{"id":105388,"date":"2019-05-06T15:30:31","date_gmt":"2019-05-06T18:30:31","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=105388"},"modified":"2019-05-06T15:30:31","modified_gmt":"2019-05-06T18:30:31","slug":"extincao-de-especies-aumenta-em-escala-sem-precedentes-alerta-relatorio-do-ipbes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/extincao-de-especies-aumenta-em-escala-sem-precedentes-alerta-relatorio-do-ipbes\/","title":{"rendered":"Extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies aumenta em escala sem precedentes, alerta relat\u00f3rio do IPBES"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-105389\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As taxas de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies animais e vegetais est\u00e3o aumentando em uma escala sem precedentes. A abund\u00e2ncia m\u00e9dia de esp\u00e9cies nativas na maioria dos principais h\u00e1bitats terrestres caiu em, pelo menos, 20%, principalmente desde 1900. Mais de 40% das esp\u00e9cies de anf\u00edbios, quase 33% dos corais e mais de um ter\u00e7o de todos os mam\u00edferos est\u00e3o amea\u00e7ados.<\/p>\n<p>Essa perda \u00e9 resultado direto da atividade humana e constitui uma grave amea\u00e7a ao bem-estar humano em todas as regi\u00f5es do mundo, alerta um grupo de cientistas de 50 pa\u00edses, incluindo do Brasil. Eles s\u00e3o autores da primeira avalia\u00e7\u00e3o global do estado da natureza da Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (IPBES, na sigla em ingl\u00eas).<\/p>\n<p>O sum\u00e1rio para os formuladores de pol\u00edticas do relat\u00f3rio foi lan\u00e7ado nesta segunda-feira (06\/05), em Paris, ap\u00f3s ter sido aprovado por 132 pa\u00edses durante a s\u00e9tima sess\u00e3o plen\u00e1ria do \u00f3rg\u00e3o, chamado de \u201cIPCC para a biodiversidade\u201d, que aconteceu na semana passada na capital francesa.<\/p>\n<p>\u201cA sa\u00fade dos ecossistemas de que toda a humanidade e as esp\u00e9cies dependem est\u00e1 se deteriorando mais rapidamente do que nunca. Estamos erodindo os pr\u00f3prios alicerces de nossas economias, meios de subsist\u00eancia, seguran\u00e7a alimentar, sa\u00fade e qualidade de vida em todo o mundo\u201d, disse Robert Watson, presidente da IPBES.<\/p>\n<p>Elaborado ao longo dos \u00faltimos tr\u00eas anos por 145 especialistas, com contribui\u00e7\u00f5es de outros 310 autores, o relat\u00f3rio avaliou mudan\u00e7as na biodiversidade e nos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos \u2013 como o fornecimento de alimentos e de \u00e1gua \u2013 durante as \u00faltimas cinco d\u00e9cadas. Para isso, foi feita uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica de cerca de 15 mil fontes cient\u00edficas, governamentais e de conhecimento ind\u00edgena e de comunidades tradicionais.<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00e9 primeiro relat\u00f3rio intergovernamental que foca n\u00e3o s\u00f3 a biodiversidade, mas tamb\u00e9m suas intera\u00e7\u00f5es com trajet\u00f3rias de desenvolvimento econ\u00f4mico e com fatores que afetam a natureza, como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, disse Eduardo Sonnewend Brondizio, professor da Indiana University, dos Estados Unidos, \u00e0\u00a0<b>Ag\u00eancia FAPESP<\/b>.<\/p>\n<p>\u201cNunca tantos dados, de diferentes \u00e1reas, como das ci\u00eancias naturais e sociais, foram reunidos para fazer uma avalia\u00e7\u00e3o detalhada da condi\u00e7\u00e3o do ambiente em escala global e em uma perspectiva integrada de intera\u00e7\u00e3o com a sociedade\u201d, disse Brondizio.<\/p>\n<p>Radicado h\u00e1 mais de 20 anos nos Estados Unidos, o cientista brasileiro, que foi um dos tr\u00eas copresidentes do relat\u00f3rio, \u00e9 um dos pesquisadores respons\u00e1veis por um projeto\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/102180\/governanca-da-amazonia-para-viabilizar-transformacoes-para-a-sustentabilidade\/?q=2018\/50041-9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">apoiado pela FAPESP<\/a><\/b>\u00a0em parceria com o Belmont Forum \u2013 um cons\u00f3rcio das principais ag\u00eancias financiadoras de projetos de pesquisa sobre mudan\u00e7as ambientais no mundo.<\/p>\n<p>Os outros brasileiros autores do relat\u00f3rio s\u00e3o Ana Paula Aguiar, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); Bernardo Baeta Neves Strassburg, do Instituto Internacional de Sustentabilidade (ISS);\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/37517\/cristina-adams\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Cristina Adams<\/a><\/b>, da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP);\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/66655\/gabriel-henrique-lui\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Gabriel Henrique Lui<\/a><\/b>, do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente;\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/178393\/maria-manuela-ligeti-carneiro-da-cunha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Maria Manuela Ligeti Carneiro da Cunha<\/a><\/b>, da USP;\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/72339\/pedro-henrique-santin-brancalion\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pedro Henrique Santin Brancalion<\/a><\/b>, tamb\u00e9m da USP; e\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/104411\/rafael-dias-loyola\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rafael Dias Loyola<\/a><\/b>, da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG).<\/p>\n<p>\u201cA contribui\u00e7\u00e3o dos autores brasileiros foi excepcional porque todos eles conseguiram trazer uma perspectiva social e ecol\u00f3gica integrada para o relat\u00f3rio. Eles colocaram suas respectivas especialidades, como ecologia, pol\u00edticas p\u00fablicas e cen\u00e1rios ambientais, em um contexto interdisciplinar\u201d, disse Brondizio.<\/p>\n<p><b>Rede mais desgastada<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>O relat\u00f3rio aponta que ecossistemas, esp\u00e9cies, popula\u00e7\u00f5es selvagens, variedades locais de plantas e de animais domesticados est\u00e3o encolhendo, deteriorando ou desaparecendo. Dessa forma, a rede essencial e interconectada da vida na Terra est\u00e1 ficando menor e cada vez mais desgastada.<\/p>\n<p>Pelo menos 680 esp\u00e9cies de vertebrados foram levadas \u00e0 extin\u00e7\u00e3o desde o s\u00e9culo 16 e mais de 9% de todas as ra\u00e7as domesticadas de mam\u00edferos usados para alimenta\u00e7\u00e3o e agricultura foram extintas at\u00e9 2016. Al\u00e9m disso, estima-se que 1 milh\u00e3o de esp\u00e9cies animais e vegetais est\u00e3o agora amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre os fatores respons\u00e1veis por esse decl\u00ednio de esp\u00e9cies est\u00e3o, em ordem decrescente, as mudan\u00e7as no uso da terra e do mar, a explora\u00e7\u00e3o direta de organismos, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a polui\u00e7\u00e3o e esp\u00e9cies t\u00f3xicas invasoras.<\/p>\n<p>Desde 1980, as emiss\u00f5es de gases do efeito estufa dobraram, elevando a temperatura m\u00e9dia global em pelo menos 0,7 \u00baC. O aquecimento global j\u00e1 tem afetado a natureza, do ecossistema \u00e0 gen\u00e9tica das esp\u00e9cies, e os impactos devem aumentar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, em alguns casos, superando o impacto da mudan\u00e7a do uso da terra e do mar e outros fatores, apontam os autores.<\/p>\n<p>\u201cO sum\u00e1rio mostra que a situa\u00e7\u00e3o da biodiversidade e dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, essenciais para a qualidade de vida, \u00e9 ainda mais cr\u00edtica do que a do aquecimento global\u201d, disse\u00a0<a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/283\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><b>Carlos Joly<\/b><\/a>, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do programa BIOTA-FAPESP.<\/p>\n<p>Joly coordenou o Painel Multidisciplinar de Especialistas da IPBES nos seus primeiros anos de exist\u00eancia, ao lado do australiano Mark Londsdeale, da Organiza\u00e7\u00e3o de Pesquisa Cient\u00edfica e Industrial da Commonwealth (CSIRO), e \u00e9 membro da coordena\u00e7\u00e3o da Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos (BPBES, na sigla em ingl\u00eas), cuja cria\u00e7\u00e3o foi inspirada na IPBES.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio tamb\u00e9m destaca que tr\u00eas quartos do meio ambiente terrestre e 66% do ambiente marinho foram significativamente alterados pelas a\u00e7\u00f5es humanas. Em m\u00e9dia, essas tend\u00eancias foram menos severas ou evitadas em \u00e1reas mantidas ou geridas por povos ind\u00edgenas e comunidades locais.<\/p>\n<p>Mais de um ter\u00e7o da superf\u00edcie terrestre do mundo e quase 75% dos recursos de \u00e1gua doce s\u00e3o agora dedicados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ou pecu\u00e1ria. O valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola aumentou em cerca de 300% desde 1970, a extra\u00e7\u00e3o de madeira aumentou em 45% e aproximadamente 60 bilh\u00f5es de toneladas de recursos renov\u00e1veis e n\u00e3o renov\u00e1veis s\u00e3o extra\u00eddos globalmente a cada ano \u2013 n\u00famero que quase duplicou desde 1980.<\/p>\n<p>A degrada\u00e7\u00e3o da terra, contudo, reduziu a produtividade de 23% da superf\u00edcie terrestre global. At\u00e9 US$ 577 bilh\u00f5es em safras globais anuais est\u00e3o em risco de perda de polinizadores e entre 100 e 300 milh\u00f5es de pessoas est\u00e3o em risco aumentado de inunda\u00e7\u00f5es e furac\u00f5es devido \u00e0 perda de h\u00e1bitats costeiros e prote\u00e7\u00e3o, ressaltam os autores do relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>A polui\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica cresceu 10 vezes desde 1980 e entre 300 e 400 milh\u00f5es de toneladas de metais pesados, solventes, lama t\u00f3xica e outros res\u00edduos de instala\u00e7\u00f5es industriais s\u00e3o despejados anualmente nas \u00e1guas do mundo.