{"id":10590,"date":"2014-11-16T18:00:51","date_gmt":"2014-11-16T18:00:51","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=10590"},"modified":"2014-11-16T14:57:20","modified_gmt":"2014-11-16T14:57:20","slug":"comecam-a-surgir-no-brasil-os-servicos-de-check-up-para-detectar-e-corrigir-deficiencias-de-memoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/comecam-a-surgir-no-brasil-os-servicos-de-check-up-para-detectar-e-corrigir-deficiencias-de-memoria\/","title":{"rendered":"Come\u00e7am a surgir no Brasil os servi\u00e7os de check-up para detectar e corrigir defici\u00eancias de mem\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/content-portal.istoe.com.br\/istoeimagens\/imagens\/mi_22649719700308049.jpg\" alt=\"\" width=\"374\" height=\"500\" \/>Inspirados nas recomenda\u00e7\u00f5es que levam milhares de pessoas ao cardiologista ou ao cl\u00ednico para conferir, anualmente, como est\u00e1 a sa\u00fade do cora\u00e7\u00e3o, neurologistas e pesquisadores do c\u00e9rebro desenvolveram um corpo de testes destinado a proteger a sa\u00fade cerebral e preservar fun\u00e7\u00f5es cognitivas como a mem\u00f3ria, a aten\u00e7\u00e3o, a capacidade de se concentrar e o tempo de rea\u00e7\u00e3o. Essa nova abordagem, nutrida em centros de pesquisa e universidades como Pittsburgh, Yale e Harvard (EUA), e Melbourne, na Austr\u00e1lia, come\u00e7a a se disseminar pelo mundo. \u201cEsse conjunto de testes identifica a presen\u00e7a de altera\u00e7\u00f5es cognitivas. Alguns tamb\u00e9m podem ser usados para treinar o c\u00e9rebro a super\u00e1-las\u201d, disse \u00e0 ISTO\u00c9 David Darby, que dirige o Instituto Florey de Neuroci\u00eancias e Sa\u00fade Mental da Universidade de Melbourne. Darby \u00e9 uma refer\u00eancia mundial no estudo do impacto das mudan\u00e7as neurol\u00f3gicas no comportamento e um pioneiro no desenvolvimento dos jogos computadorizados para avaliar as fun\u00e7\u00f5es cerebrais.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Iniciativas com esse direcionamento proliferam na Europa, nos EUA e no Brasil. Centros de mem\u00f3ria antes frequentados somente por idosos com dem\u00eancia ou Alzheimer agora come\u00e7am a ser visitados tamb\u00e9m por uma popula\u00e7\u00e3o mais jovem interessada em preservar e melhorar a sua performance cerebral. \u201cRecebemos desde atletas que sofreram concuss\u00e3o cerebral at\u00e9 jovens com problemas de concentra\u00e7\u00e3o que querem saber o que a ci\u00eancia oferece a eles\u201d, diz a neuropsic\u00f3loga Mariana Assed, do Servi\u00e7o de Psicologia e Neuropsicologia do Hospital das Cl\u00ednicas de S\u00e3o Paulo, onde est\u00e1 sendo montado um centro de avalia\u00e7\u00e3o em moldes semelhantes ao da Universidade de Melbourne. \u201cEstamos reunindo jogos e outros testes para melhorar o diagn\u00f3stico de altera\u00e7\u00f5es cognitivas e psiqui\u00e1tricas\u201d, explica Mariana.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um dos alvos do check-up cerebral \u00e9 ampliar o acesso \u00e0 chamada reserva cognitiva. Trata-se da capacidade de o c\u00e9rebro buscar novos caminhos para usar seus recursos. Na pr\u00e1tica, \u00e9 a agilidade para acionar uma via alternativa e seguir em frente se o caminho principal at\u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o \u2013 como uma palavra que teima em desaparecer no meio da conversa \u2013 encontra-se bloqueado ou desativado. Estudos apontam que pessoas com maior poupan\u00e7a cognitiva contornam melhor suas defici\u00eancias. Uma dessas constata\u00e7\u00f5es foi publicada pela revista \u201cNeurobiology\u201d. Uma investiga\u00e7\u00e3o de cientistas americanos, italianos e s\u00e9rvios ligados \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Kessler concluiu que a exist\u00eancia de uma reserva mais robusta op\u00f5e maior resist\u00eancia \u00e0 progress\u00e3o das perdas cognitivas at\u00e9 mesmo em pacientes com doen\u00e7as degenerativas, como a esclerose m\u00faltipla.