{"id":105870,"date":"2019-05-15T13:49:27","date_gmt":"2019-05-15T16:49:27","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=105870"},"modified":"2019-05-15T13:49:27","modified_gmt":"2019-05-15T16:49:27","slug":"elas-poderiam-resistir-em-marte-e-viver-por-32-mil-anos-conheca-as-plantas-mais-fortes-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/elas-poderiam-resistir-em-marte-e-viver-por-32-mil-anos-conheca-as-plantas-mais-fortes-do-mundo\/","title":{"rendered":"Elas poderiam resistir em Marte e viver por 32 mil anos: conhe\u00e7a as plantas mais fortes do mundo"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-105871\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Algumas plantas s\u00e3o t\u00e3o resistentes que poderiam sobreviver com quase nenhum oxig\u00eanio ou nas temperaturas mais extremas.<\/p>\n<p>Essa proeza atraiu cientistas dispostos a explorar como a mudan\u00e7a clim\u00e1tica afetar\u00e1 nossa capacidade de cultivar alimentos e como as planta\u00e7\u00f5es podem se adaptar a novas condi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Mas o que faz uma planta ter mais chance de sobreviver do que outra?<\/p>\n<p>James Wong, bot\u00e2nico e apresentador da BBC, embarcou em uma jornada para encontrar a resposta. Neste processo, ele descobriu fatos estranhos e surpreendentes sobre algumas das plantas mais resistentes do nosso planeta.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">1 &#8211; Vegeta\u00e7\u00e3o antiga poderia prosperar em Marte<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1787F\/production\/_106838369_1a.gettyimages-157505462.jpg\" alt=\"L\u00edquens amarelos crescendo em rocha\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Ser\u00e1 que estes l\u00edquens sobreviveriam em Marte?<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Cientistas na Alemanha acreditam ter identificado dois tipos de plantas resistentes o suficiente para sobreviver em Marte.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de se surpreender que suas principais escolhas &#8211; l\u00edquens e cianobact\u00e9rias, coletadas da Su\u00ed\u00e7a e da Ant\u00e1rtida &#8211; sejam consideradas algumas das primeiras esp\u00e9cies a colonizar a terra.<\/p>\n<p>Os pesquisadores recriaram as condi\u00e7\u00f5es do &#8220;planeta vermelho&#8221; &#8211; incluindo a radia\u00e7\u00e3o solar escaldante, temperaturas flutuantes, secura extrema e baixa atmosf\u00e9rica &#8211; para testar se essas resistentes plantas primitivas conseguiriam permanecer vivas.<\/p>\n<p>O resultado? Estas esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00f3 sobreviveram, como prosperaram: continuando a fazer fotoss\u00edntese e outros processos regulares de plantas.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">2 &#8211; Clonagem \u00e9 o segredo para longevidade<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/F87E\/production\/_106841636_2a.gettyimages-1076800610-3.jpg\" alt=\"Floresta na montanha durante o outono\" width=\"640\" height=\"432\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Da pr\u00f3xima vez que voc\u00ea admirar um bosque, imagine h\u00e1 quanto tempo essas \u00e1rvores est\u00e3o l\u00e1<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Acredita-se que a \u00e1rvore individual viva mais antiga seja um pinheiro bristlecone no leste da Calif\u00f3rnia, identificada com 5.062 anos em 2012.<\/p>\n<p>Mas, para alcan\u00e7ar uma longevidade ainda maior, algumas \u00e1rvores t\u00eam um truque na manga: a clonagem.<\/p>\n<p>Sim, eles se clonam e vivem no que chamamos de col\u00f4nias clonais: \u00e1rvores geneticamente id\u00eanticas que est\u00e3o conectadas pelo mesmo sistema de ra\u00edzes.<\/p>\n<p>Essas col\u00f4nias clonais podem sobreviver por milhares de anos &#8211; estima-se que a col\u00f4nia Pando no Estado americano de Utah tenha 80 mil anos, enquanto o carvalho Jurupa, na Calif\u00f3rnia, tenha por volta de 13 mil anos.