{"id":106155,"date":"2019-05-20T15:30:56","date_gmt":"2019-05-20T18:30:56","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=106155"},"modified":"2019-05-20T13:18:10","modified_gmt":"2019-05-20T16:18:10","slug":"criadores-de-sousa-se-preparam-para-estiagem-e-cresce-a-producao-de-silagem-com-sorgo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/criadores-de-sousa-se-preparam-para-estiagem-e-cresce-a-producao-de-silagem-com-sorgo\/","title":{"rendered":"Criadores de Sousa se preparam para estiagem\u00a0e cresce a produ\u00e7\u00e3o de silagem com sorgo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-9898\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" \/><\/a>Diante das poucas chuvas que a cada ano dificultam a atividade agr\u00edcola de maior voca\u00e7\u00e3o nas v\u00e1rzeas de Sousa, que \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de coco, o cultivo de sorgo para silagem surge como alternativa rent\u00e1vel para muitos agricultores, de modo a aquecer a pecu\u00e1ria leiteira e de corte na regi\u00e3o com a disponibilidade da ra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o dezenas de agricultores e criadores de gado que buscam a orienta\u00e7\u00e3o da Empaer para instalar plantios de sorgo e constru\u00e7\u00f5es de silos de superf\u00edcie, em pequenas ou grandes \u00e1reas. Nos diversos munic\u00edpios que comp\u00f5em as v\u00e1rzeas na regi\u00e3o de Sousa, \u00e9 normal nas propriedades se observar a pr\u00e1tica de silagem como suporte pecu\u00e1rio.<\/p>\n<p>Um destes agricultores que acredita na import\u00e2ncia da silagem para manter o rebanho durante a estiagem e que tamb\u00e9m considera como uma nova fonte de renda, \u00e9 o empres\u00e1rio Romero Lucena, da Fazenda Mata, onde trabalha com um olaria.\u00a0 Ele cultivou 250 hectares, esperando colher pelo menos cinco milh\u00f5es de toneladas de sorgo, na atual safra.<\/p>\n<p>Romero come\u00e7ou nesta semana a colheita e o armazenamento em silo a\u00e9reo do sorgo que comercializar\u00e1 durante o per\u00edodo de estiagem. A ind\u00fastria de latic\u00ednio Isis, com sede em Sousa, assinou contrato para a compra de 70 por cento de toda a silagem.<\/p>\n<p>O primeiro silo, que \u00e9 um dos menores entre dezenas de outros que est\u00e3o sendo constru\u00eddos, tem 85 metros de comprimento com 350 toneladas e os demais ter\u00e3o, em m\u00e9dia, cinco mil toneladas de silagem de sorgo. \u201cTrata-se de uma nova alternativa de aproveitamento das potencialidades das v\u00e1rzeas de Sousa, diante das dificuldades de se trabalhar com outras culturas\u201d, comentou o produtor.<\/p>\n<p>Outro ponto a ser destacado \u00e9 o de que n\u00e3o usa produtos qu\u00edmicos na planta\u00e7\u00e3o, com isso ofertando ao rebanho uma ra\u00e7\u00e3o de excelente qualidade. A partir do pr\u00f3ximo ano ele pretende colher e industrializar sementes para ra\u00e7\u00e3o. \u201cOutros propriet\u00e1rios poderiam tamb\u00e9m fazer sua silagem, mesmo em pequena escala e ter ra\u00e7\u00e3o para manter seus rebanhos durante o per\u00edodo de estiagem\u201d, aconselhou.<\/p>\n<p>Ressaltou que a Empaer teve importante participa\u00e7\u00e3o com a orienta\u00e7\u00e3o desde o primeiro momento, concluindo agora com a constru\u00e7\u00e3o dos silos. Tamb\u00e9m recomenda que os interessados nesta atividade busquem orienta\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica junto aos escrit\u00f3rios da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extens\u00e3o Rural e Regulariza\u00e7\u00e3o Fundi\u00e1ria (Empaer), vinculada \u00e0 Secretaria do Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio e da Pesca (Sedap).<\/p>\n<p>Os trabalhos nesta comunidade tiveram a orienta\u00e7\u00e3o dos t\u00e9cnicos Gerv\u00e1sio Francisco Vieira e Daniel Sales de Abrantes, com o acompanhamento do gerente regional de Sousa, Francisco de Assis Bernardino.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diante das poucas chuvas que a cada ano dificultam a atividade agr\u00edcola de maior voca\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9898,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/sorgo.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Diante das poucas chuvas que a cada ano dificultam a atividade agr\u00edcola de maior voca\u00e7\u00e3o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106155"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=106155"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106155\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9898"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=106155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=106155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=106155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}