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img title=\"Credito: \" src=\"http:\/\/content-portal.istoe.com.br\/istoeimagens\/imagens\/mi_22649730341092364.jpg\" alt=\"02.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Em S\u00e3o Paulo, outro servi\u00e7o de check-up cerebral, o Centro Neurability de Avalia\u00e7\u00e3o e Treinamento da Performance Cerebral, atua de acordo com os mais recentes achados da neuroci\u00eancia. Inaugurado h\u00e1 um ano, o local re\u00fane psic\u00f3logos, terapeutas, neuropsic\u00f3logos, m\u00e9dicos do esporte e neurologistas. \u201cEst\u00e1 provado que o c\u00e9rebro pode ser reconfigurado a partir de suas reservas cognitivas. \u00c9 nessa fronteira da ci\u00eancia que estamos trabalhando\u201d, diz o neurologista Jorge Pagura, do Hospital Israelita Albert Einstein, em S\u00e3o Paulo, e um dos integrantes do grupo de profissionais do centro.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img title=\"Credito: \" src=\"http:\/\/content-portal.istoe.com.br\/istoeimagens\/imagens\/mi_22649741481579848.jpg\" alt=\"03.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ali t\u00eam sido examinados, por exemplo, atletas do futebol feminino, jogadores de v\u00f4lei e boxe e indiv\u00edduos com queixas leves ou mais complexas de mem\u00f3ria. Foi o que aconteceu com Luiz Carlos Moraes Rego, 81 anos, de S\u00e3o Paulo. Especialista em engenharia automotiva pela Universidade de Michigan (EUA) e professor de Inova\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas, h\u00e1 um ano e meio ele se aposentou e trocou as aulas pela atividade como palestrante, consultor e articulista da revista \u201cInova\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cComecei a ficar preocupado com os esquecimentos e a dificuldade de me comunicar\u201d, diz. Ap\u00f3s se submeter a uma bateria de testes que confirmaram o problema, fez 13 sess\u00f5es de treinamento para melhorar o uso de seu patrim\u00f4nio cognitivo. \u201cFoi um excelente investimento. Parece que religuei o c\u00e9rebro\u201d, diz.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O publicit\u00e1rio Fauze Jibran, 40 anos, submeteu-se ao check-up por curiosidade e ficou surpreso ao saber que sua mem\u00f3ria de trabalho \u2013 guarda, por exemplo, nomes de pessoas a quem voc\u00ea acabou de ser apresentado \u2013, estava abaixo do normal. \u201cVimos que a ansiedade estava me prejudicando\u201d, conta. Ele foi orientado a modificar sua rotina para controlar o problema. \u201cAs mudan\u00e7as no estilo de vida me devolveram a agilidade mental.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img title=\"Credito: \" src=\"http:\/\/content-portal.istoe.com.br\/istoeimagens\/imagens\/mi_22649762692869345.jpg\" alt=\"04.jpg\" \/><br \/>\n<strong>PREVEN\u00c7\u00c3O<br \/>\nO neurologista Okamoto, do Hospital Albert Einstein, planeja o lan\u00e7amento<br \/>\nde um pacote de exames para avaliar pessoas saud\u00e1veis<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">No laborat\u00f3rio do neurocientista Michael Collins, da Universidade de Pittsburgh (EUA), concentra-se a vanguarda dos estudos e tratamentos da concuss\u00e3o cerebral, o trauma provocado por choques ou pancadas que causam impacto na cabe\u00e7a. Suas pesquisas mostram que resultados normais dos exames de imagem n\u00e3o s\u00e3o suficientes para descartar uma avalia\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es cerebrais de pessoas que bateram a cabe\u00e7a. \u201cTreinamentos espec\u00edficos melhoram esse quadro\u201d, assegura Collins.