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">3 &#8211; &#8216;Pedras vivas&#8217; poderiam criar lavouras mais eficientes<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/9207\/production\/_106838373_3a.gettyimages-915063994.jpg\" alt=\"Close up of a green lithops plant\" width=\"641\" height=\"361\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Isso \u00e9 um animal, uma planta ou um mineral? \u00c9 um lithop, claro!<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Os lithops tamb\u00e9m s\u00e3o conhecidos como &#8220;pedras vivas&#8221; &#8211; basta olhar para um para entender o motivo: se parecem mais com pedras do que com uma criatura viva.<\/p>\n<p>Mas esses incr\u00edveis organismos nativos do sul da \u00c1frica s\u00e3o, na verdade, plantas disfar\u00e7adas&#8230; e podem ser o segredo para lavouras mais eficientes.<\/p>\n<p>Estas plantas s\u00e3o capazes de sobreviver em condi\u00e7\u00f5es extremas no deserto e em terrenos rochosos, usando a camuflagem para evitar que sejam devoradas.<\/p>\n<p>Embora cres\u00e7am principalmente no subsolo, os lithops t\u00eam uma camada superior transl\u00facida para permitir a entrada da luz solar, que depois transformam em energia.<\/p>\n<p>Os pesquisadores esperam que compreender a capacidade dos lithops de aproveitar tanto a luz brilhante acima do solo quanto a pouca luz abaixo dele pode nos ajudar a desenvolver planta\u00e7\u00f5es mais eficientes no futuro.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">4 &#8211; A mudan\u00e7a clim\u00e1tica poderia substituir caf\u00e9 por cacau<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/E027\/production\/_106838375_4a.gettyimages-451674869.jpg\" alt=\"Planta\u00e7\u00e3o de cacau\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">O caf\u00e9 pode ser coisa do passado em breve &#8211; todas as aten\u00e7\u00f5es est\u00e3o voltadas para o cacau<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Os aumentos na temperatura amea\u00e7am matar os gr\u00e3os de caf\u00e9 mais comuns, mas um fruto mais resistente est\u00e1 pronto para substitu\u00ed-lo: o cacau.<\/p>\n<p>Os cientistas documentaram como a variedade de caf\u00e9 ar\u00e1bica sofre em climas mais quentes e se torna mais suscet\u00edvel \u00e0 ferrugem &#8211; doen\u00e7a que vem dizimando os cafezais na Am\u00e9rica Central nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que as temperaturas aumentam, as planta\u00e7\u00f5es mais rasteiras est\u00e3o encontrando dificuldades para produzir caf\u00e9 de qualidade, amea\u00e7ando a subsist\u00eancia de milhares de pessoas.<\/p>\n<p>Assim, agricultores na Nicar\u00e1gua, Honduras e El Salvador j\u00e1 est\u00e3o passando a cultivar cacau &#8211; uma cultura resistente que prospera em climas quentes.<\/p>\n<p>N\u00e3o se surpreenda, portanto, se o seu caf\u00e9 matinal for substitu\u00eddo por uma dose de chocolate quente dentro de alguns anos.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">5 &#8211; Algumas \u00e1rvores proliferam com inc\u00eandio florestal<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/11745\/production\/_106839417_5a.gettyimages-509080953.jpg\" alt=\"Um bosque de eucaliptos em chamas na Austr\u00e1lia\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">As plantas pirof\u00edticas, como eucaliptos, s\u00e3o resistentes ao fogo<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Os eucaliptos n\u00e3o s\u00e3o apenas resistentes &#8211; podem ser perigosos tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Eles pertencem a um tipo de planta chamada pir\u00f3fitos &#8211; que se adaptaram para tolerar o fogo e, \u00e0s vezes, at\u00e9 precisam dele para se propagar e sobreviver.<\/p>\n<p>Elas produzem \u00f3leo e resinas inflam\u00e1veis \u200b, al\u00e9m de soltar folhas e cascas secas que podem pegar fogo facilmente causando inc\u00eandios florestais devastadores.<\/p>\n<p>Quando o fogo come\u00e7a, \u00e1rvores como o eucalipto ou certos pinheiros proliferam.