{"id":108388,"date":"2019-06-26T09:00:37","date_gmt":"2019-06-26T12:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=108388"},"modified":"2019-06-25T21:04:17","modified_gmt":"2019-06-26T00:04:17","slug":"tres-de-cada-quatro-estrelas-do-universo-tem-planetas-que-poderiam-abrigar-seres-vivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tres-de-cada-quatro-estrelas-do-universo-tem-planetas-que-poderiam-abrigar-seres-vivos\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas de cada quatro estrelas do universo t\u00eam planetas que poderiam abrigar seres vivos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-108389\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>No universo\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/star_trek\">Star Trek<\/a>, a primeira diretriz da Federa\u00e7\u00e3o Unida de Planetas impede que seus membros interfiram no desenvolvimento cultural das civiliza\u00e7\u00f5es alien\u00edgenas. Aqueles que n\u00e3o tenham a tecnologia para\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/01\/02\/ciencia\/1514919058_767605.html\">viajar mais r\u00e1pido que a luz<\/a>\u00a0e entrar em contato com civiliza\u00e7\u00f5es de outros mundos ficam sem esse conhecimento at\u00e9 que o alcancem por seus pr\u00f3prios meios. Uma norma assim teria mantido os humanos na solid\u00e3o e explicaria um paradoxo que intrigou Enrico Fermi anos depois de ajudar a criar a bomba at\u00f4mica. Se h\u00e1 uma quantidade quase incont\u00e1vel de planetas e, portanto, imensas possibilidades de que surja uma civiliza\u00e7\u00e3o em algum deles, por que n\u00e3o existe nenhuma evid\u00eancia de que isso tenha acontecido? Tr\u00eas de cada quatro estrelas poderiam abrigar vida em circunst\u00e2ncias extremas. Segundo uma hip\u00f3tese, cerca de tr\u00eas bilh\u00f5es de planetas poderiam ser habit\u00e1veis na\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/via_lactea\">Via L\u00e1ctea<\/a>.<\/p>\n<p>Como civiliza\u00e7\u00e3o atrasada, pelo menos segundo os par\u00e2metros de Star Trek, os habitantes da Terra devem continuar explorando pouco a pouco outros planetas em busca de sinais que digam se estamos sozinhos. Nesta semana, foi anunciada a descoberta de um novo sistema solar com dois planetas como o nosso a 12,5 anos-luz, muito pr\u00f3ximos em termos c\u00f3smicos. Esses dois novos planetas est\u00e3o a uma dist\u00e2ncia satisfat\u00f3ria de Teegarden, sua estrela, e os astr\u00f4nomos, que utilizaram um telesc\u00f3pio do observat\u00f3rio de Calar Alto (Almeria, Espanha) para realizar a fa\u00e7anha, calculam que a temperatura por l\u00e1 seria moderada e poderia haver\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/04\/04\/ciencia\/1554388568_138258.html\">\u00e1gua l\u00edquida na superf\u00edcie<\/a>, uma condi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica para a vida como a conhecemos.<\/p>\n<h3>Dif\u00edcil evolu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Mas o aparecimento de seres que se autorreplicam e evoluem \u2013 de bichos microsc\u00f3picos a animais vis\u00edveis e indiv\u00edduos criadores de m\u00e1quinas para se comunicar entre sistemas estelares \u2013 n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples. Do contr\u00e1rio, Fermi n\u00e3o teria se visto diante de um paradoxo. Para come\u00e7ar, as estrelas onde foram descobertos os sistemas planet\u00e1rios em regi\u00f5es habit\u00e1veis t\u00eam pouco a ver com o Sol. Todas s\u00e3o\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/06\/17\/ciencia\/1560791472_100883.html\">an\u00e3s vermelhas, as estrelas mais abundantes do universo<\/a>\u00a0\u2013 e, portanto, s\u00e3o o entorno onde mais exoplanetas podem ser encontrados. Devido ao seu pequeno tamanho e \u00e0 pouca energia que emitem, elas quase nunca podem ser vistas da Terra sem telesc\u00f3pios. Para receber suficiente calor de sua estrela, o planeta deve orbitar muito perto dela. E isso tem consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>Provavelmente, muitos desses mundos pr\u00f3ximos (e supostamente habit\u00e1veis), como os dois de Teegarden, o sistema que rodeia a Trappist-1 ou Proxima b, mostram sempre a mesma cara \u00e0 sua estrela. Isso acontece quando um objeto de menor tamanho, como a Lua em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra e Merc\u00fario em rela\u00e7\u00e3o o Sol, est\u00e3o perto demais de outro campo maior. E isso faz com que sejam previstas condi\u00e7\u00f5es extremas em todos esses exoplanetas. Uma cara seria um deserto fervente e a outra um gigantesco bloco de gelo. Entre esses dois infernos, uma faixa de