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A designer Karoline Gebrael, 32 anos, de S\u00e3o Paulo, beneficiou-se dessa nova forma de tratar sequelas. H\u00e1 um ano, ela sofreu um acidente de carro, mas aparentemente n\u00e3o teve sequelas. Com o tempo, passou a ter dores de cabe\u00e7a constantes, cansa\u00e7o e dificuldade para se concentrar no trabalho. \u201cMeu desempenho estava abaixo do que sei que posso\u201d, diz. Karoline submeteu-se aos testes de avalia\u00e7\u00e3o neurocognitiva. \u201cO c\u00e9rebro dela ainda se ressentia do impacto sofrido h\u00e1 tanto tempo\u201d, diz o m\u00e9dico Ricardo Eid, coordenador do Ambulat\u00f3rio de Concuss\u00e3o da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo e um dos idealizadores do Centro Neurability.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img title=\"Credito: \" src=\"http:\/\/content-portal.istoe.com.br\/istoeimagens\/imagens\/mi_22649778503540085.jpg\" alt=\"05.jpg\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Por ser esse um campo do conhecimento ainda em constru\u00e7\u00e3o, um dos questionamentos \u00e9 se o check-up pode ser um recurso para melhorar a identifica\u00e7\u00e3o de pessoas com decl\u00ednio cognitivo leve ou at\u00e9 sem sintomas que indiquem o risco de dem\u00eancia e Alzheimer. A pr\u00e1tica mostra que sim. \u201cNos casos em que houver um preju\u00edzo mais acentuado da mem\u00f3ria e de outras fun\u00e7\u00f5es a indica\u00e7\u00e3o \u00e9 realizar exames mais complexos para avaliar sua condi\u00e7\u00e3o neurol\u00f3gica\u201d, afirma o pesquisador Ivan Okamoto, da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo e diretor do Centro do C\u00e9rebro e Mem\u00f3ria do Hospital Israelita Albert Einstein, em S\u00e3o Paulo. Ele v\u00ea com bons olhos o uso dos testes para analisar as fun\u00e7\u00f5es cerebrais, ajudando, dessa maneira, na detec\u00e7\u00e3o de eventuais problemas. \u201cAinda que seja t\u00eanue a linha divis\u00f3ria entre as perdas pr\u00f3prias do envelhecimento e quadros iniciais de dem\u00eancia, sabemos que intervir precocemente pode retardar os sinais das doen\u00e7as degenerativas\u201d, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Okamoto chama a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que \u00e9 urgente aumentar o acesso ao diagn\u00f3stico no Pa\u00eds. \u201cAqui, apenas 11% das pessoas com a doen\u00e7a de Alzheimer est\u00e3o em tratamento e estima-se que 90% dos pacientes n\u00e3o tenham diagn\u00f3stico\u201d, destaca. O m\u00e9dico planeja lan\u00e7ar nos pr\u00f3ximos meses um pacote de exames para o p\u00fablico saud\u00e1vel com foco na preven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img title=\"Credito: \" src=\"http:\/\/content-portal.istoe.com.br\/istoeimagens\/imagens\/mi_22649793096023842.jpg\" alt=\"06.jpg\" \/><br \/>\n<strong>EXAME<br \/>\nA neuropsic\u00f3loga Mariana Assed (na foto, atr\u00e1s) usou testes 3D para<br \/>\nlivrar a designer Karoline da dor de cabe\u00e7a e da falta de aten\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A aplica\u00e7\u00e3o dos testes (leia mais sobre eles no quadro ao lado) encontra suporte nos diversos estudos que buscam decifrar como os nossos neur\u00f4nios se conectam uns aos outros e quais est\u00edmulos refor\u00e7am ou enfraquecem essas liga\u00e7\u00f5es. Entre eles est\u00e3o os que avaliam testes neurocognitivos de computador e os chamados neurogames. Publicada na revista \u201cNature\u201d, uma pesquisa recente feita com 40 pessoas com idade entre 60 e 85 anos mostrou, por exemplo, a efici\u00eancia de um jogo desenvolvido pela Universidade da Calif\u00f3rnia, o NeuroRacer. Ele \u00e9 utilizado para incentivar a capacidade de executar diversas tarefas ao mesmo tempo, algo cada vez mais comum. Nele, o jogador pilota um carro por uma regi\u00e3o montanhosa por meio de um joystick. Ao mesmo tempo, \u00e9 instru\u00eddo a apertar um bot\u00e3o apenas quando um sinal espec\u00edfico aparecer na tela. \u201cO estudo forneceu uma evid\u00eancia poderosa de como a aplica\u00e7\u00e3o personalizada de um videogame pode ser usada para investigar as habilidades cerebrais e, ao mesmo tempo, como ferramenta para a melhoria cognitiva\u201d, diz o m\u00e9dico Moacir Costa Neto, de Bras\u00edlia. Ele foi aos EUA e \u00e0 Austr\u00e1lia conhecer os novos recursos contra as perdas neurocognitivas.