<\/p>\n<p>O calor ativa suas vagens de sementes e, enquanto outras plantas lutam para se regenerar, seus brotos crescem no solo carbonizado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a queima da maioria das \u00e1rvores grandes significa que esses brotos podem se beneficiar da luz solar extra agora dispon\u00edvel no solo da floresta.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">6 &#8211; Plantas podem se adaptar a acidentes nucleares<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/16565\/production\/_106839419_6a.gettyimages-520596190-1.jpg\" alt=\"Placa na entrada de uma floresta adverte para a contamina\u00e7\u00e3o de radia\u00e7\u00e3o e pro\u00edbe a colheita de berries e cogumelos em 4 de abril de 2016 perto de Chachersk, em Belarus\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">As plantas podem se adaptar ap\u00f3s um desastre nuclear, mas seres humanos nunca devem colher ou comer frutas e cogumelos de \u00e1reas contaminadas por radia\u00e7\u00e3o<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>A radia\u00e7\u00e3o perturba as c\u00e9lulas vivas e danifica o DNA, ent\u00e3o, voc\u00ea pode pensar que seria imposs\u00edvel para as plantas sobreviverem ap\u00f3s um acidente nuclear.<\/p>\n<p>Mas os cientistas que investigaram os efeitos do desastre de Chernobyl em 1986 descobriram que nem sempre \u00e9 o caso.<\/p>\n<p>Ao realizar experimentos com linha\u00e7a e soja, eles constataram que as plantas foram capazes de adaptar sua biologia para prosperar no ambiente contaminado.<\/p>\n<p>Os pesquisadores acreditam que essa capacidade de receber radia\u00e7\u00e3o nuclear pode ter se desenvolvido milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, quando o planeta tinha n\u00edveis naturais de radia\u00e7\u00e3o muito mais altos.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">7 &#8211; Sementes podem sobreviver por 32 mil anos<\/h2>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/30CD\/production\/_106839421_7a.gettyimages-91905626.jpg\" alt=\"Sementes dentro de frascos com r\u00f3tulos nas prateleiras\" width=\"640\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">Quer preservar plantas para o futuro? Voc\u00ea poderia enterrar sementes no permafrost&#8230; ou entreg\u00e1-las ao Millennium Seed Bank, no Reino Unido, que det\u00e9m 10% das esp\u00e9cies de plantas selvagens do mundo<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>Pesquisadores russos &#8220;reviveram&#8221; uma planta extinta h\u00e1 muito tempo, usando sementes enterradas por um esquilo h\u00e1 32 mil anos, durante a Era do Gelo.<\/p>\n<p>As sementes da esp\u00e9cie\u00a0<i>Silene stenophylla,<\/i>\u00a0planta com flor que se adapta bem a climas frios, foram encontradas na margem congelada de um rio na Sib\u00e9ria.<\/p>\n<p>Os cientistas coletaram tecido das sementes e usaram para germinar novas plantas, que depois se reproduziram por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>Especialistas esperam que esta seja a primeira de muitas esp\u00e9cies de plantas extintas a serem &#8220;ressuscitadas&#8221; a partir de restos armazenados no permafrost (superf\u00edcie que permanece congelada nas regi\u00f5es polares).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Algumas plantas s\u00e3o t\u00e3o resistentes que poderiam sobreviver com quase nenhum oxig\u00eanio ou nas temperaturas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":105871,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/plantas_resistente.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Algumas plantas s\u00e3o t\u00e3o resistentes que poderiam sobreviver com quase nenhum oxig\u00eanio ou nas temperaturas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/105870"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=105870"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/105870\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/105871"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=105870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=105870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=105870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}