poucos quil\u00f4metros de largura onde a temperatura fosse adequada e o gelo derretido procedente da cara oculta do planeta tornariam a vida poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Mesmo nesse reduto, por\u00e9m, as condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o seriam ideais. As grandes diferen\u00e7as de temperatura, como as produzidas pelos furac\u00f5es na Terra, mas muito maiores, gerariam ventos que varreriam com viol\u00eancia a superf\u00edcie de um mundo como a Proxima b, fazendo com que, em caso de existir, suas formas vegetais e animais devam se adaptar para n\u00e3o sa\u00edrem voando contra o muro de gelo, de um lado, ou serem lan\u00e7adas ao deserto ardente, do outro.<\/p>\n<p>A vida em planetas desse tipo, os mais abundantes do cosmos, teria um inimigo talvez ainda mais formid\u00e1vel. As an\u00e3s vermelhas, muito menores que o nosso Sol, n\u00e3o t\u00eam massa suficiente para estabilizar o imenso reator de\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/fusion_nuclear\">fus\u00e3o nuclear<\/a>que aquece as suas entranhas. Periodicamente, lan\u00e7am labaredas de radia\u00e7\u00e3o que arrasariam as atmosferas de seus planetas e aniquilariam os seres vivos de sua superf\u00edcie. Um desses cataclismos foi observado em Proxima Centauri, o planeta que orbita a Proxima b, em mar\u00e7o de 2016. Na \u00e9poca, segundo publicou um grupo de astr\u00f4nomos da Espanha e dos Estados Unidos, a an\u00e3 vermelha\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2018\/04\/10\/ciencia\/1523376661_664857.html\">emitiu uma potente explos\u00e3o de luz<\/a>\u00a0que multiplicou seu brilho por 70. Embora normalmente esses corpos n\u00e3o possam ser vistos a olho nu, durante alguns segundos Proxima Centauri p\u00f4de ser observado do Hemisf\u00e9rio Sul sem a ajuda da tecnologia. A superf\u00edcie da Proxima b deve ter sido um inferno.<\/p>\n<p>Os defensores de que os planetas que orbitam as an\u00e3s vermelhas s\u00e3o lugares onde se deve buscar vida t\u00eam alguns argumentos a seu favor, al\u00e9m do fato de que tr\u00eas de cada quatro estrelas da Via L\u00e1ctea s\u00e3o desse tipo. Por um lado, um bom campo magn\u00e9tico, como o que h\u00e1 milh\u00f5es de anos evita que a radia\u00e7\u00e3o solar incinere a vida na Terra, poderia, segundo alguns pesquisadores, resistir aos embates das explos\u00f5es de raio-X das estrelas. Al\u00e9m disso, como dizia o pesquisador Alberto Gonz\u00e1lez Fair\u00e9n (do Centro de Astrobiologia de Madri) quando Proxima b foi descoberta, grande parte dessa f\u00faria ocorre quando a estrela \u00e9 jovem \u201cdurante os seus primeiros milh\u00f5es de anos de exist\u00eancia, para se tornar depois uma estrela muito menos ativa\u201d.<\/p>\n<p>As an\u00e3s vermelhas s\u00e3o menores e brilham menos, mas t\u00eam uma vida muito mais longa. Teegarden, por exemplo, foi formada h\u00e1 cerca de nove bilh\u00f5es de anos, o dobro do nosso sistema solar, e ainda pode ter pela frente 10 trilh\u00f5es de anos de exist\u00eancia. Muito tempo para que o acaso gere circunst\u00e2ncias nas quais possa surgir a vida. J\u00e1 o Sol tem apenas 10 bilh\u00f5es de anos pela frente e, ao contr\u00e1rio do que acontece com as an\u00e3s vermelhas, sua temperatura aumenta progressivamente. O calor tornar\u00e1 imposs\u00edvel a vida na Terra muito antes do colapso da nossa estrela.<\/p>\n<section id=\"sumario_2|foto\" class=\"sumario_foto izquierda\">\n<div class=\"sumario__interior\">\n<figure class=\"foto foto_w360\"><a class=\"enlace\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/06\/21\/ciencia\/1561119606_476119_1561120360_sumario_normal.jpg\" srcset=\"\/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/06\/21\/ciencia\/1561119606_476119_1561120360_sumario_normal_recorte1.jpg 720w, \/\/ep01.epimg.net\/elpais\/imagenes\/2019\/06\/21\/ciencia\/1561119606_476119_1561120360_sumario_normal.jpg 360w\" alt=\"O telesc\u00f3pio de Calar Alto, Almeria (Espanha), utilizado para a descoberta de dois novos planetas extrassolares.\" width=\"360\" height=\"213\" \/><\/a><figcaption class=\"foto-pie\"><span class=\"foto-texto\">O telesc\u00f3pio de Calar Alto, Almeria (Espanha), utilizado para a descoberta de dois novos planetas extrassolares.<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"sumario-texto\"><\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<p>Enquanto desenvolvemos tecnologias para viajar no espa\u00e7o em tempos razo\u00e1veis, a busca de vida extraterrestre pode ser frustrante dependendo das expectativas. H\u00e1 pouco tempo, o diretor cient\u00edfico da\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/esa_agencia_espacial_europea\">Ag\u00eancia Espacial Europeia<\/a>\u00a0(ESA), G\u00fcnther Hasinger, afirmou neste jornal:\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/02\/11\/ciencia\/1549901256_964772.html\">\u201cEncontraremos sinais de formas de vida fora da Terra nos pr\u00f3ximos anos.