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Outro trabalho, feito por cientistas do Instituto Max Planck, na Alemanha, e publicado pela revista \u201cMolecular Psychiatry\u201d, investigou os efeitos de jogos de computador 3D sobre o c\u00e9rebro de um grupo de adultos que jogaram, por dois meses e durante 30 minutos por dia, o game \u201cSuper Mario 64\u201d. Na compara\u00e7\u00e3o com indiv\u00edduos que n\u00e3o passaram pela experi\u00eancia, o que se viu foi um aumento nas dimens\u00f5es de diversas \u00e1reas cerebrais, como o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal (ligado \u00e0 tomada de decis\u00f5es e planejamento) e regi\u00f5es associadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e aos movimentos finos das m\u00e3os.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na opini\u00e3o do m\u00e9dico Paulo Bertolucci, chefe da Neurologia Comportamental da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo, a populariza\u00e7\u00e3o dos check-ups e dos jogos para treinar as capacidades cerebrais \u00e9 positiva. \u201cO c\u00e9rebro precisa ser t\u00e3o bem cuidado quanto o cora\u00e7\u00e3o\u201d, afirma. Ele alerta, por\u00e9m, para a necessidade de usar os recursos de forma individualizada. \u201cJogos online ajudam a melhorar alguma coisa, mas \u00e9 necess\u00e1rio fazer essa atividade de modo orientado e com acompanhamento\u201d, recomenda.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Na Austr\u00e1lia, o neurocientista Darby est\u00e1 justamente monitorando uma popula\u00e7\u00e3o de volunt\u00e1rios para afiar os crit\u00e9rios a serem usados nas avalia\u00e7\u00f5es feitas pela internet. Hoje, quem acessa sites como o Lumosity, por exemplo, ser\u00e1 encaixado em padr\u00f5es diagn\u00f3sticos bastante abrangentes. O que Darby quer \u00e9 criar condi\u00e7\u00f5es para que o resultado obtido pelo internauta seja o mais espec\u00edfico poss\u00edvel. \u201cE assim ser\u00e1 poss\u00edvel ampliar o uso dessa ferramenta e reduzir a chance de que ela deixe passar varia\u00e7\u00f5es que indiquem algo mais grave na sa\u00fade do c\u00e9rebro\u201d, diz Darby. \b<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: smaller;\"><strong>Fotos: Pedro Dias, Rafael Hupsel \u2013 Ag. Isto\u00e9, Airam Asil<br \/>\n<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inspirados nas recomenda\u00e7\u00f5es que levam milhares de pessoas ao cardiologista ou ao cl\u00ednico para conferir,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":10591,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",150,96,false],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",300,192,false],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/11\/cerebro.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Inspirados nas recomenda\u00e7\u00f5es que levam milhares de pessoas ao cardiologista ou ao cl\u00ednico para conferir,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10590"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10590"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10590\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10591"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10590"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10590"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10590"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}