" height=\"369\" data-src=\"{&quot;default&quot;:{&quot;load&quot;:&quot;default&quot;,&quot;w&quot;:&quot;80&quot;,&quot;h&quot;:&quot;46&quot;,&quot;src&quot;:&quot;\/\/img-s-msn-com.akamaized.net\/tenant\/amp\/entityid\/AADwqFx.img?h=645&amp;w=1119&amp;m=6&amp;q=60&amp;o=f&amp;l=f&quot;},&quot;dpi&quot;:1.4,&quot;size3column&quot;:{&quot;load&quot;:&quot;default&quot;,&quot;w&quot;:&quot;62&quot;,&quot;h&quot;:&quot;36&quot;,&quot;src&quot;:&quot;\/\/img-s-msn-com.akamaized.net\/tenant\/amp\/entityid\/AADwqFx.img?h=504&amp;w=874&amp;m=6&amp;q=60&amp;o=f&amp;l=f&quot;},&quot;size2column&quot;:{&quot;load&quot;:&quot;default&quot;,&quot;w&quot;:&quot;62&quot;,&quot;h&quot;:&quot;36&quot;,&quot;src&quot;:&quot;\/\/img-s-msn-com.akamaized.net\/tenant\/amp\/entityid\/AADwqFx.img?h=504&amp;w=874&amp;m=6&amp;q=60&amp;o=f&amp;l=f&quot;}}\" \/><\/span><span class=\"caption truncate\"><span class=\"attribution\">\u00a9 Bock y Burkhardt, Atmos. Chem. Phys., 2019<\/span>\u00a0Os mapas mostram o aquecimento (medido em miliwatts por metro quadrado) induzido pelas &#8216;contrails&#8217; em (a) 2006 e (b) 2050. \u00c0 direita, a radia\u00e7\u00e3o estimada para o mesmo ano, mas considerando (c) o calor extra causado pelo aquecimento global ou (d) melhoria na efici\u00eancia dos motores.<\/span><\/span><\/p>\n<p>O f\u00edsico atmosf\u00e9rico da Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido, Rub\u00e9n de Le\u00f3n observa que, ao contr\u00e1rio do vapor de \u00e1gua, que absorve com efici\u00eancia o calor do planeta, mas n\u00e3o a luz solar, \u201cas esteiras de gelo s\u00e3o tamb\u00e9m eficientes na absor\u00e7\u00e3o do calor da Terra e, embora consigam refletir a luz do sol, permitem a passagem de grande parte&#8221;. Aqui reside a sua relev\u00e2ncia para o aquecimento, elas aprisionam o calor que sai e deixam passar o que entra. &#8220;Um c\u00e9u coberto de cirros geralmente n\u00e3o produz a sensa\u00e7\u00e3o de escurid\u00e3o, ao contr\u00e1rio das nuvens de \u00e1gua l\u00edquida&#8221;, acrescenta esse especialista na intera\u00e7\u00e3o entre radia\u00e7\u00e3o e o gelo de nuvens.<\/p>\n<p>&#8220;Essas esteiras at\u00e9 agora causaram mais aquecimento do que o CO2 emitido pelo mesmo avi\u00e3o&#8221;, reconhece o professor de meteorologia da Universidade de Reading (Reino Unido) William Collins. Mas h\u00e1 uma diferen\u00e7a fundamental entre os dois aquecedores: \u201cAs esteiras duram pouco tempo no c\u00e9u, enquanto o CO2 persiste por s\u00e9culos, por isso, se pudermos reduzir o tr\u00e1fego a\u00e9reo ou reduzir as esteiras que produz, o benef\u00edcio clim\u00e1tico aparecer\u00e1 rapidamente&#8221;, acrescenta Collins. Com as emiss\u00f5es de gases do efeito estufa a coisa n\u00e3o ser\u00e1 t\u00e3o simples.<\/p>\n<p>No entanto, o impacto final sobre o aquecimento global n\u00e3o est\u00e1 totalmente claro, pois h\u00e1 outros fatores que entram na equa\u00e7\u00e3o. Os pesquisadores do Centro Nacional para a Pesquisa Atmosf\u00e9rica dos EUA (NCAR) Chih-Chieh Chen e Andrew Gettelman publicaram em 2016 um trabalho em que observavam que, \u00e0 medida que aumentar o aquecimento global na Terra, a camada atmosf\u00e9rica onde se formam os cirros, tanto os naturais como os artificiais, se estreitar\u00e1, complicando a forma\u00e7\u00e3o, extens\u00e3o, profundidade e dura\u00e7\u00e3o das esteiras.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 outro fen\u00f4meno que deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o na soma total: ao monopolizar a umidade ou os cristais de gelo dispon\u00edveis, as nuvens artificiais reduzir\u00e3o a forma\u00e7\u00e3o de nuvens naturais. &#8220;Em primeiro lugar, o tr\u00e1fego a\u00e9reo pode gerar esteiras de condensa\u00e7\u00e3o antes que as condi\u00e7\u00f5es conduzam \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das nuvens naturais e, em segundo lugar, \u00e9 poss\u00edvel que os borrifos gerados pelo tr\u00e1fego a\u00e9reo n\u00e3o gerem uma esteira imediatamente, mas que as caracter\u00edsticas dos cirros que se formam naturalmente sejam modificadas na concentra\u00e7\u00e3o e na geometria dos cristais de gelo&#8221;, diz De Le\u00f3n, que n\u00e3o participou deste estudo. E ainda n\u00e3o sabemos o impacto que isso tudo ter\u00e1.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os avi\u00f5es, com seu ru\u00eddo, consumo de\u00a0grandes quantidades de combust\u00edvel\u00a0e emiss\u00f5es s\u00e3o uma das cria\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":108599,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/nuvens_artificial.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Os avi\u00f5es, com seu ru\u00eddo, consumo de\u00a0grandes quantidades de combust\u00edvel\u00a0e emiss\u00f5es s\u00e3o uma das cria\u00e7\u00f5es","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108598"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108598"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108598\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/108599"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108598"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108598"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108598"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}