\u201d<\/a>\u00a0Mas \u00e9 melhor n\u00e3o imaginar seres mais ou menos estranhos que caminham sobre patas e t\u00eam culturas ex\u00f3ticas. A vida na Terra apareceu poucas centenas de milh\u00f5es de anos depois da forma\u00e7\u00e3o do planeta, mas a chegada de animais exigiu tr\u00eas bilh\u00f5es de anos mais. Assim, \u00e9 menos prov\u00e1vel que os homenzinhos verdes tenham tido tempo de evoluir em alguns dos mais de 4.000 planetas extrassolares que j\u00e1 identificamos.<\/p>\n<p>Nos pr\u00f3ximos anos,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2019\/04\/10\/ciencia\/1554906802_123817.html\">a constru\u00e7\u00e3o de supertelesc\u00f3pios<\/a>\u00a0terrestres, assim como o lan\u00e7amento de grandes telesc\u00f3pios espaciais como o James Webb, permitir\u00e3o observar com certa precis\u00e3o a atmosfera dos novos mundos descobertos. Ali ser\u00e3o rastreados sinais de atividade biol\u00f3gica, mas, se forem encontrados, o mais prov\u00e1vel \u00e9 que se trate de algas ou bact\u00e9rias como as que modificaram a atmosfera e a tornaram habit\u00e1vel para n\u00f3s h\u00e1 bilh\u00f5es de anos. Al\u00e9m disso, a tecnologia para confirmar as descobertas vai demorar a chegar, e enviar uma sonda para estudar aqueles mundos, inclusive os mais pr\u00f3ximos, ainda parece fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/p>\n<p>Existe uma \u00faltima possibilidade inquietante sobre a presen\u00e7a de seres inteligentes no universo pr\u00f3ximo. Alguns gurus da tecnologia preveem que, nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, o avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial proporcionar\u00e1 intelig\u00eancias gerais aut\u00f4nomas, capazes de agir sem precisar receber nossas ordens e que poder\u00e3o gerar seus pr\u00f3prios objetivos. Nessa vis\u00e3o do futuro, as m\u00e1quinas poderiam se colocar a nosso servi\u00e7o e criar uma civiliza\u00e7\u00e3o id\u00edlica na qual rob\u00f4s fariam nosso trabalho, curariam nossas doen\u00e7as e inventariam meios para obter quantidades ilimitadas de energia para os humanos. Mas essa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica op\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>Intelig\u00eancia artificial<\/h3>\n<p>Uma\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/tag\/inteligencia_artificial\">intelig\u00eancia artificial<\/a>\u00a0pode ter tamb\u00e9m objetivos alheios ao nosso bem-estar. Frente aos interesses pr\u00f3prios dos seres vivos, como o alimento, o sexo e o ac\u00famulo de poder, as m\u00e1quinas poderiam ter outros objetivos aparentemente est\u00fapidos, como transformar em brocas todos os \u00e1tomos do universo, inclusive os que formam o nosso corpo. Nossa esperan\u00e7a de encontrar civiliza\u00e7\u00f5es extraterrestres para compartilhar viv\u00eancias e conhecimento pode se deparar com seres superinteligentes e inertes dispostos a conquistar o universo para transform\u00e1-lo num absurdo. Os planetas que orbitam Teegarden est\u00e3o no universo cinco bilh\u00f5es de anos a mais que a nossa Terra. As fases da evolu\u00e7\u00e3o podem ter ocorrido em algum daqueles mundos, e a vida inteligente pode ter sido substitu\u00edda por uma intelig\u00eancia artificial que n\u00e3o respeita a primeira diretriz da Federa\u00e7\u00e3o Unida de Planetas e j\u00e1 olha para a Terra com segundas inten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No universo\u00a0Star Trek, a primeira diretriz da Federa\u00e7\u00e3o Unida de Planetas impede que seus membros<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":108389,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/planeta.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"No universo\u00a0Star Trek, a primeira diretriz da Federa\u00e7\u00e3o Unida de Planetas impede que seus membros","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108388"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=108388"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/108388\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/108389"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=108388"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=108388"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=108388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}