<\/p>\n<p>Os fertilizantes usados na agricultura e que entram nos ecossistemas costeiros produziram mais de 400 &#8220;zonas mortas&#8221; oce\u00e2nicas, totalizando mais de 245 mil quil\u00f4metros quadrados (km<sup>2<\/sup>) \u2013 uma \u00e1rea combinada maior que a do Reino Unido, calcularam os pesquisadores.<\/p>\n<p>\u201cO relat\u00f3rio mostra que as popula\u00e7\u00f5es mais ricas ou privilegiadas se acostumaram a ignorar os problemas ambientais porque n\u00e3o convivem com os impactos no dia a dia. S\u00e3o as popula\u00e7\u00f5es mais pobres ou menos privilegiadas que est\u00e3o sofrendo o impacto desse padr\u00e3o de vida, na forma de polui\u00e7\u00e3o, desmatamento e atividades de minera\u00e7\u00e3o em lugares longe dos olhos do resto do mundo\u201d, disse Brondizio.<\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, as tend\u00eancias negativas na natureza continuar\u00e3o at\u00e9 2050 e, al\u00e9m desse per\u00edodo, persistem em todos os cen\u00e1rios de pol\u00edtica explorados no relat\u00f3rio, exceto aqueles que incluem mudan\u00e7as transformadoras \u2013 devido aos impactos projetados de mudan\u00e7as crescentes no uso da terra, explora\u00e7\u00e3o de organismos e mudan\u00e7a clim\u00e1tica, embora com diferen\u00e7as significativas entre regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Apesar do progresso nas pol\u00edticas de preserva\u00e7\u00e3o, os autores consideram que as metas globais para conservar e usar a natureza de forma sustent\u00e1vel e para alcan\u00e7ar a sustentabilidade n\u00e3o podem ser alcan\u00e7adas nas trajet\u00f3rias atuais. As metas at\u00e9 2030 e para al\u00e9m desse per\u00edodo podem ser alcan\u00e7adas apenas por meio de mudan\u00e7as transformadoras e de fatores pol\u00edticos e tecnol\u00f3gicos, ponderam.<\/p>\n<p>Uma das a\u00e7\u00f5es indicadas \u00e9 a ado\u00e7\u00e3o de abordagens integradas e intersetoriais de gest\u00e3o que levem em conta as compensa\u00e7\u00f5es da produ\u00e7\u00e3o de alimentos e energia, infraestrutura, manejo de \u00e1gua doce e costeira e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade.<\/p>\n<p>\u201cAinda n\u00e3o chegamos a um ponto de irreversibilidade na perda de biodiversidade e a consequente degrada\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos essenciais para a qualidade de vida. Se tomarmos decis\u00f5es agora, para, em conjunto e de forma coordenada e cooperativa, promovermos mudan\u00e7as transformativas integradas, inclusivas e baseadas no melhor conhecimento cient\u00edfico dispon\u00edvel, \u00e9 poss\u00edvel reverter a velocidade da degrada\u00e7\u00e3o\u201d, disse Joly.<\/p>\n<p>\u201cIsso passa, obrigatoriamente, por conseguir cumprir as metas do Acordo de Paris, pois o aquecimento global j\u00e1 \u00e9 um dos principais impulsionadores da perda de biodiversidade e degrada\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>Os autores tamb\u00e9m identificam como um elemento-chave de pol\u00edticas futuras mais sustent\u00e1veis a evolu\u00e7\u00e3o dos sistemas financeiros e econ\u00f4micos globais, visando a constru\u00e7\u00e3o de uma economia global sustent\u00e1vel, afastando-se do atual paradigma limitado de crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>\u201cO relat\u00f3rio mostra que \u00e9 preciso mudar a narrativa de que o desenvolvimento econ\u00f4mico \u00e9 um fim em si mesmo e que todos os custos para alcan\u00e7\u00e1-lo, como a degrada\u00e7\u00e3o ambiental e a desigualdade social, s\u00e3o inevit\u00e1veis e justific\u00e1veis\u201d, disse Brondizio.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es:<b>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ipbes.net\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.ipbes.net<\/a>\u00a0<\/b><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As taxas de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies animais e vegetais est\u00e3o aumentando em uma escala sem<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":105389,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/tartaruga.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As taxas de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies animais e vegetais est\u00e3o aumentando em uma escala sem","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/105388"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=105388"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/105388\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/105389"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=105388"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=105388"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=105388"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}